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Braga

Nasceu em Braga uma cerveja artesanal para conquistar comunidade brasileira

“Alma Brasileira” é a nova aposta da empresa do humorista João Seabra

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Foto: Divulgação

“Alma Brasileira” é o nome de uma nova cerveja artesanal, com o rótulo da Alma, um projeto da empresa de Braga PCB – Portuguese Craft Beer, do humorista João Seabra.

“Zé Brasileiro Português de Braga” foi um sucesso da música popular portuguesa interpretado pela cantora Alexandra, em finais da década de 1970. Agora, quatro décadas depois, é lançada no mercado cervejeiro nacional uma “Alma Brasileira” que, tal como o Zé da cantiga, é portuguesa e nasceu em Braga.

Em comunicado, a empresa refere que a nova bebida, uma “fruit beer” que incorpora acerola, um fruto típico do Brasil muito rico em vitamina C, visa conquistar a extensa comunidade brasileira residente em Portugal, composta por mais de 150 mil pessoas, que não encontra no nosso país nenhuma das cervejas brasileiras. “Nem cervejas portuguesas que incorporem produtos tipicamente brasileiros”, realça.

A Alma foi criada por João Seabra para evocar a portugalidade através de uma cerveja que integra produtos e sabores de cada região, existindo rótulos da marca das várias regiões do país.

A Alma Brasileira, cujas primeiras garrafas de 500 ml já estão disponíveis na loja online da marca e nas lojas de distribuição onde a Portuguese Craft Beer está presente (nomeadamente a cadeia de supermercados de proximidade da rede Spar), é uma espécie de prolongamento do projeto de cerveja artesanal nascido em Braga, tendo agora como público-alvo a maior comunidade estrangeira a viver em Portugal, e, claro, todos os apreciadores de uma “fruit beer” diferente.

Mas os responsáveis da marca não querem que a Alma Brasileira se limite a ser consumida pelo mercado da saudade brasileiro que vive em Portugal. “Tal como outras cervejas do nosso portefólio, a Alma Brasileira é para todos os apreciadores de uma boa cerveja artesanal”, afirma João Seabra, citado no comunicado.

O novo produto nasceu “na procura de uma cerveja que representasse a alma do Brasil e dos brasileiros”, juntando “a fruta típica acerola a uma cerveja que apenas usa o lúpulo Hull Melon”, explica João Seabra.

O resultado é uma cerveja frutada e cítrica, de tonalidade amarela, corpo leve e com alguma turbidez natural. “O primeiro gole revela a frescura da carbonatação e a acidez cítrica da acerola, de sabores redondos e paladar frutado”, conclui comunicado.

Notícia atualizada às 14h39 com correção do número de residentes brasileiros.

Braga

Concelho de Braga com 1.700 casos ativos e 1.734 em isolamento

Covid-19

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O concelho de Braga registou 434 novos casos de covid-19 entre terça e quinta-feira. Desde o início da pandemia soma 13.949 infeções.

Casos ativos são atualmente 1.700 1.476, mais 224 dos registados na passada terça-feria.

Estes números foram apurados por O MINHO junto de fonte local da saúde e atualizados às 18:00 desta quinta-feira.

O número de óbitos mantém-se nos 168.

Há ainda um total de 11.871 recuperados, mais 210 em dois dias

Há 1.734 pessoas em vigilância ativa.

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Braga

Câmara de Braga investe 20 mil euros para testar funcionários das mesas de voto

Eleições presidenciais 2021

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A Câmara de Braga vai pagar 20 mil euros para a realização de testes rápidos às cerca de 900 pessoas que vão integrar as mesas de voto do concelho nas eleições presidenciais, que ocorrem no próximo domingo.

Em declarações a O MINHO, o seu presidente Ricardo Rio disse que “a iniciativa visa salvaguardar a saúde dos membros das mesas e dos próprios eleitores, de modo a que os bracarenses possam participar, com confiança no ato eleitoral”.

A testagem inclui os membros da “bolsa de suplentes, uma vez que surgem sempre situações de última hora, de pessoas infetadas ou em isolamento”.

Os testes vão ser feitos no drive-thru da Cruz Vermelha, instalado no Sameiro, esta sexta-feira e no sábado.

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Braga

Arquidiocese de Braga mantém celebração de missa nos funerais

Confinamento

Foto: DR (Arquivo)

O arcebispo de Braga, Jorge Ortiga, anunciou hoje que os funerais na arquidiocese vão continuar a incluir missas, “a não ser que seja, explicitamente, determinado o contrário”.

Numa nota publicada na página da arquidiocese, Jorge Ortiga solicita às comunidades que não deixem de fazer os seus funerais, “restritos à família com o cumprimento de todas as indicações prescritas, mas com a celebração da eucaristia”.

“Creio que podemos menorizar a dor deste momento para as famílias. A eucaristia ajudará a suavizar e a dar um conforto espiritual. Não a suprimimos a não ser que seja, explicitamente, determinado o contrário”, sublinha.

A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) anunciou hoje a suspensão das missas, a partir de sábado, bem como catequeses e outras atividades pastorais que impliquem contacto, face à situação pandémica que o país está a viver.

Na Arquidiocese de Braga, haverá uma missa diária, a transmitir pela internet, na Sé Catedral, de segunda-feira a sábado, às 17:30, e ao domingo, às 11:30.

As exéquias cristãs (funerais e cerimónias fúnebres) devem ser celebradas de acordo com as orientações da CEP de 08 de maio de 2020 e das autoridades competentes, diz a Arquidiocese de Braga.

A 08 de maio, a CEP referia que nos funerais e cerimónias fúnebres é permitida a presença dos familiares na igreja, cumprindo as regras de segurança.

Desde 15 janeiro, por determinação governamental, a realização de funerais está condicionada à adoção de medidas organizacionais que garantam a inexistência de aglomerados de pessoas e o controlo das distâncias de segurança, designadamente a fixação de um limite máximo de presenças, a determinar pela autarquia local que exerça os poderes de gestão do respetivo cemitério.

A 15 de janeiro, a CEP tinha já determinado a suspensão ou adiamentos das celebrações de batismos, crismas e casamentos, face ao que classificou como “gravíssima situação de pandemia” que Portugal vive.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.075.698 mortos resultantes de mais de 96,8 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 9.465 pessoas, em 581.605 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

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