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Nas próximas semanas chegarão “números muito significativos” de refugiados a Portugal

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Portugal vai duplicar até final do ano o número de refugiados, atualmente em 534, disse esta terça-feira o ministro-adjunto do primeiro-ministro, Eduardo Cabrita, que tutela as migrações.

No âmbito de uma reunião em Lisboa organizada pela Agência Europeia para o Asilo (EASO) e pela Plataforma de Apoio aos Refugiados (PAR), Eduardo Cabrita explicou que “nas próximas semanas” chegarão “números muito significativos” de refugiados, recolocados em Portugal a partir de Itália e da Grécia.

São refugiados que já passaram por todos os trâmites, de identificação, de pré-registo e de registo, por parte de todas as autoridades, e chegarão até final do ano, explicou o ministro.

No âmbito do programa de recolocação de refugiados, lembrou o responsável que Portugal assumiu o compromisso de acolher cinco mil pessoas, tendo o primeiro-ministro já anunciado a disponibilidade de duplicar esse número, pelo que há “uma disponibilidade política de princípio para acolher cerca de 10 mil” pessoas.

 

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País

Pneumonia comum mata 16 por dia em Portugal e onze mil por mês na Europa

Coronavírus aumenta preocupação com doenças respiratórias

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Foto: DR

A pneumonia comum mata pelo menos 16 pessoas por dia em Portugal e na Europa morrem por mês, em média, mais de onze mil pessoas, segundo dados internacionais e portugueses.

Numa altura em que um novo coronavírus matou por pneumonia na China mais de 130 pessoas num mês, os dados publicados nacional e internacionalmente mostram que há mais de 400 mortes por pneumonia em Portugal todos os meses, em média, na população adulta.

O conjunto das doenças respiratórias em Portugal provoca cerca de 40 mortes por dia, sendo que quase metade das 13 mil mortes anuais é causada por pneumonia, doença adquirida na comunidade e potencialmente curável, sendo a larga maioria pneumonias bacterianas.

O mais recente relatório do Observatório Nacional das Doenças Respiratórias, apontava para mais de 14 mil mortes por doenças respiratórias em Portugal, sendo que o número aumenta para mais de 17.000 se forem acrescentados os óbitos por cancro da traqueia, brônquios e pulmão.

No panorama europeu, Portugal surge como um dos países onde mais se morre por pneumonia, doença que na Europa mata cerca de 140 mil pessoas, segundo dados da OCDE – Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico.

Além de em média levar à morte de 16 pessoas todos os dias em Portugal, a pneumonia é responsável por mais de 80 internamentos diários.

As mortes por pneumonia afetam sobretudo os mais velhos, sendo que em mais de 90% dos casos os doentes têm 65 ou mais anos, segundo o Observatório Nacional das Doenças Respiratórias.

As doenças respiratórias são, desde 2015, a terceira causa de morte em Portugal, logo após o cancro, sendo responsáveis por 19% de todas as mortes ocorridas.

Também a gripe é uma doença que provoca mortalidade, levando em Portugal à morte de cerca de três mil pessoas só na época gripal de 2018/2019, segundo dados oficiais do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA).

Desde o início do mês, um novo coronavírus, que provoca pneumonias virais, foi detetado na China, onde as autoridades já anunciaram mais de 5.900 casos da doença, com 132 mortes registadas.

A origem deste surto de um novo vírus ainda não está completamente esclarecida, sendo que a transmissão pessoa a pessoa já foi confirmada, embora as circunstâncias exatas do modo de transmissão estejam também por esclarecer.

A cidade de Wuhan, onde o surto terá tido início, tem onze milhões de habitantes – população idêntica à de Portugal – e é a sétima maior cidade da China. Neste momento, a cidade encontra-se em quarentena.

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Joacine Katar Moreira exonera assessora jurídica do Livre na Assembleia da República

Rute Serôdio

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Foto: Arquivo

A deputada única do Livre, Joacine Katar Moreira, exonerou a sua assessora jurídica no parlamento, de acordo com um despacho publicado, esta quarta-feira, no Diário da Assembleia da República.

A saída de Rute Serôdio do gabinete de Joacine Moreira no parlamento deve-se a “motivos pessoais”, disse à agência Lusa fonte do gabinete do Livre na Assembleia da República.

De acordo com o despacho publicado no Diário da Assembleia da República, Rute Serôndio foi exonerada do cargo de assessora jurídica “com efeitos a partir do dia 30 de dezembro de 2019”.

Advogada de profissão, Rute Serôdio é membro do partido da papoila e foi candidata às legislativas de 2019 pelo círculo de Santarém.

O partido decide esta quinta-feira sobre uma proposta de retirada de confiança na deputada, na 44.ª Assembleia marcada com carácter “extraordinário e urgente”.

A recusa da deputada em receber apoio técnico por parte do Livre foi uma das críticas apontadas pela Assembleia do partido, na resolução que pedia a retirada de confiança à deputada, acusações negadas pela própria.

O Livre é representado na Assembleia da República pela deputada única, Joacine Katar Moreira, eleita nas legislativas de 2019 por Lisboa com cerca de 22.800 votos e 2,07%.

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Costa afirma que só quem tem pressa em pôr fim à legislatura pode querer tudo agora

Orçamento do Estado 2020

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O secretário-geral do PS frisou, esta quarta-feira, que este é ainda o primeiro Orçamento de quatro do mandato do Governo e considerou que só quem tem pressa de acabar já com a legislatura pode querer tudo agora.

António Costa deixou esta advertência no encerramento de dois dias de Jornadas Parlamentares do PS, num longo discurso que dedicou à proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2020, cuja votação final está prevista para 06 de fevereiro.

Num recado dirigido às forças à esquerda do PS no parlamento, António Costa citou o antigo Presidente da República Jorge Sampaio e referiu que “há mais vida para além deste Orçamento”, acentuando, depois, que este é o primeiro de quatro orçamentos da legislatura.

“Este não é o último, o penúltimo, ou o antepenúltimo orçamento da legislatura, é mesmo o primeiro. Por isso, só quem tem mesmo muita pressa de precipitar o fim da legislatura é que pode querer ter vontade de logo no primeiro orçamento fazer tudo aquilo que se comprometeu fazer ao longo de quatro anos”, afirmou.

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