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Braga

Mulher vítima de roubo por esticão em pleno centro de Braga

Assalto

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Foto: DR / Arquivo

Uma mulher, cuja idade não foi possível apurar, foi alvo de roubo por esticão, ao final da tarde desta segunda-feira, no centro da cidade de Braga.


Ao que apurou O MINHO junto de testemunhas, a mulher seguia no largo da Senhora a Branca quando foi rapidamente abordada por um indivíduo encapuçado que lhe terá roubado um fio de ouro que trazia ao pescoço, cerca das 21:00 horas.

Com a força do assalto, a vítima acabou por cair no chão, desamparada. Vários populares que se encontravam no local ainda encetaram perseguição ao larápio, mas este conseguiu escapar pela Rua do Raio.

A vítima encontra-se na esquadra da PSP.

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Braga

Cruz Vermelha de Braga reconstrói sede ao fazer 150 anos

Assinado contrato com a construtora JC Group

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Foto: O MINHO

A Delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa comemora esta semana 150 anos de existência e está a reconstruir a sua sede, obra avaliada em mais de um milhão de euros, tendo formalizado a assinatura do contrato com a construtora JC Group, sediada em Braga.

Com uma ampla atividade social de assistência aos mais desfavorecidos, para além da sua missão de socorrismo, a Cruz Vermelha, em Braga, está a reconstruir o seu emblemático palacete, cuja fachada vai manter-se, mas “terá as melhores condições para desempenhar o trabalho assistencial e de socorro”, afirmou a O MINHO o presidente, Armando Osório, dizendo que a obra foi adjudicada pouco acima de um milhão de euros (1.064.988,27€).

Foto: O MINHO

Segundo aquele responsável, “esta sexta-feira comemoramos 150 de existência e esta é a melhor prenda que podemos dar a quem servimos, um século e meio depois de um jovem bracarense, então com apenas 20 anos de idade, o Conde de Bertiandos, a ter instituído”.

Armando Osório apelou à ajuda dos bracarenses, incluindo a oferta de materiais novos de construção, o que poderia assim embaratecer a própria obra, destacando que “depois de um donativo de 30 mil euros, a JC Group provou que não está nesta obra para ganhar dinheiro, mas sim para ajudar a Cruz Vermelha, pelo que passou a ser já nossa parceira”.

Foto: O MINHO

José Correia, CEO da JC Group, afirmou: “O orgulho que temos em estarmos associados à obra de uma instituição tão nobre como é a Cruz Vermelha Portuguesa, especialmente em Braga, onde desempenha um trabalho permanente de apoio aos sem abrigo e aos mais desfavorecidos, além do socorro às populações e acorrendo sempre face à sinistralidade”.

Foto: O MINHO

David Rodrigues, adjunto executivo da Direção da Cruz Vermelha Portuguesa de Braga, destacou “a transparência desde o início de todo este processo, com um grupo de cidadãos de referência, que a partir da sociedade civil são já o nosso ‘Tribunal de Contas’ na obra”.

Foto: O MINHO

Livro e cerimónia no Theatro Circo

Um livro e a cerimónia no Theatro Circo, ambos evocativos do 150.º aniversário da Cruz Vermelha Portuguesa, de Braga, serão os temas a desenvolver esta quinta-feira em Braga.

A propósito dos 150 anos da Delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa, na tarde de quinta-feira decorrerá uma conferência de imprensa na sala principal da Zet Gallery, em que a instituição estará representada pelo presidente Armando Osório e pelo professor Manuel Sequeira, um membro da direção, para além da presença de outros responsáveis.

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Braga

MP pede prisão efetiva para 5 de 12 arguidos por tráfico de droga em Braga e Barcelos

Alegações finais

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Foto: Ilustrativa / DR

O Ministério Público pediu, esta manhã, no Tribunal de Braga, nas alegações finais, uma pena de prisão efetiva para cinco dos 12 arguidos julgados por traficarem droga em Braga em algumas zonas de Barcelos.

Os cinco fazem parte de um grupo de sete que estão em prisão preventiva. Quanto aos outros dois, o magistrado pediu a absolvição de um e a condenação a pena suspensa de outro, Pedro Moreira – este defendido pelo advogado João Ferreira Araújo.

Para os restantes cinco foi, também, solicitada a aplicação de uma pena inferior a cinco anos, logo suscetível de ser suspensa.

O julgamento decorreu no Centro Cívico de Palmeira, por razões de segurança sanitária.

Sete arguidos confessam traficar droga junto a cafés, escola e gasolineiras em Braga

A acusação concluiu que traficavam estupefacientes nas zonas de Maximinos e de Ferreiros, mormente junto a cafés e pastelarias, junto à Escola Frei Caetano Brandão, ao pavilhão desportivo de Ferreiros, ao estacionamento do hipermercado Leclerc, no Parque Radical ou perto da loja dos CTT e da estação de comboios. Recorriam ainda, de noite, às gasolineiras da Repsol, da BP, ao parque do Continente e às zonas de Gualtar e de Gondizalves. Iam, também, ao bairro das Parretas e estendiam-se a Martim e Pousa, em Barcelos.

500 vendas

Para além dos telemóveis, usavam as redes sociais, o Messenger, Instagram, Whatsup, Snapchat e Telegram.

O MP diz que vendiam cannabis (resina) , heroína, cocaína e MDMA (ecstasy), para consumo ou revenda.

O MP aponta dois arguidos, em cada caso, como os fundadores de redes que se expandiram: Gonçalo Martins, de Braga, que vendeu drogas entre 2014 e 2018, tinha como parceiro, Carlos Oliveira.

No caso de Maximinos, diz que Ricardo Antunes, ali residente, traficou durante 18 anos, entre 2001 e 2019, com apoio de cinco outros arguidos, em particular de Tiago Fernandes. Este adquiria, também, produto a Pedro Sampaio, de Guimarães.

Ao todo, a investigação detetou mais de 500 vendas – por cinco a 10 euros, em regra, mas, que podiam chegar aos 80 no caso de ‘barras’.

Ao telefone, usavam linguagem codificada, com expressões como ‘tomar café, beber um fino, traz tabaco, ou arranja peixe’, ‘bilhetes para o Sporting’, chocolate, xoco, terrinha, etc.

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Braga

Universidade do Minho suspende aulas presenciais do 3.º ano de Teatro

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

Os alunos do 3.º ano da licenciatura em Teatro da Universidade do Minho, em Braga, estão a partir de hoje sem aulas presenciais, depois de cinco deles terem efetuado testes positivos ao novo coronavírus, foi hoje anunciado.

O pró-reitor e presidente da Comissão Covid-19 da UMinho, Paulo Cruz, disse à Lusa que a situação vai ser reavaliada na próxima semana.

“Surgiram cinco casos no mesmo ano do mesmo curso, decidimos por uma questão de segurança e de precaução suspender as aulas presenciais”, referiu.

Segundo o mesmo responsável, a Universidade do Minho regista 80 casos de infeção desde 02 de outubro, dia em que começou o ano letivo.

“De momento, não tem sido possível contabilizar o número de casos recuperados, mas estima-se que comece a ser significativo, à luz dos critérios de alta clínica e de fim das medidas de isolamento”, sublinha uma nota na página da universidade dedicada à covid-19.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e mais de 43 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 2.343 pessoas dos 121.133 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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