Seguir o O MINHO

Famalicão

Mulher gasta três euros e ganha 30 mil na raspadinha em Famalicão

Em Riba d’Ave

em

Foto cedida a O MINHO

Uma mulher venceu hoje 30 mil euros depois de comprar uma raspadinha Recompensa no valor de três euros, no quiosque Casa da Ponte, em Riba d’Ave, concelho de Famalicão.

A O MINHO, uma colaboradora explicou que este foi o maior prémio que saiu no local em 2019, indicando que é habitual saírem prémios, mas não nestes valores.

A feliz contemplada, uma cliente habitual, não cabia em si de contente, pelas 09:00 desta quarta-feira, depois de perceber que estava 30 mil euros mais rica.

Anúncio

Famalicão

Assaltam quatro cafés em Famalicão e escapam à polícia

Crime

em

Foto: O MINHO (Arquivo)

Uma alegada dupla de assaltantes varreu o concelho de Famalicão durante a madrugada deste domingo, cometendo furtos em, pelo menos, quatro estabelecimentos comerciais de restauração.

Os larápios terão iniciado a ronda de assaltos na freguesia de Ruivães, terminando já na vila de Joane, no sentido Famalicão-Guimarães.

Segundo avança o Correio da Manhã, os larápios iniciaram o périplo de assaltos no café “Limonete”, em Ruivães, que estava aberto ao público há pouco mais de um mês.

Durante a ronda de assaltos, os larápios terão sido localizados por militares da GNR, mas acabaram por conseguir escapar, estando em parte incerta.

A GNR está neste momento a desenvolver diligências para identificar e capturar os suspeitos.

Continuar a ler

Ave

Nuno Melo exclui-se de corrida a líder do CDS

Eurodeputado de Joane, Vila Nova de Famalicão

em

Foto: DR /Arquivo

O eurodeputado Nuno Melo excluiu-se hoje da corrida à sucessão de Assunção Cristas na liderança do CDS e sugeriu que deve ser um dos cinco deputados eleitos a avançar em congresso.

Em declarações à agência Lusa, Nuno Melo afirmou que, na “atual conjuntura difícil” do partido, saída das legislativas, o futuro líder terá de poder “enfrentar o primeiro-ministro” nos debates quinzenais e “medir talentos” no parlamento, que agora tem deputados de dois partidos próximos “da área” do CDS, Iniciativa Liberal e Chega.

O vice-presidente e eurodeputado não toma posição sobre os candidatos já “em reflexão”, incluindo o deputado João Almeida, embora admitindo que haverá, fora do parlamento, potenciais candidatos com muito peso e “capacidade política” para liderar os centristas.

Nuno Melo diz ser o caso de Nuno Magalhães, Lobo Xavier, Adolfo Mesquita Nunes, Diogo Feio e Filipe Lobo D’Ávila.

O “atual momento, muito singular” na vida do partido, que nas legislativas de domingo se viu reduzido de 18 para cinco deputados, com 4,25% dos votos, não é comparável com a situação de 1991, quando o CDS era o único do espaço do centro-direita na Assembleia da República.

Agora, o caminho deverá passar por “chamar jovens e grupos de pessoas” de outras correntes e com outras experiências para conseguir “um ressurgimento” do partido.

E dramatizou: “Nesta fase, o objetivo não é só levantar, é também a sobrevivência do partido.”

À Lusa, Nuno Melo defendeu uma reflexão aprofundada sobre o que correu mal com o partido nas legislativas, sugerindo até “uma espécie de estados gerais” do CDS e da direita.

Um encontro onde estivessem sectores da sociedade até agora mais afastados do partido, das áreas empresariais ou culturais, exemplificou.

À Lusa, Nuno Melo defendeu uma reflexão aprofundada sobre o que correu mal com o partido nas legislativas, sugerindo até “uma espécie de estados gerais” do CDS e da direita.

Um encontro onde estivessem sectores da sociedade até agora mais afastados do partido, das áreas empresariais ou culturais, exemplificou.

