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NOS lança canal próprio de filmes e admite vir a ter um canal de desporto

NOS Studios e NOS Sports

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Foto: DR / Arquivo

A NOS lançou hoje o seu canal próprio de filmes, o NOS Studios, e admite poder vir a lançar um canal de desporto, tendo o nome NOS Sports sido registado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC).

“A NOS é líder em entretenimento” e os “consumidores portugueses veem cada vez mais conteúdos”, afirmou o administrador executivo da operadora, Luís Nascimento, na apresentação aos jornalistas do canal NOS Studios, em Lisboa.

Este novo canal de conteúdos de filmes, dirigido a “toda a família”, é pensado para “as novas tendências e multiplataformas”, acrescentou, reforçando a aposta da operadora de telecomunicações na oferta de conteúdos de entretenimento.

Este canal “surge de uma procura constante de encontrar oportunidades nos nossos clientes para os deixar mais felizes connosco”, prosseguiu o gestor.

Além deste canal exclusivo, a NOS obteve autorização da ERC para a “atividade de televisão através do serviço de programas temático de desporto, de cobertura nacional e acesso condicionado, denominado NOS Sports”, de acordo com a deliberação do regulador media.

Questionado sobre isso, Luís Nascimento referiu que a NOS vai “garantindo” que consegue “registar e guardar marcas que podem ter potencial muito interessante no futuro” e a NOS Sports “é uma delas”.

O administrador executivo da NOS recordou que a operadora é ‘naming sponsor’ da Liga de futebol, pelo que “faz sentido” que um canal de desporto “esteja em cima da mesa”.

Questionado quando é que o canal será lançado, Luís Nascimento disse que o facto de haver um registo da marca não quer dizer que o canal avance.

“Não estou a dizer que o canal vai chegar, equacionamos esse canal”, afirmou.

Sobre se existe mais alguma área temática que suscite a criação de um outro canal próprio, o gestor admitiu que sim, mas não adiantou mais pormenores.

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Base de dados de perfis de ADN conseguiu 11.774 amostras em oito anos

Para fins de investigação criminal e identificação civil

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Foto: DR/Arquivo

A base de dados de perfis de ADN para fins de investigação criminal e identificação civil inseriu 11.774 amostras em quase oito anos, sendo a maioria de condenados, segundo o relatório de 2018 sobre o seu funcionamento.

A base de dados de perfis de ADN, que permite o seu cruzamento rápido com amostras recolhidas nos locais dos crimes, entrou em funcionamento em fevereiro de 2010 e até 31 de dezembro de 2018 inseriu 11.774 amostras, das quais 9.128 são de condenados (77%).

Os números constam no relatório anual sobre o funcionamento da base de dados de perfis de ADN elaborado pelo Conselho e Fiscalização e aprovado pela Assembleia da República.

Segundo o mesmo documento, dos 11.774 perfis de ADN, quatro são amostras de voluntários, 29 de problema de identificação civil, 15 referência de identificação civil, 2.455 amostras de investigação criminal, 9.128 de condenados e 143 de profissionais.

“Tal como em anos anteriores, verifica-se que o número de perfis inseridos para fins de investigação criminal é consideravelmente superior ao número de perfis inseridos para fins de identificação civil. A base de dados é composta sobretudo por perfis de condenados (9128) e por amostras problema para investigação criminal (2455)”, refere o Conselho de Fiscalização da Base de Dados de Perfis de ADN.

O documento sublinha que o número de perfis de condenados tem vindo a aumentar de uma forma constante, enquanto as amostras problema de investigação criminal tem mantido um ritmo de inserção muito baixo.

“O aumento assinalado do número de perfis de condenados (mais 90 do que em 2017) não é, porém, significativo, havendo até um decréscimo quando comparamos o número de perfis inseridos no segundo semestre de 2017 e no segundo semestre de 2018 (menos 72)”, indica.

De acordo com o relatório, no ano passado foram inseridos 1.779 perfis de ADN, o que representa menos 77 amostras do que em 2017.

Com as alterações introduzidas em 2017, os laboratórios do Instituto Nacional de Medicina legal e Ciências Forenses (INMLCF) e da Polícia Científica passaram a poder inserir diretamente perfis de ADN na base de dados resultantes de amostras problema para identificação civil e criminal.

No entanto, indica Conselho de Fiscalização, até 31 de dezembro de 2018 ainda não tinha sido realizada qualquer inserção direta pelo Laboratório de Polícia Científica, sublinhando que, “apesar da alteração legislativa, o número de amostras problema para investigação criminal não aumentou, tendo até, pelo contrário, diminuído”.

