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Morreu o cantor Roberto Leal

Cantor vivia no Brasil

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Foto: DR/Arquivo

O cantor português Roberto Leal morreu este domingo, aos 67 anos, em São Paulo.

António Joaquim Fernandes, verdadeiro nome do cantor, nasceu em Macedo de Cavaleiros, distrito de Bragança, e lutava há dois anos contra um cancro, que já lhe tinha afetado a visão num olho.

A notícia da morte do artista foi avançada pelo antigo secretário de Estado das Comunidades José Cesário, à TSF.

Roberto Leal emigrou para São Paulo aos 11 anos com a família. Após trabalhar como sapateiro e vendedor de doces.

O sucesso musical chegou em 1971 com “Arrebita”. O cantor vendeu mais de 17 milhões de discos ao longo da sua carreira. Também era conhecido por músicas como “Uma Casa Portuguesa” e “Chora Carolina”.

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Mais de meia tonelada de pescado e lulas apreendida em Aveiro

Na Gafanha da Nazaré

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Foto: DR/Arquivo

Mais de meia tonelada de pescado e 46 quilos de lulas foram apreendidos nos últimos dias pela Unidade de Controlo Costeiro da GNR de Aveiro, na Gafanha da Nazaré, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a GNR avança que o Subdestacamento de Controlo Costeiro de Aveiro apreendeu na sexta-feira 690 quilos de sardinha fresca, e 40 quilos de perca-do-Nilo congelada, na Gafanha da Nazaré.

A GNR fiscalizou uma viatura, que transportava o pescado em causa, sem qualquer documento que comprovasse a sua rastreabilidade, pelo que identificou a empresa proprietária do pescado, e depois elaborado o respetivo auto de notícia por contraordenação por falta de rastreabilidade, cuja coima pode chegar aos 75 000 euros.

De acordo com o comunicado, o pescado fresco foi entregue à lota de Aveiro e aguarda por inspeção higio-sanitaria, afim de lhe ser atribuído um destino final.

A mesma unidade de controlo costeiro, apreendeu na quinta-feira 46 quilos de lula vulgar (Loligo vulgaris), na lota de Aveiro e foi entregue no local para ser sujeito igualmente a inspeção higio-sanitária.

A apreensão foi realizada no âmbito de uma ação de fiscalização destinada ao controlo do cumprimento das normas que regem a descarga, transporte e comercialização de pescado fresco na lota de Aveiro.

Os militares detetaram, junto da vedação que delimita o recinto, o pescado no interior de sacos, indiciando a não sujeição do pescado ao regime de 1ª venda em lota.

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Vistos gold: Investimento chinês cai 11% até setembro e brasileiro sobe 46%

De acordo com dados do SEF

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Foto: DR

O investimento chinês captado através dos vistos ‘gold’ subiu 11% até setembro, face a igual período de 2018, para 180 milhões de euros, enquanto o brasileiro aumentou 46,5% para 132,6 milhões de euros.

De acordo com dados do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), nos primeiros nove meses do ano o investimento proveniente da China por via de Autorizações de Residência para Atividade de Investimento (ARI) atingiu 180 milhões de euros, menos 11% em termos homólogos.

Entre janeiro e setembro foram concedidos 323 vistos ‘dourados’ a cidadãos de origem chinesa.

Nos primeiros nove meses de 2018 o investimento de origem chinesa foi de 203 milhões de euros.

Já o investimento brasileiro, por via da ARI, ascendeu a 132,6 milhões, mais 46,5% que um ano antes, num total de 176 vistos.

Relativamente ao investimento oriundo da Turquia, este recuou 48,5% entre janeiro e setembro, face ao mesmo período de 2018, para 38,5 milhões de euros.

Até setembro fora atribuídos 71 ARI a cidadãos turcos.

No ‘top 5’ do investimento por nacionalidades, constam ainda os Estados Unidos, totalizando 38,5 milhões de euros até setembro, com 49 ARI concedidos.

A Rússia, com 40 vistos ‘gold’, totalizou um investimento de 26,3 milhões de euros no período em análise.

