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Guimarães

Mulher ferida após cair numa mina, em Guimarães

Em Moreira de Cónegos

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Foto: BV Vizela (Arquivo)

Uma mulher, de 67 anos, ficou com ferimentos na sequência de uma queda, numa mina de água, em terreno florestal, ao final da tarde desta sexta-feira, disse a O MINHO fonte dos bombeiros. Desconhece-se o tamanho da queda mas o poço “não tinha muita profundidade”, disse a mesma fonte.


O alerta foi dado às 17:50 para uma situação de trauma em terreno na Rua Dona Laurinda Ferreira Magalhães, em Moreira de Cónegos, concelho de Guimarães. Para o local foram oito operacionais dos Bombeiros de Vizela com uma ambulância e uma viatura de desencarceramento, para resgate da vítima.

Foi transportada para o Hospital de Guimarães com ferimentos considerados “ligeiros”. Desconhece-se as circunstâncias da queda.

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Guimarães

Empresas do Centro de Incubação da UMinho em Guimarães com um mês para sair

Spinpark está em insolvência

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Foto: DR

O Centro de Incubação de Base Tecnológica (SpinPark), da UMinho, situado no Avepark, em Caldas das Taipas, Guimarães, está em insolvência e as nove empresas spin-off lá instaladas foram informadas, há dias, pelo administrador judicial, de que têm 30 dias para sair das instalações.

Vários dos empresários em causa lamentam ter confiado na Associação Spinpark, uma entidade com vários associados liderada pela Universidade do Minho (UMinho), acusando-a de negligência, por só terem sabido da falência há alguns dias, quando o Tribunal de Guimarães já a decretou há mais de um mês.

Ao que O MINHO soube, os empresários em causa procuram, agora, em Guimarães, Braga e Barcelos, novo espaço – pavilhão ou outro – para se instalarem. O Spin-park, onde foram investidos alguns milhões, tinha não só empresas em incubação da região de Braga, mas também, algumas com ligações à Universidade do Porto.

Desde 12 de agosto que o Spinpark passou a ser gerido por uma administradora de insolvência, mas só no passado dia 17 de setembro é que os empresários foram informados que tinham de sair. “Essa proposta foi ridícula, ninguém consegue mudar um laboratório num mês”, afirma Ângela Mendes, da empresa A2, de análises químicas, em declarações ao Jornal de Notícias (JN).

O Spinpark foi criado, no parque tecnológico Avepark, pela UMinho, em 2006, com apoio de fundos comunitários, para apoiar o nascimento de empresas tecnológicas ligadas à universidade antes destas se lançarem no mercado. Contudo, assegura Ângela Mendes, pelo menos desde 2013 que isso não acontecia: “É um escândalo, trataram-nos como ratos. Disseram para nos pormos a andar dali para fora e nunca foram capazes de nos dar uma palavra”.

O centro esteve à beira da falência em 2016, mas adotou um Plano Especial de Revitalização, com dívidas superiores a dois milhões de euros e um passivo de sete milhões. Nessa altura, a Câmara de Guimarães afirmava que o Centro de Incubação era “um investimento estratégico”, pelo que ia comprar o edifício para ajudar o Spinpark.

Ao JN, a UMinho não justificou como é que o Spinpark faliu nem divulga o passivo, adiantando apenas que “a insolvência foi uma decisão inevitável face à grave situação financeira”, e que foi tomada “ponderando o respeito absoluto por critérios de boa gestão, salvaguardando o interesse público”.

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Guimarães

No Dia do Animal, gato é resgatado de uma torre de alta tensão em Guimarães

Resgate

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Foto: Facebook de Bombeiros de Guimarães

Foi um Dia Mundial do Animal diferente para um gato de Guimarães. O felino decidiu aventurar-se, este domingo, na subida a um poste de alta tensão, na freguesia de Selho São Lourenço, mas, depois de uma subida de quase 30 metros, já não conseguiu descer.

Os donos, conta o Guimarães Digital, do Grupo Santiago, pediram auxílio aos bombeiros, com os operacionais Henrique Freitas e Eusébio Antunes a apresentarem-se no local, cerca das 14:40.

Através da autoescada, os bombeiros conseguiram resgatar o gato, numa operação delicada que teve o olhar atento do tutor do animal.

O gato acabou por pisar terra firme são e salvo, graças à destreza de Henrique e Eusébio.

“Por muitos anos de experiência que um bombeiro tenha, há momentos que consideramos únicos, pela singularidade, pelo perigo e risco do ato em si. Resgatar um animal, numa torre de alta tensão, que se encontra a 30 metros de altura, é sempre motivo de registo. Parabéns á equipa de bombeiros que participou no resgate com sucesso”, escreveu a corporação na página de Facebook.

Este foi já o quarto gato a ser resgatado pela corporação ao longo da última semana.

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Guimarães

Guimarães é a primeira cidade portuguesa na Declaração Europeia das Cidades Circulares

Ambiente

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Foto: Divulgação / CM Guimarães

Guimarães tornou-se na primeira cidade portuguesa a assinar a declaração Europeia das Cidades Circulares, reforçando o trabalho que tem vindo a desenvolver na transição da economia linear para circular, anunciou a autarquia.

A par de Guimarães, outras importantes cidades europeias assinaram esta declaração como Ghent, Praga, Copenhaga, Helsínquia, Budapeste, Florença, Oslo, Liubliana e Malmo.

Em comunicado, a autarquia dá conta de que “esta transição contribuirá para criar uma sociedade eficiente em termos de recursos com baixo teor de emissões de carbono e socialmente responsável”.

“Nesse sentido, Guimarães tem já em execução, desde 2016, um plano estratégico para a Economia Circular (G4CE – Guimarães For Circular Economy) que tem sido alvo de reconhecimento nacional e internacional por contribuir para uma gestão eficiente de recursos, com o envolvimento dos cidadãos”, diz a nota.

Com a assinatura da declaração Europeia das Cidades Circulares, Guimarães “reforça o seu caminho, partilhando experiências e criando oportunidades para novas sinergias que contribuam para encarar os novos desafios”, assinalou a vereadora do Ambiente, Sofia Ferreira.

Esta declaração foi desenvolvida por um vasto conjunto de entidades e individualidades, reconhecidas internacionalmente, com o objetivo de garantir que a visão e os compromissos estabelecidos, apesar de ambiciosos, serão alcançáveis através do empenhamento e apoio das cidades.

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