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Guimarães

Multinacional vende empresa de fiação a empresária de Guimarães

MoreTextile

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Foto: DR / Arquivo

A multinacional MoreTextile, cujo acionista principal é o Fundo de Recuperação detido pela ECS Capital, anunciou hoje que vendeu a sua atividade de fiação a uma empresária de Guimarães para se focar na produção de “felpos e roupa de cama”.


Em comunicado, o grupo – constituído em 2011 através da consolidação da JMA Felpos, António Almeida & Filhos e Coelima – refere ter estabelecido um acordo de parceria com a empresária Maria de Belém Machado “em linha com o objetivo estabelecido de focar-se na produção de felpos e roupa de cama”, não referindo os valores do negócio.

A Tearfil Textile Yarns dedica-se à produção e comercialização de fios têxteis desde a sua fundação, em 1973.

A sua atividade foi desenvolvida pelo Grupo MoreTextile com o objetivo de a tornar numa referência no seu setor, contando hoje com cerca de 300 clientes e 200 colaboradores, refere.

A empresa gera um volume de negócios de 12 milhões de euros, dos quais 12% resultantes de exportações.

De acordo com o grupo, nos últimos anos, a empresa recebeu “diversas demonstrações de interesse” na aquisição deste negócio não estratégico do grupo, sendo esta a mais interessante, pois “além de reconhecer o valor criado permite continuar a desenvolver a Tearfil”.

“Esta aquisição permitirá capturar sinergias e potenciar o valor acrescentado desta unidade, garantindo os postos de trabalho e o investimento no seu desenvolvimento”, refere ainda o grupo, acrescentando que a Tearfil manterá a sua autonomia, de forma a potenciar a sua flexibilidade e agilidade, com benefícios para os clientes e parceiros.

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Guimarães

Megaoperação policial contra tráfico de droga em Guimarães

PSP já deteve quatro suspeitos

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Está em curso uma operação contra o tráfico de droga em Guimarães, que já conta com, pelo menos, quatro detidos, que são os principais visados da investigação que dura há seis meses. Os quatro detidos são três homens e uma mulher.

“Esta operação é o culminar de uma investigação que vínhamos a desenvolver há seis meses”, assinala a O MINHO o comissário da PSP Vítor Silva.

Estão a ser realizadas buscas em nove residências e em quatro viaturas.

A operação decorre em quatro freguesias do concelho de Guimarães: S. Torcato, Adrião, Sande S. Cláudio e Fermentões.

Já foram apreendidas drogas, armas brancas e aparelhos eletrónicos relacionados com a atividade do grupo.

Esta rede agora desmantelada operava no concelho de Guimarães.

Em comunicado, o Comando Distrital de Braga refere que, através da Esquadra de Investigação Criminal de Guimarães, deu início, na manhã desta quarta-feira, “a uma operação policial de maior envergadura que visa um conjunto alargado de indivíduos que de forma organizada se dedicam ao tráfico de estupefacientes em várias zonas no concelho de Guimarães”.

Os mandados de detenção para os quatro principais visados na operação foram cumpridos e a PSP encontra-se,ainda, a fazer buscas.

Esta operação conta com a colaboração da Unidade Especial de Polícia, através do Grupo Operacional Cinotécnico e de vários elementos da estrutura de investigação criminal da PSP.

Notícia atualizada às 12h17 com mais informação.

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Guimarães

Ministra da Saúde em Guimarães para avaliar situação do hospital

Hospital aumentou número de camas

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Foto: DR / Arquivo

A ministra da Saúde, Marta Temido, está na manhã desta quarta-feira reunida com a administração do Hospital Senhora da Oliveira, em Guimarães. A visita faz parte de uma ronda pelos hospitais da região mais afetada pela pandemia, nesta altura.

A reunião destina-se a avaliar a forma como o Hospital de Guimarães se tem adaptado em função da pressão causada pelo aumento de casos de infeção por covid-19, nomeadamente casos críticos a necessitarem de cuidados intensivos. Antes da visita ao Hospital de Guimarães a ministra esteve reunida com a direção do Agrupamento de Centros de Saúde do Alto Ave.

O Hospital Senhora da Oliveira aumentou, nos últimos dias, o número de camas em cuidados intensivos para doentes covid-19. Há agora 23 camas e 14 doentes covid-19 internados.

Este novo alargamento foi necessário num momento em que, das 15 camas disponíveis, já só havia uma livre. As quinze camas já representavam um alargamento, alcançado através da utilização de três salas de operações para aumentar a capacidade da Unidade de Cuidados Intensivos Covid, em nove camas.

Este aumento mais recente da Unidade de Cuidados Intensivos Polivalentes Covid fez-se pela ocupação de uma zona de recobro. O recobro é uma zona intermédia, onde os doentes recuperam depois das intervenções cirúrgicas, antes de regressarem aos serviços ou de terem alta, dependendo da complexidade do procedimento. Esta zona de recobro estava afeta às salas de operações que, entretanto, foram adaptadas para os cuidados intensivos, portanto, não estaria a ser usada.

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Guimarães

Centro de Valorização de Resíduos, em Guimarães, recebe 500 mil euros da UE

Tecnologia

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Foto: Divulgação

No ano em que celebra 18 anos de vida, o Centro para a Valorização de Resíduos (CVR), um centro de interface tecnológico situado no campus da UMINHO em Guimarães, recebe um financiamento da União Europeia de mais de 500 mil euros, foi hoje anunciado.

O objetivo principal do projeto denominado CVR.TechRe4C é reforçar a capacidade laboratorial e de investigação aplicada do CVR, dotando-o com equipamentos técnico-científicos tecnologicamente avançados e adaptando as suas infraestruturas.

Em comunicado, aquele centro diz querer aumentar o número de serviços prestados e melhorar, “ainda mais”, a resposta das valências atualmente oferecidas.

“Estes investimentos assumem-se fundamentais para capacitar a entidade nas seguintes áreas de atuação: tecnologias de valorização material, energética e biológica; ecoeficiência e sustentabilidade de recursos e materiais; digitalização e indústria 4.0 e economia circular”, refere a entidade.

Ao reforçar estas áreas, o projeto CVR.TechRe4C “fomenta a realização de investigação aplicada e desenvolvimento de ligações e sinergias entre empresas e instituições que desenvolvem atividades e culminam no desenvolvimento de produtos e serviços com importantes mais-valias para o mercado e ambiente”.

“De igual modo, existirá uma afirmação e promoção da inovação regional, à escala nacional e internacional, bem como para a consolidação das atividades de investigação na região Norte de Portugal”, diz a nota.

O CVR.TechRe4C é financiado pela União Europeia através do Portugal 2020 e no âmbito do Norte 2020. Do montante total elegível de 644.861,12 euros, 548.131,95  são provenientes do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

Sobre o CVR – Centro para a Valorização de Resíduos

O CVR – Centro para a Valorização de Resíduos, com 18 anos de existência, é um Centro de Interface Tecnológico localizado em Guimarães, no Campus da Universidade do Minho. Conta no seu edifício sede com 2000m 2 de espaços laboratoriais e dedica-se à investigação, análise científica e aplicação de soluções reais na área da prevenção e valorização de resíduos. Com 85 associados maioritariamente da indústria, o CVR organiza bienalmente a conferência científica internacional “WASTES: Solutions, Treatments and Opportunities”, por onde passaram mais de 1200 participantes de 45 países nas suas 5 edições. Desde a sua génese, o CVR esteve envolvido em mais de 120 projetos de I&D aplicada, a que correspondeu um volume de financiamento de cerca de 5,2 milhões de euros.

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