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Arcos de Valdevez

Mulher encontrada carbonizada em Arcos de Valdevez

PJ foi chamada ao local

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Foto: DR / Arquivo

Uma mulher de 74 anos foi encontrada carbonizada ao final da manhã desta quarta-feira, no lugar de Campo Grande, na Vila de Soajo, em Arcos de Valdevez.


A mulher vivia com o marido e, alegadamente, sofria de perturbação psiquiátrica.

Segundo o comandante dos Bombeiros Voluntários dos Arcos de Valdevez, o alerta foi dado às 12:20.

No local encontraram o corpo já cadáver, já coberto por um lençol. Filipe Guimarães revelou ainda à volta do corpo havia pouco área ardida e uma caixa de fósforos.

Por levantar dúvidas, foram chamados os inspectores da PJ, que ainda estão no local a fazer perícias.

No local estiveram três viaturas dos bombeiros, com 15 elementos, a GNR, a VMER de Arcos de Valdevez e unidade de psicologia do INEM.

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Alto Minho

Incêndio deflagra em anexo de habitação em Arcos de Valdevez

Rio de Moinhos

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Foto: Bombeiros de Arcos de Valdevez

Um incêndio deflagrou, ao início da manhã desta quarta-feira, no anexo de uma habitação, na localidade de Breia, Rio de Moinhos, Arcos de Valdevez.

A pronta intervenção dos bombeiros impediu que as chamas alastrassem à habitação e causassem danos de maior.

Ao que O MINHO apurou, a situação terá começado com uma fogueira no exterior que acabou por alastrar àquele anexo, onde estavam guardadas alfaias agrícolas.

O alerta foi dado às 06:02.

Os Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez combateram as chamas com 17 elementos apoiados por 4 viaturas.

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Alto Minho

Trabalhador cai a ravina de 5 metros em Arcos de Valdevez

Acidente

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Fotografia: Bombeiros de Arcos de Valdevez

Um homem caiu a uma ravina de uma altura de cinco metros quando estava a executar trabalhos de corte de árvores, na zona de Rouças, em Gavieira, Arcos de Valdevez.

A vítima, cuja idade não foi possível apurar, foi transportada para o hospital de Viana do Castelo com ferimentos ligeiros, pelos Bombeiros de Arcos de Valdevez.

Para a ocorrência foi acionado o helicóptero do INEM, mas como a situação da vítima não justificou o transporte aéreo, esta foi transportada por via terreste.

O alerta foi dado às 11:39.

Além da equipa dos Bombeiros de Arcos de Valdevez, no socorro esteve também a SIV de Melgaço.

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Alto Minho

Investigadores querem preservar antigas armadilhas de lobos em Arcos de Valdevez

Património cultural

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Foto: DR / Arquivo

Uma equipa de investigadores das universidades do Minho e do Porto está a estudar os fojos do lobo da Serra da Peneda, em Arcos de Valdevez, com vista à preservação daquele património de “elevado” valor cultural, foi hoje anunciado.

Em comunicado, os quatro investigadores envolvidos no projeto sublinham que os fojos (antigas armadilhas que serviam para capturar os lobos) são exemplos de “inegável autenticidade e da identidade das comunidades locais e das suas práticas comunitárias na construção e gestão do território”.

A primeira fase do trabalho de campo decorreu nos dias 16 e 17 de julho, tendo a equipa de investigação analisado duas tipologias distintas de fojos.

“Com uma presença incontornável na paisagem, tanto o fojo da Cabrita (Gondoriz) como o Fojo de Seida (Gavieira) são exemplares de património vernáculo de elevado valor cultural tangível e intangível”, refere o comunicado.

Os trabalhos realizados prenderam-se com a recolha de informação morfológica e tipológica das estruturas em estudo e do seu território envolvente, complementada com análises construtivas e ao seu estado de preservação.

Foi ainda recolhida informação digital com vista à construção de modelos virtuais.

Segundo os investigadores, “o estudo destas estruturas permite compreender as estratégias de implantação no território e relação com as paisagens pastoris da alta montanha de Arcos de Valdevez, bem como a elevada flexibilidade” da técnica da alvenaria em junta seca, adaptação às condicionantes do território e às características do granito existente e elevada resiliência das estruturas resultantes”.

No futuro, serão desenvolvidos conteúdos em diversos formatos, capazes de contribuir para a divulgação do conhecimento daquele tipo de património, promovendo a sua preservação junto da comunidade local e dos diferentes públicos que visitam aquele território.

A mesma equipa de investigação já desenvolveu, entre 2014 e 2016, um estudo sobre as brandas de Sistelo e estruturas pastoris em falsa cúpula, também no concelho de Arcos de Valdevez.

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