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Ave

Mulher detida por ter na sua posse material furtado numa têxtil de Famalicão

Artigos no valor de mais de 13 mil euros

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Foto: DR / Arquivo

Uma mulher de 35 anos foi detida pela GNR de Barcelos, Braga, por “recetação de material furtado numa empresa têxtil”, sobretudo roupa de cama, com um valor estimado de 13.235 euros, revelou hoje aquela força policial.

Em comunicado, a GNR esclarece que, da ação foi desenvolvido no sábado, resultou ainda a apreensão de 38 jogos de lençóis, duas toalhas de mesa e uma colcha de camilha que “vão ser entregues ao seu legítimo proprietário”, uma empresa têxtil do concelho de Vila Nova de Famalicão.

“No âmbito de diligências de investigação pela suspeita do crime de furto, com um valor estimado de 13.235 euros, os militares efetuaram uma abordagem a uma viatura suspeita, tendo detetado e identificado no seu interior parte do material furtado”, descreve a GNR.

A operação foi levada a cabo pelo Comando Territorial de Braga, através do Núcleo de Investigação Criminal do Destacamento Territorial de Barcelos.

Durante a ação “os militares identificaram ainda um homem, três mulheres e duas menores”.

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PSP identificou 2 suspeitos de furtos em garagens em Guimarães

Crime

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Foto: PSP

A PSP identificou dois suspeitos de furtos em várias garagens anexas a residências na cidade de Guimarães e apreendeu diversos artigos alegadamente furtados, entre os quais cerca de três dezenas de garrafas de vinho.

Entre os artigos apreendidos, contam-se também garrafas de óleo, enlatados, embalagens de leite e toalhitas.

Segundo a PSP, os suspeitos, de 29 e 34 anos, “estão conotados” com a prática de “inúmeros” ilícitos de natureza semelhante.

Foram detidos na madrugada de quinta-feira, tendo-lhes sido apreendidos “diversos artigos cuja posse não souberam justificar, suspeitando-se da proveniência ilícita dos mesmos”.

A PSP diz que continuará a desenvolver diligências com vista à entrega dos bens aos seus proprietários.

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Ave

Famalicão cria apoio extraordinário às rendas

Covid-19

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Foto: Divulgação / CMVNF

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão vai apoiar o pagamento de rendas com a habitação das famílias que sofram perda de rendimentos por força do covid-19. A medida, com caráter pontual e extraordinário, integra o plano de reação à situação epidérmica e de intervenção social e económica.

“É uma medida inovadora e pioneira que abrange quem não vive em casa própria, quem não tem crédito bancário, mas quem vive numa casa arrendada e que vai ter dificuldades devido a esta pandemia em cumprir com as suas obrigações com a habitação”, explicou Paulo Cunha, acrescentando que “quem tiver perda de rendimento por força desta circunstância pode candidatar-se a este apoio”.

Em nota de imprensa, o Município famalicense esclarece que a candidatura será feita através de uma plataforma online, que está a ser criada e será disponibilizada após aprovação em Reunião de Câmara, agendada para o próximo dia 9 de abril.

O apoio será mensal e tem que ser requerido mensalmente, tramitando nos serviços sociais da Câmara Municipal. A medida destina-se aos agregados familiares que estejam a passar por dificuldades económicas, devido nomeadamente a uma situação de desemprego, a uma situação de ‘lay-off’, aqueles que tenham sofrido uma redução negociada de salário, redução de salário por baixa médica (doentes portadores do vírus), redução de salário por permanência em casa para apoio a descendentes, cônjuge, ascendestes ou outros dependentes, entre outras.

O propósito da iniciativa, acrescenta a autarquia, é evitar que a despesa financeira do agregado familiar com o pagamento da renda para habitação própria e permanente, após o início da pandemia, seja superior a metade da remuneração do mesmo agregado. Isto é, o montante será atribuído para ajudar a diminuir a taxa de esforço das famílias estando excluídos os agregados cuja taxa de esforço, após a perda de rendimentos, seja inferior a 50% do rendimento bruto mensal. A referência para calculo será o vencimento do mês de fevereiro de 2020 e a medida aplicar-se-á a todo o tipo de rendimentos – trabalhadores por conta de outrem e profissionais liberais.

Para além deste apoio extraordinário, Paulo Cunha anunciou ainda o prolongamento do prazo para admissão de candidaturas ao regime do apoio à renda, no âmbito do projeto “Casa Feliz”. O período de candidaturas tinha terminado a 31 de dezembro, sendo agora reaberto permitindo que haja a possibilidade para submeter o pedido de apoio a avaliar segundo as regras já estabelecidas.

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Ave

Multiusos de Guimarães serve de hospital de retaguarda

Covid-19

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Foto: Divulgação / CMG

O Multiusos de Guimarães é o espaço definido para servir de Hospital de Retaguarda, resultado de um processo em análise pela Câmara Municipal de Guimarães, Hospital Senhora da Oliveira e ACES do Alto Ave. A criação desta estrutura de apoio passa por desenvolver tratamento de assintomáticos e acolher doentes com sintomas ligeiros e que necessitam de monitorização médica permanente, face ao surto pandémico da covid-19.

A autarquia adianta que o “Hospital de Retaguarda, que está em fase de análise para Guimarães, tem previsto 100 camas e com possibilidade de aumento de capacidade”.

Até ao momento, acrescenta o município vimaranense em nota enviada às redações, a Câmara “já criou duas unidades de alojamento com as condições exigidas para o isolamento social. Foram criadas duas unidades, nas instalações do Centro de Criação de Candoso, na antiga escola EB1 de Candoso S. Martinho, e Verbo Divino, com as condições exigidas pelas Autoridades de Saúde para a denominada quarentena”.

Os espaços, um com capacidade para 10 quartos e outro com capacidade para 23 quartos de diversas tipologias, podem ser utilizados pelos cidadãos que não têm possibilidade de o fazer em condições apropriadas nas suas habitações ou por aqueles que, por motivos económicos, vivam em condições de carência, numa medida executada em articulação com as Autoridades de Saúde e a Câmara Municipal, cumprindo todas as recomendações da Direção-Geral de Saúde.

Além destas medidas, a Câmara de Guimarães criou ainda resposta aos sem-abrigo. “Numa parceria com a Cercigui, está já em funcionamento o espaço de alojamento para os sem-abrigo do concelho, com todas as condições de higiene, segurança e conforto, e que permitirá o distanciamento social adequado, bem como o acesso a refeições, contando com o apoio da Cruz Vermelha e voluntários”, refere a autarquia, notando que, “a todo o momento, mais medidas poderão ser tomadas para dar resposta aos problemas que forem surgindo, perante um quadro de saúde pública que se vai desenvolvendo de forma imprevisível”.

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