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Guimarães

Morreu menina de cinco anos, filha de emigrantes de Guimarães, que caiu a tirar foto junto à Torre Eiffel

Criança estava em morte cerebral

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Foto: DR

A menina de cinco anos, filha de emigrantes de Guimarães em França, que estava em morte cerebral desde sábado, dia 02 de fevereiro, após ter caído de um muro de seis metros de altura nos arredores da Torre Eiffel, em Paris, morreu esta segunda-feira.

A informação foi avançada, há momentos, pelo Guimarães Digital, do Grupo Santiago. A criança estava a fazer pose para uma foto na Praça de Trocadero, quando colocou a mão em falso ao apoiar-se no muro, e caiu.

A família da menina é natural da freguesia de Sande São Lourenço.

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Guimarães

Árvore cai e danifica mais de 20 campas em cemitério de Guimarães

Mau tempo

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Fotos: Notícias de Creixomil / Facebook

Uma árvore, com cerca de 20 metros de altura, danificou várias campas de um cemitério no concelho de Guimarães, depois de se ter abatido sobre as mesmas na sequência do mau tempo, ao final da manhã de quinta-feira.

A queda deu-se pouco depois das 12:00 horas de ontem, no cemitério da Atouguia, durante um período em que as condições climatéricas se encontravam bastante adversas, sobretudo devido ao vento forte que chegou a soprar a mais de 90 quilómetros horários.

Fonte dos Bombeiros de Guimarães indicou a O MINHO que não houve registo de pessoas feridas com o incidente. Segundo a publicação Guimarães Digital, mais de duas dezenas de campas foram danificadas.

A remoção dos destroços estará a cargo da Câmara de Guimarães, por se tratar de um cemitério municipal.

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Guimarães

Trabalhadores de Guimarães acusam Kyaia de “violar” contrato de trabalho ao “forçar” pausas

Trabalhadores manifestaram-se no centro da cidade

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Trabalhadores da Kyaia manifestaram-se, esta quinta-feira, no centro de Guimarães, acusando o grupo de “violar o contrato coletivo de trabalho” ao “exigir” que cumpram mais 20 minutos por dia “devido a pausas forçadas” durante a jornada.

Em declarações à Lusa, a representante do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços do Minho, Aida Sá, explicou que os trabalhadores estão a ser “forçados” a cumprir pausas de 10 minutos de manhã e de tarde, sendo-lhes exigido que “compensem” no final do dia.

“O que está a acontecer é uma violação do contrato coletivo de trabalho. O grupo está a obrigar que os trabalhadores trabalhem mais uma hora e 40 minutos por semana e quem não está a cumprir descontam no ordenado”, disse.

Segundo a sindicalista, “os trabalhadores recusaram-se a cumprir esta pausa e trabalhar mais 20 minutos e agora é-lhes desligada a luz na hora em que a administração os quer obrigar a fazer a pausa”.

Presente e “solidário” com os trabalhadores, o dirigente da CGTP Arménio Carlos destacou tratar-se da “violação de um princípio que é do descanso dos trabalhadores” e cumprir os horários acordados.

“Não faz sentido, é uma atitude abusiva, diria mesmo ilegítima desta entidade patronal que deveria reconhecer o papel destas trabalhadoras para o desenvolvimento da empresa e está a pôr em causa o respeito que elas devem merecer”, afirmou Arménio Carlos.

O grupo Kyaia foi fundado em 1984 por Fortunato Frederico e Amílcar Monteiro, emprega cerca de 600 trabalhadores entre Guimarães, distrito de Braga, e a unidade de fabrico de Paredes de Coura, Viana do Castelo.

Segundo informações do grupo, o volume de negócios é de 55 milhões de euros, sendo que o modelo de negócio se estende, além da produção de calçado, às áreas da distribuição e do retalho, mas também ao ramo imobiliário e das tecnologias de informação.

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Guimarães

Adepto que atirou garrafa de água a árbitro em Guimarães pode ser banido dos estádios

No campo de Aldão

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Foto: DR/Arquivo

O Ministério Público requereu que um homem que atirou uma garrafa de água ao árbitro durante um jogo de futebol no campo de Aldão, Guimarães, seja proibido de aceder a recintos desportivos, anunciou hoje a Procuradoria-Geral Distrital do Porto.

Em nota publicada na sua página da Internet, aquela procuradoria acrescenta que o Ministério Público acusou o arguido de ofensas à integridade física qualificada, em concurso aparente com um crime de arremesso de objetos ou produtos líquidos.

Os factos remontam a 12 de janeiro de 2019, no Campo de Futebol Artur Silva, sito em Aldão, no concelho de Guimarães, no decurso de um jogo de futebol a contar para a 1.ª divisão do Campeonato Distrital de Séniores da Associação de Futebol de Braga.

“O arguido arremessou uma garrafa de água ao árbitro do jogo, atingindo-o num braço”, refere a acusação.

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