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Viana do Castelo

Motociclista morre após cair de ponte em Viana

Acidente

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Foto: DR

Um motociclista morreu depois de entrar em despiste numa ponte da EN 202, em Viana do Castelo, caindo para o quintal de uma casa.


Ao que apurou O MINHO, o homem, com cerca de 30 anos, entrou em despiste com uma mota de alta cilindrada em cima da Ponte de Portuzelo, na freguesia de Meadela, acabando por cair de vários metros no quintal de uma habitação.

Para o local foram acionados os Bombeiros Sapadores de Viana, de forma a efetuar o resgate da vítima, mas constataram que a mesma não resistiu aos ferimentos do acidente.

O óbito foi declarado no local pela equipa médica da VMER de Viana. Também a Ambulância de Emergência Médica esteve no teatro de operações.

O corpo da vítima foi transportado para o gabinete médico-legal de Viana do Castelo.

A PSP registou a ocorrência.

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Viana do Castelo

Homem atingido por árvore que estava a cortar em Viana do Castelo

Acidente

em

Foto: DR

Um homem com cerca de 50 anos ficou ferido após ser atingido por uma árvore ao início da tarde desta terça-feira, em Mujães, Viana do Castelo.

Ao que O MINHO apurou, o homem estaria a cortar a árvore, quando esta caiu sobre si.

Foi transportado para o Hospital de Viana com ferimentos considerados ligeiros.

O alerta foi dado às 13:45.

Para o local foram mobilizados os Bombeiros Sapadores de Viana do Castelo, os Bombeiros Voluntários de Viana do Castelo, VMER e Cruz Vermelha.

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Viana do Castelo

Autor de massacre em Viana acusado de matar por dívida de 600 mil euros

E depois terá matado colega que o ajudou a encobrir o crime

em

Foto: DR / Arquivo

O Ministério Público (MP) acusa Rui Amorim, autor do massacre de Vila Fria, em Viana do Castelo, em 1995, de ter assassinado um colega que conheceu na prisão por uma dívida de 600 mil euros e matado outro ex-recluso que o ajudara a encobrir o primeiro crime, avança o Jornal de Notícias (JN) na edição desta terça-feira.

Como O MINHO noticiou, a Polícia Judiciária (PJ) concluiu que Rui Amorim aproveitou uma saída uma saída precária para matar dois homens “seus conhecidos do ambiente prisional” e ocultar os corpos.

O autor do massacre de Vila Fria terá assassinado Fernando Borges, conhecido pela alcunha de “Trico”, que liderou o “gangue de Valbom”, em julho de 2018, por causa de uma dívida de 600 mil euros. Depois, terá matado Eduardo Costa, ex-recluso da cadeia de Coimbra que o ajudara a encobrir o crime.

Apesar de os corpos nunca terem sido encontrados, nem se saber como Amorim matou as duas vítimas, o MP garante que “Trico” devia 600 mil euros, refere o JN.

Autor de massacre em Viana é suspeito de duplo homicídio cometido em saída precária

Rui Amorim que, em 1995, cometeu matou à facada um tio, uma tia e um sobrinho, tinha sido condenado a 20 anos de prisão, parte dela cumprida na cadeia de Coimbra, onde conheceu os dois homens que terá matado, numa das saídas precárias de que começou a beneficiar a partir de 2017.

Segundo a acusação, quando “Trico” saiu cadeia em 2017, passou a dedicar-se ao tráfico de droga e Amorim também começou a vender droga no interior da cadeia.

“Não obstante os negócios de aquisição de droga que celebrou com a vítima, o arguido Rui Amorim, por motivos não concretamente apurados, mas relacionados com uma dívida de cerca de 600 mil euros da vítima Fernando ao arguido, decorrente de um negócio de droga gorado, formulou o propósito de o matar”, refere a acusação, citada pelo JN.

O líder do “gangue de Valbom” desapareceu no dia 1 de julho de 2018 após ter ido encontrar-se com Rui Amorim a Viana do Castelo.

O triplo homicida terá pedido ajuda a Eduardo Costa. Convenceu-o a telefonar à mulher de “Trico” para dizer que o marido estava vivo e exigir 115 mil euros de resgate. E, depois, eliminou-o porque era a única testemunha a poder ligá-lo à primeira morte.

Ainda de acordo com o JN, Rui Amorim escreveu uma carta ao MP a culpar Eduardo Costa da morte de “Trico”.

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Viana do Castelo

Viana do Castelo contesta em tribunal cobrança de IMI ao navio Gil Eannes

Fundação liderada pelo presidente da Câmara exige isenção do imposto

em

Foto: Fundação Gil Eannes

A Fundação Gil Eannes vai pedir em tribunal a isenção de imposto municipal sobre imóveis (IMI) para aquele antigo navio-hospital, que está fundeado na doca comercial de Viana do Castelo, funcionando agora como museu, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a fundação acrescenta que o presidente do Conselho de Administração e da Câmara de Viana do Castelo, José Maria Costa, também “informou” o primeiro-ministro e os ministros das Finanças e do Mar sobre a questão.

Em causa está a notificação da avaliação do Navio Gil Eannes referente ao seu enquadramento como sujeito passivo de IMI, como “prédio tipo outros”.

O conselho de administração contesta, lembrando que “o bem móvel objeto de avaliação é um navio, o qual está fundeado na doca comercial, tem feito deslocações para o estaleiro e vice-versa, flutua e navega”.

Sublinha, por isso, ter algumas dúvidas que o navio possa ser considerado um prédio, “assente e com fundações de implantação”.

A Fundação refere que o navio “tem uma missão cultural” e é “um dos espaços mais visitados do país, enquanto memória viva da pesca do bacalhau”, tendo até certificado de navegabilidade.

“Por isso, e pelo conhecimento de situações análogas no país, esta será uma situação única no país, pelo que o Código do IMI não pode ser aplicado pelas suas especificidades de ser uma embarcação e o cálculo da sua dimensão se reger pelas normas da arqueação”.

Assim, e sendo a Fundação Gil Eannes uma entidade sem fins lucrativos e que representa “um ativo cultural e museológico muito importante para Viana do Castelo e para o país”, a administração solicita que o navio-museu Gil Eannes não seja enquadrado como sujeito passivo de IMI, uma vez que flutua e navega e dispõe de certificado de navegabilidade, pelo que “não poderá” ser considerado um prédio , mesmo na tipologia de “outros”.

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