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Morreu o cantor Roberto Leal

Cantor vivia no Brasil

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Foto: DR/Arquivo

O cantor português Roberto Leal morreu este domingo, aos 67 anos, em São Paulo.

António Joaquim Fernandes, verdadeiro nome do cantor, nasceu em Macedo de Cavaleiros, distrito de Bragança, e lutava há dois anos contra um cancro, que já lhe tinha afetado a visão num olho.

A notícia da morte do artista foi avançada pelo antigo secretário de Estado das Comunidades José Cesário, à TSF.

Roberto Leal emigrou para São Paulo aos 11 anos com a família. Após trabalhar como sapateiro e vendedor de doces.

O sucesso musical chegou em 1971 com “Arrebita”. O cantor vendeu mais de 17 milhões de discos ao longo da sua carreira. Também era conhecido por músicas como “Uma Casa Portuguesa” e “Chora Carolina”.

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Tribunais abertos só para atos urgentes

Covid-19

Foto: DR / Arquivo

Os tribunais de primeira instância vão voltar a encerrar, exceto para atos processuais urgentes, devido ao agravamento da pandemia de covid-19, determinou hoje o Governo.

Esta é a segunda vez desde o início da pandemia, em março de 2020, que os tribunais vão estar encerrados, passando apenas a serem realizados atos processuais e diligências relacionadas com direitos fundamentais dos cidadãos, tendo sido aprovado um regime excecional de suspensão de prazos.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.058.226 mortos resultantes de mais de 96,1 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 9.465 pessoas dos 581.605 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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Governo confirma que escolas encerram nos próximos 15 dias

Anunciou António Costa

António Costa anunciou que devido à expansão da estirpe britânica da covid-19 em Portugal as escolas serão encerradas nos próximos 15 dias.

O primeiro-ministro salienta que o crescimento muito acentuado da estirpe inglesa da semana passada para esta, de 8% para 20%, levou a esta decisão. As previsões, diz António Costa, apontam para que a prevalência desta estirpe poderá chegar aos 60%.

A interrupção de 15 dias, sublinha o governante, “será devidamente compensada no calendário escolar da forma que o sr. ministro da Educação irá ajustar com os diretores de escola”. Portanto, haverá alargamento das aulas presenciais para o período de férias.

O primeiro-ministro referiu, também, que será implementado um conjunto de medidas “para ajudar as famílias com crianças com idade igual ou inferior a 12 anos”.

As faltas ao trabalho serão justificados e apoio será “idêntico ao que foi dado no primeiro confinamento” de março.

Manter-se-ão abertas as escolas de acolhimento para crianças com idade igual ou inferior a 12 anos cujos pais trabalhem em serviços essenciais.

Continuará a ser assegurado apoio alimentar a todas as crianças que beneficiam da ação social escolar.

Todas as atividades relativas à intervenção precoce e apoio a crianças com necessidades educativas especiais continuam a funcionar.

As comissões de proteção de crianças e jovens continuarão em funcionamento.

Serão encerradas lojas do cidadão mantendo-se exclusivamente o atendimento por marcação nos demais serviços públicos.

Na Justiça, os tribunais vêem suspensos os prazos de todos os processos não urgentes.

(em atualização)

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Pfizer retomará ritmo de entrega de vacinas na próxima semana

Covid-19

Foto: DR / Arquivo

A Comissão Europeia anunciou hoje que o laboratório da Pfizer irá retomar o ritmo de entrega das suas vacinas na próxima semana, após ter anunciado um atraso na quinta-feira passada.

“Esta semana, houve interrupções nas entregas, mas, a partir da próxima semana, as entregas irão retomar conforme planeado”, referiu o porta-voz da Comissão para a Saúde, Stefan de Keersmaecker, na conferência de imprensa diária do executivo comunitário.

Explicitando que, assim que foi informada de que “havia atrasos nas entregas” das vacinas da Pfizer/BioNTech, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, contactou “imediatamente” o conselheiro delegado da Pfizer, o porta-voz referiu que, na altura, foram dadas garantias à presidente do executivo de que “as entregas que foram feitas para o primeiro trimestre serão feitas no primeiro trimestre” e que, nos próximos trimestres, “irá haver um aumento da produção”.

Segundo o porta-voz, após o telefonema entre Von der Leyen e o conselheiro da Pfizer, a Comissão reuniu-se com o Conselho Diretivo responsável pela estratégia de vacinação na UE – e que é constituído por representantes de todos os Estados-membros – tendo a Pfizer anunciado, nessa altura, que o atraso nas entregas seria de “uma semana” e ocorreria na “esta semana”.

Stefan de Keersmaecker referiu assim que, a partir da próxima semana, as entregas irão “retomar conforme planeado” e sublinhou que a Comissão continua a “acompanhar a situação com a empresa”, destacando, no entanto, que “as entregas são uma questão entre a companhia e os Estados-membros”.

“A Comissão assinou um contrato sobre o enquadramento geral, mas as ordens de compra e os acordos de entrega, propriamente ditos são decididos bilateralmente entre os Estados-membros e a empresa, o que é absolutamente normal porque são os Estados-membros que estão melhor posicionados para saber do que precisam tendo em conta as suas campanhas de vacinação”, referiu o porta-voz.

De Keersmaecker referiu ainda que o “importante é que o contrato com a Pfizer/BioNTech seja respeitado” e “seguido à linha”.

“Continuamos em contacto com os Estados-membros e oferecemos o nosso apoio onde podemos e onde é útil, para nos assegurarmos que as entregas têm lugar tal combinado e que se mantêm sem interrupções”, referiu o porta-voz.

O laboratório norte-americano Pfizer advertiu na quinta-feira passada para uma quebra “a partir da próxima semana” nas entregas das vacinas contra a covid-19 na Europa, com vista a melhorar a sua capacidade de produção.

“A redução temporária afetará todos os países europeus”, indicou o Instituto de Saúde Pública norueguês.

“Não é conhecido, de momento, o tempo que poderá levar até a Pfizer regressar à capacidade máxima de produção, que será aumentada de 1,3 para dois mil milhões de doses” por semana, segundo a mesma fonte.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.075.698 mortos resultantes de mais de 96,8 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 9.686 pessoas dos 595.149 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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