Mulher atacada por dois cães quando fazia caminhada em Braga

GNR está a tentar identificar a dona
Foto: DR / Arquivo

Uma mulher de 42 anos foi atacada por dois cães quando fazia uma caminhada, na quinta-feira, em Nogueiró, Braga. Sofreu vários ferimentos e teve que receber tratamento hospitalar. A GNR está a tentar identificar a dona dos animais.

A vítima estava a fazer a sua habitual caminhada até ao Bom Jesus quando, por volta das 10:00, na Estrada de Dadim, numa zona de residências, foi “violentamente atacada” por dois cães da raça Cão-lobo-checoslovaco (semelhante ao Husky siberiano).

Sofreu feridas “profundas” nas pernas, costas, nádegas e “um furo muito grande” no braço, conta a O MINHO fonte familiar. As fotografias mostram a violência do ataque. Transportada por meios do INEM para o Hospital de Braga, teve alta no próprio dia e agora está a fazer tratamento em casa.

Momentos antes do ataque, havia um “senhor com o portão [da casa] aberto a limpar o passeio”, a quem a mulher de 42 anos perguntou “se podia passar”, ao que obteu resposta afirmativa. “Mas mal começou a subir os dois cães encurralaram-na e começaram a atacá-la violentamente”, conta a fonte familiar, acrescentando que não sabe se os animais, com coleira, teriam saído dessa residência, nem quem serão os donos.

A GNR, que registou a ocorrência, está a proceder a diligências para encontrar os proprietários. Segundo fonte oficial do Comando Territorial de Braga, aquando da ocorrência, “a dona [dos cães] estava nas proximidades, meteu os dois cães dentro de uma viatura” e abandonou o local. Quando a GNR chegou, já só lá estavam os meios do INEM a assistir a vítima.

Até ao momento, a proprietária ainda não foi identificada, confirmou a fonte da GNR.

Quando estava a ser atacada, a vítima só “conseguiu libertar-se quando uma senhora que ia a passar viu o que estava a acontecer, parou o carro, os cães distraíram-se, e ela, que estava no chão, conseguiu entrar na viatura e escapar aos cães”, conta a fonte familiar.

“É necessário alertar as pessoas que eles andam aí e são muito violentos, podem pôr em causa a vida das pessoas”, salienta a mesma fonte, concluindo: “Se tivessem atacado no pescoço ou na cara, não sei o que seria”.

 
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