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Viana do Castelo

Navio patrulha ‘made in’ Viana conclui missão na Guiné e parte para Cabo Verde

Forças Armadas

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O navio da Marinha portuguesa Viana do Castelo, que chegou na terça-feira a Bissau, terminou hoje a sua missão de formação na Guiné-Bissau no âmbito da iniciativa “Mar Aberto”, com um “balanço positivo”.

“Nós, nestes últimos dias, temos desenvolvido ações de formação em conjunto com a Marinha da Guiné-Bissau com resultados extremamente positivos. Os militares da Marinha da Guiné-Bissau colaboraram imenso, demonstraram muito interesse, vê-se que existe vontade de colaborarem com a Marinha portuguesa e é isso que nós queremos”, afirmou o comandante do navio, o capitão-de-fragata Paciência da Silva.

O navio de patrulha oceânica, construído nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, deixou Lisboa em 11 de abril para participar em exercício internacionais e ações de cooperação em Angola, São Tomé e Príncipe, Guiné Equatorial, Togo e Guiné-Bissau, seguindo na sexta-feira para Cabo Verde.

“É isso que a Marinha portuguesa quer para o futuro, continuar a colaborar, continuar a trabalhar em conjunto, desenvolver ações de cooperação e bilaterais de forma a termos técnicas, táticas e procedimentos em comum para conseguirmos trabalhar em conjunto em operações reais se necessário”, sublinhou o capitão-de-fragata Paciência da Silva, considerando a estadia como “muito positiva”, de uma “forma geral”.

O diretor-geral da política de defesa nacional da Guiné-Bissau, o brigadeiro-general Adelino Alves, fez também um balanço positivo da missão, que considerou que “já vem da elaboração do novo programa-quadro” de cooperação no domínio da defesa.

“Este novo programa-quadro no domínio da defesa trouxe uma nova agressividade diplomática, uma nova ambição, engajamento e empenho, tanto das autoridades militares portuguesas, como das autoridades militares da Guiné-Bissau”, salientou.

O Viana do Castelo tem uma guarnição de 57 militares, incluindo uma equipa médica, uma equipa de abordagem e mergulhadores.

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