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Nasceu o segundo bebé de mãe infetada no Hospital de São João no Porto

Covid-19

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Foto: afiliacoe.med.up.pt / DR

Nasceu, esta quinta-feira, no hospital de São João, no Porto, o segundo bebé filho de uma mulher infetada com o vírus da covid-19, disse à Lusa fonte oficial daquela unidade hospitalar.

O menino nasceu de cesariana, esta madrugada, e tanto a mãe como o filho “estão bem”, acrescentou a mesma fonte do Centro Hospitalar e Universitário São João (CHUSJ).

O bebé – o segundo de uma mãe infetada com o novo coronavírus a nascer no Hospital de São João, no espaço de quase uma semana – vai agora realizar um teste para se apurar se está infetado.

A 17 de março nasceu o primeiro bebé – uma menina – de uma mulher com o novo coronavírus no país e os dois testes que lhe foram realizados deram negativo para a infeção.

Na sexta-feira, Henrique Soares, neonatologista do CHUSJ, assegurou que aquela unidade hospitalar está “preparada” para casos de grávidas infetadas pelo novo coronavírus que causa a doença covid-19, a qual não coloca as gestantes em grupo de risco.

“As equipas estão preparadas quer as médicas, quer as de enfermagem, quer a de obstetrícia, quer as da neonatologia. Estabeleceram-se circuitos próprios para as grávidas Covid-19 positivas ou suspeitas e para as grávidas normais”, disse o neonatologista.

Em Portugal, de acordo com o balanço feito na quarta-feira pela Direção-Geral da Saúde (DGS), registam-se 43 mortes, mais 10 do que na véspera (+30,3%), e 2.995 infeções confirmadas.

Dos infetados, 276 estão internados, 61 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 22 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou perto de 450 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 20.000.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

O continente europeu, com cerca de 240.000 infetados, é aquele onde está a surgir atualmente o maior número de casos, e a Itália é o país do mundo com mais vítimas mortais, com 7.503 mortos em 74.386 casos registados até hoje.

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Hospital Santo António no Porto apela às dádivas de sangue por quebra nas reservas

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

O Hospital de Santo António, no Porto, está a apelar às dádivas de sangue depois de ter sofrido uma “diminuição acentuada” devido à pandemia da covid-19.

“Dar sangue a quem precisa é um motivo de força maior. Seja solidário”, é a mensagem do Centro Hospitalar do Porto, onde está integrado este hospital, publicado na sua página de Facebook.

Em face da nova infeção pelo coronavírus, o atendimento dos dadores de sangue é feito com “todas as condições de segurança” e num edifício separado do restante hospital, nas antigas instalações do ex-CICAP, disse hoje à Lusa a médica Marika Bini Antunes, do Serviço de Hematologia.

Os dadores têm também acesso e lugar de estacionamento próprio, sublinhou.

Marika Bini Antunes adiantou que para evitar os tempos de espera e a aglomeração de dadores a colheita deve ser agendada através do número 226004808 ou do email [email protected]

“Não agendamos mais do que três pessoas em cada meia hora por questões de segurança”, ressalvou.

A médica revelou que, desde o início da pandemia e da implementação do estado de emergência, que as dádivas de sangue sofreram uma “quebra acentuada” na ordem dos 40%, pondo em risco as reservas de sangue necessárias para tratar os doentes, lembrando que alguns dependem de transfusões para sobreviver.

Contudo, Marika Bini Antunes lembrou que só devem doar pessoas assintomáticas que, nas duas semanas antecedentes à dádiva, não tenham contactado com casos suspeitos ou confirmados de covid-19.

Em Portugal, segundo o balanço feito na quarta-feira pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 380 mortes, mais 35 do que na véspera (+10,1%), e 13.141 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 699 em relação a terça-feira (+5,6%).

Dos infetados, 1.211 estão internados, 245 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 196 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até ao final do dia 17 de abril, depois do prolongamento aprovado na quinta-feira na Assembleia da República.

Além disso, o Governo declarou no dia 17 de março o estado de calamidade pública para o concelho de Ovar.

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Hospital das Forças Armadas do Porto cheio

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

O Hospital das Forças Armadas do Porto já não tem vagas para receber mais doentes infetados com covid-19, informou hoje o ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho.

De acordo com o governante, ouvido hoje na Assembleia da República, o Hospital das Forças Armadas do Porto “está atualmente esgotado na sua capacidade”.

