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Novo grupo parlamentar do PSD reúne-se pela primeira vez na sexta-feira

Partido elegeu oito deputados no distrito de Braga e três no distrito de Viana do Castelo

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Foto: Arquivo

O grupo parlamentar do PSD saído das últimas eleições legislativas vai reunir-se pela primeira vez na sexta-feira, pelas 12:30, na Sala do Senado, na Assembleia da República.

O presidente do PSD e recandidato ao cargo, Rui Rio, já anunciou a intenção de liderar a bancada até ao próximo congresso do partido, e regressa na sexta-feira como deputado à Assembleia da República, depois de ter deixado o parlamento há 18 anos para assumir a presidência da Câmara Municipal do Porto.

Na reunião, deverão ser marcadas as eleições para a direção da bancada do PSD.

O grupo parlamentar do PSD na XIV legislatura será composto por 79 deputados, menos dez que na anterior.

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Portugal em 6.º lugar na lista dos Estados-membros onde as pessoas não vão aos médicos

Em Portugal, 0,4 por cento desistiram por causa das listas de espera

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Foto: Arquivo

Portugal está em sexto lugar na lista dos Estados-membros onde as pessoas não vão ao médico por falta de meios financeiros (1,6 por cento), acima da média da União Europeia (UE 1 por cento), segundo dados de 2018 hoje publicados pelo Eurostat.

 A Grécia é o país com maior taxa de pessoas que não conseguem pagar os cuidados médicos (8,3 por cento), seguindo-se a Letónia (4,2 por cento), Roménia (3,4 por cento), Itália (2,0 por cento), Bélgica (1,7 por cento), Portugal (1,6 por cento), Bulgária (1,5 por cento), Chipre (1,4 por cento) e Polónia (1,1 por cento).

 No outro extremo da tabela estão a República Checa e a Finlândia (0,0 por cento), seguida da Alemanha, Espanha, Malta, Holanda, Áustria, Eslovénia, Suécia e Reino Unido (0,1 por cento cada).

 O gabinete estatístico da União Europeia regista que, 3,6 por cento das pessoas disseram não ter recebido os cuidados médicos de que necessitavam, sendo a maior justificação a do preço (1 por cento), seguindo-se a existência de listas de espera (0,9 por cento), espera para ver se melhoram por si mesmas (0,6 por cento) e alegado falta de tempo (0,3 por cento).

Em Portugal, 0,6 por cento das pessoas disseram ter preferido esperar por melhoras.

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Ministra anuncia reforço de 8.400 profissionais de saúde em 2020 e 2021

“Distribuidos por todos os grupos profissionais”

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Foto: DR

Em conferência de imprensa no final de um conselho de ministros extraordinário, Marta Temido sublinhou “o compromisso e previsão de um incremento de cerca de 8.400 profissionais de todos os grupos de saúde ao longo dos anos 2020 e 2021”.

Anunciou também um conjunto de medidas relacionadas com a melhoria do desempenho, desde logo “a previsão de incentivos institucionais aos cuidados de saúde primários no valor de quatro milhões de euros relativos a desempenho do ano de 2019”.

Está também previsto “um quadro de estímulo ao desenvolvimento de novos modelos de gestão sensíveis ao desempenho, aos resultados, concretamente centros de responsabilidade integrados, com uma previsão de enquadramento de 100 milhões de euros”, adiantou a ministra.

Marta Temido sublinhou que “estes aspetos só serão garantidos em termos da sua eficácia total se este esforço orçamental dos portugueses for associado a medidas de melhoria da gestão”.

Por isso, adiantou, a resolução do Conselho de Ministros tem uma componente de medidas de monotorização da gestão e de melhoria desse exercício de gestão.

Assim, a partir de 2020, as unidades de saúde que integram o Sistema Nacional de Saúde (SNS) com a natureza de entidade pública empresarial terão um reforço da autonomia, nomeadamente em matéria de contratações de substituição de profissionais de saúde, e a aplicação da lei dos compromissos e pagamentos em atraso será adequada à especificidade do setor e à nova realidade de baixo endividamento.

Relativamente à programação plurianual de investimentos, no valor de 190 milhões de euros, Marta Temido explicou que esta verba se refere a investimentos em 2020, mas “não só”.

“Estes 190 milhões de euros preveem novos investimentos e fazem parte da programação de investimento para 2020 e não só. Podem ter reflexo em investimentos futuros”, justificou.

A título de exemplo, a ministra apontou projetos como a remodelação de um dos edifícios do Hospital de Gaia, a remodelação de centros de saúde em Ourique, em Santiago do Cacém ou mesmo investimentos no Serviço de Cardiologia do Algarve.

A ministra sublinhou que esta resolução do Conselho de Ministros é “um passo decisivo para a melhoria da capacidade de resposta do Serviço Nacional de Saúde em termos de um caminho sustentado para a redução da suborçamentação e da dívida”.

É também “um caminho sustentado” para o reforço dos profissionais de saúde e para “a melhoria do investimento num conjunto de áreas e sobretudo para o aumento da atividade assistencial para as pessoas que são o centro da nova Lei de Bases da Saúde”, resumiu.

O Conselho de Ministros extraordinário desta quarta-feira aprovou o Plano de Melhoria da Resposta do Serviço Nacional de Saúde, garantindo o Governo que este é “o maior investimento inicial” de que há registo recente no SNS.

Segundo o governo, o reforço do Programa Operacional da Saúde é de 800 milhões de euros que vão estar já contemplados no Orçamento do Estado para 2020.

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OE2020: Governo anuncia reforço de 800ME no Programa Operacional da Saúde

Para “reduzir a dívida e aumentar a capacidade de resposta”

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Marta Temido, ministra da Saúde. Foto: Imagem ARTV

A ministra da Saúde, Marta Temido, anunciou, esta quarta-feira, um reforço do Programa Operacional da Saúde em 800 milhões de euros que vão estar já contemplados no Orçamento do Estado para 2020.

Estes 800 milhões vão integrar o orçamento de 2020, que será entregue na segunda-feira, e visam reduzir a dívida e aumentar a capacidade de resposta e de produção do Serviço Nacional de Saúde, afirmou a ministra em conferência de imprensa no final de um Conselho de Ministros extraordinário.

Esta verba será afeta “à capacidade de resposta do Serviço Nacional de Saúde e, portanto, a primeira utilização clara é o aumento da capacidade assistência do Serviço Nacional de Saúde em termos de atividade programada”, nomeadamente consultas, internamento, cirurgias, cuidados de saúde primários, adiantou Marta Temido.

Esta é uma das medidas aprovadas hoje no Conselho de Ministros extraordinário, incluída no Plano de Melhoria da Resposta do Serviço Nacional de Saúde, garantindo o Governo que este é “o maior investimento inicial” de que há registo recente no SNS.

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