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Nasceu o primeiro bebé refugiado em Guimarães

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Bourak Kaka e Rasha Sheikh com a filha mais velha, Ghenwa Kaka. Foto: reflexodigital.com

Pouco passava das 16:00 horas de segunda-feira, quando o pequeno Shady Tiago se tornou no primeiro bebé refugiado a nascer em Guimarães. O bebé e a mãe encontram-se bem.


Filho de Bourak Kaka e Rasha Sheikh, o recém-nascido é o segundo descendente em comum do casal de refugiados proveniente da cidade de Aleppo, na Síria, também pais de Ghenwa Kaka, uma menina, que completa a família que teve de atravessar o Mediterrâneo e a Europa a muito custo, antes de se instalar em S. Cosme de Sande, a nove quilómetros a noroeste da cidade de Guimarães, a cinco mil da sua terra natal.

Reflexo Digital, que conta a história, escreve que esta família síria chegou a Portugal no dia 28 de setembro do ano passado, no âmbito do Programa “PAR Famílias”, promovido pela Plataforma de Apoio aos Refugiados (PAR), com duração de 24 meses.

Rasha Sheikh, 32 anos, e Bourak Kaka, 39 anos. Foto: reflexodigital.com

Decidiram sair da Síria quando o local onde viviam ficou destruído.

Partiram a pé para a Turquia, onde ficaram duas semanas, seguiram para a Grécia de barco, com outros refugiados. Aí permaneceram seis meses, num campo de refugiados, antes de partirem para Itália, de avião, local onde fizeram escala antes de chegar a Portugal.

Sobre o acolhimento, o casal disse ao jornal que tem sido “excelente”, sublinhando que “as pessoas acolheram-nos de forma positiva e em Portugal são mais simpáticas e carinhosas”.

Apesar de viverem “com mais esperança e outros objetivos”, Bourak e Rasha continuam preocupados com a situação vivida na Síria, onde deixaram filhos de outros casamentos.

Sobre o jornal Reflexo 

O Jornal Reflexo é uma publicação de informação geral, com periodicidade mensal, cuja orientação e principais objetivos são a divulgação de notícias ou informações respeitantes à vila de Caldas das Taipas, freguesia de Caldelas, do concelho de Guimarães e, subsidiariamente, às freguesias vizinhas.

Site: reflexodigital.com // No Facebook: facebook.com/reflexodigital

Homepage da versão digital do jornal Reflexo, em www.reflexodigital.com

 

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Sindicato descontente com termas de Vizela encerradas pede reunião à Câmara

Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte

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Foto: DR

Os trabalhadores das termas de Vizela pediram uma reunião ao presidente da Câmara para manifestar insatisfação com o encerramento do balneário desde novembro e por incumprimento dos direitos laborais, informou hoje o sindicato do setor.

Em comunicado, o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte, diz que “o balneário encerrou devido a uma contaminação nas águas”, mas esse problema “ficou resolvido em três meses”.

O sindicato refere que a empresa Tesal, que gere a estância termal, por concessão da Câmara, “não respeita os direitos dos trabalhadores, nem no balneário termal, nem no hotel”.

“O sindicato requereu hoje uma reunião com a empresa e com a Câmara Municipal para exigir a reabertura imediata do balneário termal, o pagamento dos salários de julho e agosto a 100% e o respeito pelos demais direitos dos trabalhadores”, lê-se no documento.

Sobre esta posição do sindicato, o presidente da câmara explicou à Lusa que o balneário só reabrirá quando forem cumpridas as exigências das autoridades de saúde.

Vítor Hugo Salgado informou que estão a ser feitas análises às águas termais para determinar a reabertura do equipamento, o que deve ocorrer até ao final do ano.

Sobre o alegado incumprimento nos salários, o autarca disse ter a informação de que a situação tem vindo a ser regularizada, recordando que a pandemia da covid-19 trouxe dificuldades acrescidas ao setor.

O presidente da câmara adiantou que vai receber o sindicato para ouvir a posição dos representantes dos trabalhadores.

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Guimarães

Jovem de 17 anos molestada sexualmente na via pública em Guimarães

Assédio sexual

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Foto: DR

Uma jovem mulher de 17 anos alega ter sido molestada na via pública, em Guimarães, na tarde de ontem, segunda-feira.

De acordo com o Guimarães Digital, do Grupo Santiago, a vítima diz ter sido molestada sexualmente no centro da cidade, por volta das 15 horas.

O homem, desconhecido, terá encetado fuga depois do ataque sexual.

A jovem apresentou queixa na esquadra da PSP de Guimarães, que está a investigar a ocorrência.

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Guimarães

Guimarães: José Neves doa dois terços da fortuna para causas sociais

Economia

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Foto: DR

O empresário José Neves, de Guimarães, anunciou hoje que irá doar dois terços da fortuna ao movimento Giving Pledge, fundado por Bill Gates e Warren Buffett, de forma a ajudar as principais causas sociais em todo o mundo.

De acordo com o jornal Público, o CEO da Farfetch é o primeiro português a aderir a este movimento.

“Fui aceite pela Giving Pledge, que é a iniciativa de Bill e Melinda Gates e de Warren Buffett para filantropos que prometeram doar mais de 50% da sua fortuna. No meu caso, foi dois terços”, disse esta quarta-feira o empreendedor aos jornalistas, no Porto, antes de apresentar um dos projetos-piloto de uma fundação que criou.

Neves declara que a adesão ao movimento solidário global passa por um “gesto de gratidão” e “um sentimento de dever, de missão”.

“Quando sentimos um dever, sem uma carga moral associada, um dever fazer, porque é o que tem de ser feito, chega o momento de começar a partilhar”, disse, classificando o movimento como “uma rede fantástica”.

O movimento fundado pelo casal Gates reune duas vezes por ano para “ouvir especialistas e trocar ideias” no que toca à filantropia.

Em 2019, a edição portuguesa da revista Forbes classificou o vimaranense como o quarto homem mais rico do país.

O empresário, que também tem residência em Londres e tem a Farfetch como o seu principal ativo, tem uma fortuna estimada em 1010 milhões de euros.

Vimaranense José Neves é o quarto mais rico de Portugal

Segundo a revista, a maioria dos milionários nasceu rico ou herdou uma fortuna. O vimaranense está na categoria dos que construíram a partir do zero.

Na primeira posição estava Maria Fernanda Amorim, com uma fortuna de 4,1 mil milhões de euros. Alexandre Soares e Vítor da Silva Ribeiro completavam o pódio.

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