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Vila Verde

MP recorre pedindo o julgamento de António Vilela

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Foto: DR/Arquivo

O Ministério Público está a preparar um recurso para o Tribunal da Relação de Guimarães do despacho de arquivamento no processo em que o presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, António Vilela, é ainda suspeito de crimes de prevaricação de titular de cargo político e de desacatamento ou recusa de execução de uma decisão proferida por tribunal.

António Vilela, depois de acusado pelo DIAP do Ministério Público de Braga, devido ao caso das multas de estacionamento, viu o seu processo ser arquivado pelo juiz de instrução criminal, só que o despacho de arquivamento não é definitivo e o DIAP/MP entendeu, de acordo com outras informações também oficiais, que “aquele recurso faz todo o sentido”.

Segundo o Gabinete da procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, informou esta semana, o recurso já está a ser preparado, mantendo-se a posição do MP e segundo a qual António Vilela terá dado sempre ordens aos fiscais municipais para não aplicarem multas de estacionamento, em 11 de dezembro de 2013, sem qualquer deliberação do executivo”, situação que se manteve até janeiro de 2016, daí a acusação que o MP insiste, visando que o autarca vilaverdense seja submetido a julgamento por um tribunal coletivo.

Ao longo de dois anos consecutivos, o município somente passou seis autos de notícia relacionados com a fiscalização do estacionamento, enquanto a concessionária emitiu 37.196 avisos de incumprimento, alegadamente lesando assim a empresa “Sociparque”, que tinha investido cinco milhões de euros num parque subterrâneo e na revitalização em toda a superfície, em troca da concessão exclusiva do estacionamento com parcómetros.

Entretanto, em 2012 depois da concessionária ter recorrido para o Tribunal queixando-se estar a ser prejudicada pela fraca fiscalização do município, a Câmara foi assim intimada a exercer essa fiscalização de forma permanente e sem interrupções, só que ainda segundo o MP, “com a ordem aos fiscais para deixarem de autuar, António Vilela “desrespeitou” a decisão judicial, soberana, que vincula todas as entidades públicas/privadas e cidadãos.

Com essa ordem dada aos fiscais para pararem com a aplicação de multas, António Vilela quereria, segundo afirmou, evitar uma “dupla penalização” dos automobilistas infratores, argumentando que estariam a ser multados pelos fiscais municipais e pela concessionária.

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Braga

Sindicatos dos transportes protestam segunda-feira em Vila Verde contra ‘lay-off’

Transportes públicos

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Foto: Transdev

O Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos de Portugal (STRUP) e a União dos Sindicatos do Distrito de Braga (USB/CGTP-IN) vão manifestar-se segunda-feira, às 15:00, na Praça do Município, em Vila Verde, para exigir o fim do ‘lay-off’ nas empresas de transporte urbano e interurbano de passageiros.

“O Estado Português está a pagar a empresas privadas para que estas estejam paradas, numa altura que há necessidade de maior oferta para proteger os cidadãos. Entretanto, milhares de trabalhadores vem reduzidos os seus salários e o dinheiro da Segurança Social suporta a generalidade dos encargos das empresas”, critica a USB em comunicado.

Os sindicatos denunciam que “os trabalhadores das empresas de transportes colocados em ‘lay-off’ estão com uma desregulação de horários que impede uma vida familiar condigna”, que há “trabalhadores que não se podem deslocar para o local de trabalho”, “estudantes que não se podem deslocar para as escolas” e “utentes que não se podem deslocar aos serviços públicos, grande parte deles nas cidades”.

“Na segunda fase de desconfinamento, o transporte das populações assume ainda maior importância, só com o cumprimento do horário de funcionamento das carreiras será possível que a actividade económica regresse. Isto não vai acontecer com horários de fim de semana”, defendem os sindicatos em comunicado.

De acordo com os sindicalistas, “há empresas que fixaram horários ao público com designação Plano de Contingência, que suprimem essas mesmas circulações, ficando por realizar muitos horários e carreiras. Um claro desrespeito pelos utentes, perante o qual as autarquias já deveriam ter tomado uma posição, porque isto contraria todo o sentido dos princípios do serviço publico de transportes”.

“O transporte público não é uma actividade sazonal, e prova disto é a manutenção deste serviço mesmo em tempos de emergência”, remata o comunicado.

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Braga

Sete utentes de lar em Vila Verde regressam depois de curados

Covid-19

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

Os sete utentes do Lar do Trabalhador, em Vila Verde, transferidos para instalações da Cruz Vermelha por estarem infetados com o novo coronavírus, “estão hoje a regressar”, depois “dados como curados”, disse à Lusa fonte da Proteção da Civil.

A 18 de abril o Lar do Trabalhador em Vila Verde, foi evacuado, tendo sido 11 dos 12 utentes que lá habitavam deslocados para o Centro Comunitário da Cruz Vermelha, em Prado, sendo que cinco ainda “aguardam os resultados do último despiste” e estão a ser transportados para instalações da paróquia, segundo a mesma fonte.

Dos cinco utentes do lar que aguardam os resultados, quatro são mulheres e um é homem.

“O lar foi evacuado depois de 11 utentes terem acusado positivo para o novo coronavírus. Sete já testaram negativo e estão hoje a regressar ao lar. Cinco vão aguardar pelo resultado da contra análise em instalações da paróquia”, esclareceu a fonte.

Portugal contabiliza 1.144 mortos associados à covid-19 em 27.679 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a pandemia.

Relativamente ao dia anterior, há mais nove mortos (+0,8%) e mais 98 casos de infeção (+0,4%).

Das pessoas infetadas, 805 estão hospitalizadas, das quais 112 em unidades de cuidados intensivos, e o número de casos recuperados é de 2.549.

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Braga

Idoso que tinha desaparecido em Vila Verde já foi encontrado

Desaparecimento

em

Foto: DR

Já foi encontrado e está bem o idoso de 80 anos que desapareceu ontem à noite, na avenida da Veiga, entre as freguesias de Oleiros e Lage, no concelho de Vila Verde, confirmou O MINHO junto de fonte da família.

Manuel Peixoto terá saído de casa ontem à noite e não voltou a aparecer, levando a que a família já reportasse o seu desaparecimento às autoridades.

O idoso sofre de alzheimer e diabetes, precisando urgentemente de tomar medicação, incluindo insulina.

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