O relatório explica que a base de dados é também constituída por um ficheiro contendo a informação relativa aos perfis dos profissionais que procedem à recolha e à análise das amostras, sendo o prévio consentimento condição para o exercício de funções enquanto técnico de recolha e análise de amostras de ADN.

No entanto, o ficheiro da base de dados dos profissionais que procedem à recolha e à análise de amostras não constava informação relativa a amostras de profissionais que integram a Guarda Nacional Republicana, Polícia de Segurança Pública e Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, fazendo apenas parte os perfis de ADN dos elementos da Polícia Judiciária, num total de 143 no final de 2018.

O Conselho refere que já enviou dois ofícios aos ministros da Administração Interna e da Justiça, em 2018, dando conta desta realidade e da necessidade de haver um cumprimento efetivo da lei para que a base de dados passe a ter os perfis dos profissionais, mas nada se alterou.

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Eleições: Rio acusa PS de nada ter feito por PME e “prometer agora” medidas às empresas

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Foto: Arquivo

O presidente do PSD, Rui Rio, acusou, no sábado, o PS de nada ter feito pelas Pequenas e Médias Empresas (PME), e criticou o partido por prometer “agora” medidas para as empresas.

“Depois de quatro anos de braço dado com o BE e o PCP, em que nada fez pelas PME, o PS promete agora medidas para as empresas … apesar de dizer que esta experiência à esquerda foi boa e é para repetir. Hum”, escreve Rui Rio, numa publicação na sua conta oficial do Twitter, no dia em que o PS apresentou e aprovou o seu programa eleitoral.

Já na sexta-feira o presidente do PSD tinha acusado os socialistas de copiarem as ideias eleitorais dos sociais-democratas, depois de o primeiro-ministro, António Costa, ter afirmado em entrevista ao Observador que tenciona reduzir a carga fiscal sobre o trabalho com novo desdobramento dos escalões de IRS da classe média, aumentar as deduções em função do número de filhos e criar o “cheque-creche”.

“Não tem havido fugas de informação sobre o programa do PSD. A prova é que o PS só o tem copiado à medida que nós o vamos divulgando setorialmente. Hoje lá saiu a promessa de baixar impostos – que antes era de não baixar – juntamente com a das creches. Prometem o que não fizeram”, escreveu Rui Rio na sexta-feira.

No sábado, o programa eleitoral do PS foi aprovado por unanimidade no final da Convenção Nacional do partido, que decorreu em Lisboa.

O PSD já divulgou o cenário macroeconómico que enquadrará o programa do partido às legislativas de 06 de outubro e as linhas gerais de algumas áreas do documento: política fiscal, combate às alterações climáticas, saúde, agricultura, e medidas para a gestão da despesa pública.

O programa eleitoral do PSD vai ser votado numa reunião do Conselho Nacional do partido marcada para 30 de julho, em Guimarães.

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Eleições: Programa eleitoral do PS aprovado por unanimidade

Na Convenção Nacional, em Lisboa

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Foto: Imagens PS

O programa eleitoral do PS foi hoje aprovado, por unanimidade, no final da Convenção Nacional do partido, que decorreu em Lisboa.

O programa eleitoral do PS para as legislativas de 06 de outubro foi hoje apresentado ao longo do dia e disponibilizado no site do partido, em www.ps.pt, numa Convenção que arrancou pelas 11:00 e terminará com uma intervenção do secretário-geral do PS, António Costa.

Por volta das 19:30, o documento foi votado de braço no ar, não se registando qualquer voto contra ou abstenção.

Antes da sua intervenção, Costa recebeu das mãos do diretor do Gabinete de Estudos do PS, João Tiago Silveira, o programa do PS, mas em versão eletrónica, até porque o combate às alterações climáticas é um dos eixos fundamentais do documento.

Ao longo do dia, passaram pelo palco da convenção do PS, que decorre no Pavilhão Carlos Lopes (em Lisboa), vários membros do Governo, mas o maior destaque foi para o ministro das Finanças, Mário Centeno, que moderou um painel de manhã e fez uma intervenção sobre “Boa Governação” ao início da tarde.

A Convenção Nacional do PS seguiu-se a quatro convenções regionais temáticas já realizadas pelos socialistas: a primeira em Viseu, no dia 15 de junho, sobre combate às desigualdades; a segunda em Faro, em 22 de junho, sobre combate às alterações climáticas; a terceira em Portalegre, em 29 de junho, sobre demografia; e a quarta em Braga, em 06 deste mês, sobre sociedade digital.

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