“Mas esperamos que em breve tenha possibilidade de receber mais doentes, na medida em que temos 11 casos de idosos que não estão infetados e estão lá apenas enquanto aguardam condições para que regressem aos lares”, indicou o ministro, estimando que tal possa “acontecer na quarta-feira”.

Já no Hospital das Forças Armadas de Lisboa existe “ainda bastante capacidade de receber doentes” infetados com a doença provocada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2).

Questionado pelo PCP sobre o antigo Hospital Militar de Belém (Lisboa), que está em obras para receber infetados com covid-19, o ministro adiantou que os trabalhos decorreram “em tempo recorde” com “130 trabalhadores a trabalhar 24 horas”.

Sobre o futuro daquele edifício no fim da pandemia, Gomes Cravinho explicou que as “obras que foram feitas não serão desperdiçadas, porque a infraestrutura tem de ter utilidade”, e “estava já previsto que a estrutura fosse utilizada, em parceira com a Câmara Municipal de Lisboa e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, como centro de cuidados continuados”.

“Esse plano mantém-se”, salientou.

Ainda assim, o ministro da Defesa Nacional afirmou que, “daqui por um mês ou dois”, vai falar com a ministra da Saúde, que decidirá se se mantém a necessidade daquelas camas para o tratamento de doentes com covid-19.

Se essa necessidade não se colocar, avança o centro de cuidados continuados, mas se as camas forem precisas para doentes infetados com o novo coronavírus, “esse plano será adiado”, referiu.

Sobre o hospital de campanha localizado no Estádio Universitário, em Lisboa, o ministro explicou que o “objetivo é ter capacidade de receber utentes que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) não tenha capacidade de atender”.

Questionado sobre a localização, Gomes Cravinho argumentou que foi o “local mais apropriado”, mas assinalou que “está ao serviço do país, assim como a capacidade de transporte das Forças Armadas”, como por exemplo as “ambulâncias, que serão utilizadas sempre que houver necessidade”.

Em resposta ao PS, o ministro lembrou que as Forças Armadas estão à disposição do SNS e que dispõem de um conjunto de centros de acolhimento que permitem apoiar a rede hospitalar.

“[São] locais onde, por um lado, podem ir pessoas infetadas que não têm sintomas, mas não têm possibilidade de isolamento em casa própria, por viverem com outras pessoas, ou pessoas infetadas com sintomas, mas sintomas ligeiros que não requeiram nenhum tipo de cuidados especiais”, adiantou o ministro.

Desse modo, continuou Gomes Cravinho, o atendimento médico nestes centros seria “muito ligeiro”, não sendo necessário “o rácio habitual de camas por médico e por enfermeiro”.

Em resposta ao CDS-PP, o ministro da Defesa Nacional identificou “1.147 camas disponíveis para serem ocupadas” em nove centros de acolhimento espalhados pelo país – Braga, Vila Real, Alfeite, Vendas Novas, Leiria, Ota, Tavira, Funchal e Ponta Delgada.

De acordo com o ministro, existe capacidade de expandir até 2.300 camas “com outros centros de acolhimento que ainda não estão prontos”.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 345 mortes, mais 34 do que na véspera (+10,9%), e 12.442 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 712 em relação a segunda-feira (+6%).

Dos infetados, 1.180 estão internados, 271 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 184 doentes que já recuperaram.

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Veleiro encalha em praia das Caxinas e junta aglomerado de curiosos

Acidente

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Foto: Redes sociais

Um veleiro encalhou numa praia das Caxinas, em Vila do Conde, durante esta madrugada, resultando em ferimentos ligeiros para o único tripulante a bordo, disse fonte do comando local da Polícia Marítima da Póvoa de Varzim e de Vila do Conde.

O alerta foi dado cerca das 02:25 desta madrugada, quando o veleiro, com uma bandeira sueca, terá arrojado na areia, provocando ferimentos ao único tripulante a bordo, um homem de 66 anos de nacionalidade sueca.

Esta manhã, com o veleiro ainda no local, foram vários os curiosos, em garnde maioria residentes nas imediações, a aglomerarem-se no paredão de Vila do Conde, para observar o barco e a análise das autoridades para remoção do mesmo.

O tripulante teve alta esta manhã, estando em contacto com a Polícia Marítima para efetuar o desencalhe da embarcação.

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