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Braga

Noite Branca de Braga e Feiras Novas deixam de ser no mesmo fim-de-semana

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“Portugal pediu, Portugal tem. A partir da edição deste ano, a Noite Branca de Braga decorre na semana anterior às Feiras Novas de Ponte de Lima. Em 2016, de 2 a 4 de Setembro.”, escreveu Ricardo Rio no Facebook.

A Câmara de Braga antecipou a data do evento Noites Brancas para não coincidir com a festa ancestral de Ponte de Lima, evitando que o público “seja obrigado a escolher entre dois grandes eventos”.

Este ano, a quinta edição da iniciativa lúdico-cultural Noite Branca vai decorrer, em Braga, na primeira semana de setembro enquanto as Feiras Novas, como acontece desde 1878, ocorrerão na segunda semana do mesmo mês.

A alteração resulta de um protocolo de colaboração, hoje assinado, em Ponte de Lima, entre o presidente da Câmara daquela vila do Alto Minho, Vítor Mendes e o colega de Braga, Ricardo Rio.

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O autarca anfitrião realçou a “visão estratégica” de Ricardo Rio “que percebeu que ninguém ficava a ganhar” com a coincidência das datas dos dois eventos “em territórios tão próximos”, que distam 25 quilómetros, um do outro.

Vítor Mendes afirmou que se trata de um “bom exemplo” a ser “replicado” por outros concelhos do distrito, e fora dele, no sentido de garantir “a efetiva complementaridade” dos territórios do Minho.

“É possível sermos complementares a favor de toda uma região”, sustentou.

Ricardo Rio sublinhou que a cidade de Braga e a vila de Ponte de Lima “têm relações históricas”, uma vez que ambas estão “intrincadas” com a fundação de Portugal.

Admitiu que nos últimos anos a “relações de afetividade” dos dois territórios tinham sofrido “um pequeno atrito”, com a sobreposição das datas daqueles eventos.

“No fundo, obrigávamos as pessoas a escolherem ou a dividirem-se, no mesmo dia, entre as duas iniciativas. Com este desencontro de datas passamos a permitir que todos possam fruir, em pleno, quer da Noite Branca, de Braga, quer também das Feiras Novas, de Ponte de Lima”, sublinhou.

O acordo hoje assinado prevê ainda “o apoio à valorização dos centros históricos, no âmbito da Associação Nacional que ambos integram e, este ano, na organização, na cidade de Braga, do Encontro Nacional de Municípios com Centro Histórico, que decorrerá no dia 18 de maio”.

O documento integra ainda “ações de sensibilização ambiental e de formação para a defesa do meio ambiente e a valorização dos espaços verdes, no âmbito do Festival Internacional de Jardins de Ponte de Lima, dirigidas às comunidades escolares.

Os dois municípios acordaram ainda organizar ações conjuntas de promoção do Caminho Português de Santiago e apoio à candidatura daquele percurso a Património Imaterial da Humanidade.

A promoção da programação cultural, nomeadamente através da permuta de espaços para colocação de ?outdoors’, a promoção turística de ambos, nos eventos a realizar em cada um dos concelhos, o apoio logístico de visitas organizadas a locais de interesse em cada um dos concelhos, e encontros anuais de técnicos em áreas setoriais, são outras das ações.

 

Notícia reformulada às 19h06.

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Braga

Gerente de empresa de Braga acusado de dissipar património para não pagar a credores

Procuradoria-Geral do Porto

em

Foto: Divulgação

O Ministério Público acusou de insolvência dolosa a gerente de uma sociedade com sede em Braga por dissipação de património que deveria servir para pagar aos credores, anunciou esta sexta-feira a Procuradoria-Geral Distrital do Porto.

Em nota publicada na sua página, aquela procuradoria refere que, segundo a acusação, a sociedade da arguida foi declarada insolvente, por sentença transitada em julgado em 11 de julho de 2016, proferida em processo que correu no Juízo do Comércio de Vila Nova de Famalicão.

Nesse processo, apesar do reconhecimento de créditos no montante de quase 42 mil euros, não foram apreendidos bens suficientes para pagamento dos créditos reconhecidos.

O Ministério Público considerou indiciado que em 2014 a sociedade tinha em caixa a quantia de 17.587 euros e possuía três veículos automóveis, “mas a arguida deu à quantia em causa destino não apurado, retirando-a da disponibilidade da sociedade”.