Continuar a ler

Ave

Contabilista de Famalicão condenado a 8 anos e meio de prisão e a pagar 1,5 milhões

Fraude no IVA de cerca de 50 clientes

em

Foto: Ilustrativa / DR

O Tribunal da Relação de Guimarães baixou para oito anos e meio de prisão a pena de um contabilista de Famalicão acusado de se apoderar de 1,5 milhões de euros dos clientes, através da adulteração das declarações de IVA.

Em nota hoje publicada na sua página, a Procuradoria-Geral Distrital do Porto refere que, por outro lado, o arguido – sócio-gerente de um gabinete de contabilidade de Famalicão – foi condenado a pagar ao Estado a quantia de 1,5 milhões de euros, correspondente à vantagem patrimonial obtida com a prática dos crimes.

Na primeira instância, o arguido tinha sido condenado a nove anos de prisão por 37 crimes de abuso de confiança, cinco crimes de falsificação e três crimes de fraude fiscal.

O arguido recorreu para a Relação, que declarou prescrito o procedimento criminal quanto a dois crimes de falsificação de documento, um crime de abuso de confiança e um crime de fraude fiscal e atenuou especialmente a pena relativamente a um crime de abuso de confiança.

A pena foi fixada em oito anos e meio de prisão.

O Ministério Público também recorreu, exigindo que o arguido fosse condenado a pagar ao Estado os 1,5 milhões de euros alegadamente conseguidos com a atividade criminosa.

O processo tinha ainda como arguidos um trabalhador do gabinete em questão e um funcionário das Finanças de Famalicão, que foram absolvidos.

Os factos reportam-se ao período compreendido entre 2004 e 2008 e relacionam-se com a adulteração das declarações de IVA de cerca de meia centena de clientes daquele gabinete de contabilidade.

Segundo o tribunal, o sócio-gerente do gabinete “aumentava o valor do IVA dedutível para diminuir o valor do imposto devido e ficava com a diferença do valor dado pelo cliente e do valor falsamente apurado”.

O tribunal disse que o arguido escolhia “cirurgicamente as vítimas” entre os mais de 400 clientes do gabinete.

Os “alvos” eram os “bons pagadores” e os que não controlavam a contabilidade, por serem clientes há muito tempo e confiarem nos serviços prestados pelo gabinete.

O arguido, além de adulterar as declarações de IVA, também rasuraria cheques e falsificaria declarações de não dívida, que entregava aos clientes.

Uma situação que durou até os clientes começarem a ser notificados dos incumprimentos fiscais.

Durante o julgamento, no Tribunal Judicial de Guimarães, o arguido refutou tudo, alegando que nunca falsificou ou rasurou qualquer documento, mas o tribunal considerou que a sua postura foi “uma tentativa grotesca de se distanciar” dos factos.

Uma postura criticada pela juíza presidente do coletivo, que sublinhou que o arguido “deu cabo de muitas empresas” e fê-lo para “seu bel-prazer” e não porque tivesse necessidades económicas.

Lembrou um carro de 60 mil euros que ofereceu a uma ‘stripper’ e o milhão de euros que terá investido numa sociedade com a mesma mulher.

Foto: DR

“Agiu para seu bel-prazer. São centenas de milhares de euros, não sei se foi para dar à senhora que era ‘stripper’, mas sei que não foi para matar a fome, não foi para ajudar os empregados”, referiu a juíza.

Sublinhou ainda que os lesados iriam “sentir-se injustiçados” com a pena aplicada ao arguido.

Disse que teria “ficado bem” ao arguido se tivesse confessado, manifestado arrependimento e mostrado disponibilidade para ressarcir os lesados e que, nesse caso, o tribunal até poderia “ponderar” a suspensão da pena.

Criticou a “delonga da justiça”, que fez com que alguns crimes já tivessem, entretanto, prescrito.

A acusação só foi deduzida em 2014.

Como atenuantes, o tribunal considerou a inexistência de antecedentes criminais, a inserção social e familiar do arguido e o longo período entretanto decorrido desde a data dos crimes, durante o qual terá demonstrado “boa conduta”.

Continuar a ler

EM FOCO

Anúncio

ÚLTIMAS

Vamos Ajudar?

Reportagens da Semana

Populares