Em setembro, o investimento total proveniente de ARI ascendeu a 48.450.021,42 euros, uma subida de 29,7% face ao registado em igual mês de 2018 (37 milhões de euros).

Comparativamente a agosto, quando o investimento foi de 82,5 milhões de euros, este registou um recuo de 41%.

Nos primeiros nove meses do ano, o investimento captado totalizou 601,5 milhões de euros, mais 1% que um ano antes.

Em quase sete anos – o programa ARI foi lançado em outubro de 2012 –, o investimento acumulado até setembro totalizou 4.851.321.701,65 euros, com a aquisição de imóveis a somar 4.378.813.787,85 euros.

Os vistos “dourados” atribuídos por via da transferência de capital ascendem a 472.507.913,8 euros.

Desde a criação deste instrumento, que visa a captação de investimento, foram atribuídos 7.960 ARI: dois em 2012, 494 em 2013, 1.526 em 2014, 766 em 2015, 1.414 em 2016, 1.351 em 2017, 1.409 em 2018 e 998 em 2019.

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Pordata lança retrato estatístico de 10,2 milhões, mais velhos do que novos

Terceiro país da União em rácio de idosos para jovens

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Foto: DR / Arquivo

São 10,2 milhões, mais velhos que novos, num país em que nos últimos 50 anos, a taxa de mortalidade infantil se tornou numa das baixas da Europa, segundo o retrato estatístico de Portugal hoje divulgado.

Os 10.283.822 de portugueses contados nos dados da base de dados da Pordata, gerida pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, vivem com um risco de pobreza de 18,3% (1,4 pontos acima da média da União Europeia).

Apenas 13,9% da população têm menos de 15 anos (a média da UE é 15,6%), enquanto 21,3% têm mais de 65, segundo o retrato divulgado no Dia Europeu das Estatísticas.

Assim, Portugal é o terceiro país da União em rácio de idosos para jovens: 153 idosos para cada 100 jovens, só superado por Itália e Alemanha.

Entre os 15 e 64, o país está em cheio na média europeia, com 64,4% das pessoas nessa faixa etária.

Em média, cada mulher tem 1,38 filhos, abaixo dos 1,59 da média europeia, com Portugal no 23.º lugar entre os 28 países membros da União Europeia.

A idade média para ter filhos situa-se nos 31,2 anos e 54,9% dos nascimentos verificam-se fora do casamento, bem acima dos 20% que se verificavam em 1993.

A taxa de mortalidade, que em 1960 se aproximava dos 90 por mil habitantes, está hoje em 2,7 por mil, abaixo da média europeia de 3,6%.

Em 2018, houve mais 25.980 mortes do que nascimentos em Portugal, traduzindo uma variação negativa de 1,6%, por oposição aos 2,1% positivos da média europeia.

Os portugueses são dos mais gregários entre os povos da União Europeia, com apenas 23% dos agregados familiares compostos por uma pessoa, o número mais baixo da UE, ‘ex aequo’ com a Croácia e a Eslováquia.

Na maior parte desses agregados (54%) vive uma pessoa com mais de 65 anos.

Portugal é o país europeu com maior percentagem de pessoas entre os 25 e os 64 anos sem o ensino secundário ou superior (50,2%), mais do dobro da média da UE, que se situa nos 21,9%.

A taxa de abandono escolar entre os 18 e 24 é a sétima mais alta da UE, chegando aos 11,8% em relação à média europeia de 10,6%.

No seu retrato, a Pordata destaca ainda que 55% dos doutoramentos pertencem a mulheres.

No que toca aos cuidados de saúde, os portugueses gastam 5,1% do rendimento das famílias, a sexta percentagem mais alta no contexto da União Europeia, onde a média é de 04%, segundo números de 2017.

Portugal é o terceiro país da União com mais médicos por 100 mil habitantes (497, face à média europeia de 360, mas está em vigésimo em relação ao número de camas disponíveis (339 por 100 mil habitantes, quando a média europeia é de 504.

Portugal está em sexto lugar no rácio de polícias por habitante (450 agentes por 100 mil habitantes, mas apenas 7,8% do contingente são mulheres, a percentagem mais baixa em 23 países da UE para os quais há dados disponíveis.

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