Além disso, vendeu, em fevereiro, julho e agosto de 2014, os veículos automóveis, dando ao provento das vendas destino igualmente não apurado, “não o integrando no património da sociedade, com o intuito de subtrair tais bens aos credores e de os impedir de com eles satisfazerem os seus créditos”.

O Ministério Público promoveu que a arguida seja condenada a pagar ao Estado o montante de 19.720 euros, que entendeu corresponder à vantagem da atividade criminosa que desenvolveu.

Isto sem prejuízo dos direitos que venham a ser reconhecidos a lesados no âmbito de pedido de indemnização civil.

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Braga

Suspeito de abusar de enteadas detido pela PJ em Vila Verde

Abuso sexual de criança

em

Foto: Ilustrativa / Arquivo

A Polícia Judiciária (PJ) de Braga anunciou hoje a detenção de um homem de 48 anos, residente em Vila Verde, por alegado abuso sexual de duas enteadas desde 2015 até à atualidade.

Em comunicado, a PJ refere que o homem foi detido fora de flagrante delito e é “suspeito da eventual prática de vários crimes de abuso sexual de crianças”.

O detido vai ser presente a tribunal para primeiro interrogatório judicial e aplicação das medidas de coação.

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Braga

Braga vai investir 617 mil euros no Theatro Circo – e 400 mil são para o modernizar

Ao longo dos próximos quatro anos

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Foto: DR / Arquivo

O Theatro Circo, em Braga, vai investir 617 mil euros ao longo dos próximos quatro anos, sendo a maior fatia, de cerca de 400 mil euros, destinada a equipamentos, disse hoje a administradora à Lusa.

Segundo Cláudia Leite, em causa está aquisição de novos equipamentos de luz, som e projeção, além da renovação de toda a maquinaria de cena.

“O Theatro já reabriu há bastante tempo [em 2006, após profundas obras de remodelação] e já se justifica o reinvestimento na modernização dos equipamentos”, referiu.

Em termos estruturais, terão também lugar obras de ampliação dos espaços de trabalho, uma necessidade já identificada há meia dúzia de anos.

“As equipas têm vindo a crescer e os espaços de trabalho já não são adequados. Hoje em dia, há equipas de teatro a trabalhar em espaços improvisados e de passagem. A ideia é termos escritórios condignos para todas as equipas”, disse ainda Cláudia Leite.

A responsável adiantou que haverá a preocupação de as intervenções causarem “o menor impacto possível” na atividade normal do teatro.

Uma parte das equipas vai trabalhar provisoriamente no edifício gnration, mas o teatro tentará manter a programação normal.

“Temos uma função de serviço público que não pode ser, nem será, descurada, prejudicada ou interrompida”, vincou a administradora.

O Theatro Circo foi inaugurado em 21 de abril de 1915.

Em 1986, a Companhia de Teatro de Braga tornou-se a estrutura residente do Theatro Circo e, para além de assegurar produção teatral própria, também assumiu responsabilidades na programação artística.

Um ano depois, a Câmara Municipal de Braga adquiriu a quase totalidade do capital acionista do Theatro.

Em 1999, teve início o processo de remodelação do edifício, que foi submetido a profundas obras de restauro e requalificação, ao abrigo de um protocolo estabelecido entre a Câmara de Braga e o Ministério da Cultura.

A requalificação incluiu o restauro de todo o imóvel, com “total respeito” pela sua arquitetura e o reforço e a consolidação da estrutura e sua segurança.

Segundo o ‘site’ do Theatro, o objetivo foi a reconversão do “num grande complexo cultural, capacitado com a mais atual e completa tecnologia cénica e sonora, capaz de responder às necessidades da arte contemporânea nas suas mais variadas dimensões”.

Para além da sala principal, com lotação de 897 lugares, o equipamento foi complementado com duas novas salas: um pequeno auditório com 236 lugares e uma sala de ensaios.

Foi ainda aumentada a sua capacidade nas zonas de apoio, com a dotação de novos camarins e armazéns.

A requalificação incluiu também a reposição da traça original do salão nobre, libertando-o das alterações que foi sofrendo ao longo dos anos.

O teatro reabriu em 27 de outubro de 2006.

Dois anos depois, o município adquiriu as restantes ações e tornou-se detentor de 100% do capital da empresa.

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