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Movimento cívico quer reunir milhares de pessoas a favor do Metro até à Trofa

“Metro para a Trofa já”

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Foto: Divulgação / Metro do Porto (Arquivo)

O movimento cívico “Metro para a Trofa já” convocou para 15 de março uma manifestação que pretende mobilizar milhares de pessoas num percurso entre Castelo da Maia e Muro, exigindo a instalação da linha do Metro, foi hoje anunciado.


O presidente da Junta de Freguesia do Muro, na Trofa, José Fernando Martins, explicou à Lusa a iniciativa que pretende encher de pessoas a Estrada Nacional 14, nos dois sentidos, para reclamar “o direito de receber a linha do metro”.

A população local viu a linha do comboio que servia a freguesia ser suprimida com a promessa de instalação da linha do Metro, o que nunca veio a concretizar-se, facto que a fez sentir-se “duplamente penalizada” pela decisão administrativa do Governo de então.

Responsável pelos contactos e preparação da iniciativa, o autarca explicou que a sua participação “decorre do facto de o Muro ser a primeira freguesia do concelho prevista para receber o Metro e a que mais foi prejudicada com este processo”.

Tendo em conta que a freguesia vizinha de Castelo da Maia, no concelho da Maia, “está servida apenas em metade pelo Metro, que termina no ISMAI (Instituto Universitário da Maia)”, a atração dessa população para se manifestar é um capital que “não querem desperdiçar, uma vez que também ela está insatisfeita”, insistiu José Fernando Martins.

“Queremos ter também essa população na manifestação, porque também ela não está abrangida pelo serviço”, disse.

E prosseguiu: “a ideia é reunir alguns milhares de pessoas de movimentos associativos e empresarial para fazer a ligação entre a Estação Nova da Trofa, onde passa a via larga do comboio, e o ISMAI. O ponto de concentração será encontrado numa caminhada de cerca de sete quilómetros, cumprido nos dois sentidos, encontrando-se os dois grupos na estação do Muro, antiga estação do comboio, desativada para se tornar na primeira estação do metro na Trofa”.

A caminhada será pela EN 14 e na quinta-feira as duas juntas de freguesias vão reunir-se para “tratar de aspetos da organização do evento” que “deverá estender-se por cerca de duas horas”, deixando a organização a cada um “a forma como cumprirá o percurso”.

A intenção do prolongamento do Metro à Trofa, inicialmente denominada por Linha T, existe desde 1999 com término na Estação da Trofa, sendo aproveitado o canal de Comboio existente (Linha Porto – Guimarães).

Durante o ano de 2001 efetuaram-se diversas reuniões entre a Metro do Porto e a autarquia, com o intuito de, em conjunto, serem definidas as principais diretrizes do projeto do Estudo Prévio, apresentado em fevereiro de 2002.

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Hospital de S. João suspende parte das cirurgias e ativa nível 3 do plano de contingência

Covid-19

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Hospital S. João Foto: Portal do Ministério da Saúde

O Centro Hospitalar Universitário de São João (CHUSJ), no Porto, revelou hoje que vai ativar “nas próximas horas” o nível três do seu plano de contingência para a covid-19, ficando suspensa parte da atividade cirúrgica programada.

À Lusa, o gabinete de comunicação do CHUSJ explicou que a ativação do nível três do plano de contingência (que possui quatro níveis) implica a alocação do serviço de medicina interna à covid-19, “tendo impacto direto na limitação da atividade cirúrgica eletiva”, ou seja, a suspensão de parte da atividade cirúrgica programada.

A ativação deste nível surge em resposta à necessidade de “aumentar” as áreas de internamento dedicadas à covid-19 e ao fluxo no serviço de urgência.

“O reforço e a mobilização de recursos humanos das várias especialidades, para as diversas áreas, já se encontra em implantação, de acordo com o plano de contingência”, afirmou.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de um milhão e oitenta e um mil mortos e mais de 37,8 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 2.110 pessoas dos 89.121 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

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Faz hoje 65 anos que morreu Alexandrina, a “santinha de Balasar”

Efeméride

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Foto: Arquidiocese de Braga

Foi a 13 de outubro de 1955 que morreu Alexandrina Maria costa, conhecida popularmente na região do Minho e da Póvoa de Varzim por Santinha de Balasar. Ficou ‘amarrada’ ao leito aos 21 anos, por mielite na coluna dorsal.

Nascida a 30 de março de 1904, a agora beata Alexandrina foi alvo de romagem de muitos devotos ainda durante a sua vida, a uma pequena casa situada a poucos metros de onde agora se ergue um santuário em seu nome, naquela freguesia da Póvoa de Varzim que faz fronteira com os concelhos de Barcelos e Famalicão.

Numa nota publicada pela Arquidiocese de Braga, é recordado que a Irmã Alexandrina recebeu muitos peregrinos que puderam “testemunhar a sua bondade e sabedoria cristã”.

Também durante a sua vida, Alexandrina foi mestra de costura, algo não muito conhecido, mas que vários idosos que aprenderam essa arte com ela ainda hoje recordam.

Depois da morte da beata, as romagens à sua casa passaram a ser direcionadas para a igreja paroquial daquela freguesia, onde está sepultada.

A sua beatificação ocorreu a 25 de abril de 2004, enchendo de pessoas a freguesia de Balasar como nunca se viu.

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Vila do Conde e Trofa também fecham cemitérios no Dia de Todos os Santos

Covid-19

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Foto: DR

Depois da Póvoa de Varzim, também Vila do Conde e Trofa vão encerrar os cemitérios durante o próximo dia 01 de novembro, Dia de Todos os Santos, anunciou a vigaria local.

Em comunicado, o padre Luciano Lagoa, vigário de Trofa e Vila do Conde, explica que decisão deve-se às “circunstâncias” impostas pela pandemia de covid-19 após recomendação da Conferência Episcopal Portuguesa, que aconselhava a suspensão de “concentrações religosas passíveis de fore propagação da pandemia”.

Todavia, as celebrações dentro das igrejas continuam a ser permitidas, desde que cumpridas as normas da DGS.

“Aconselha-se os fiéis ao respeito das indicações emanadas pelas autoridades competentes quanto à aglomeração de pessoas e capacidade dos espaços. Todos sabemos que este tem sido um ano particularmente difícil no que se refere ao luto por aqueles que já partiram de entre nós, de modo especial aqueles que faleceram durante e devido à pandemia. Invocamos a misericórdia de Deus sobre todos eles e pedimos a virtude da esperança para superar as feridas humanas e sociais provocadas por este tempo”, diz o comunicado.

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