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Ponte de Lima

Morreu Carlos Anjos, colecionador de mais de 30 mil brinquedos em Ponte de Lima

Impulsionador do Museu do Brinquedo Português

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Carlos Anjos em entrevista. Foto: RTP

Carlos Anjos, antigo proprietário de um espólio com cerca de 30 mil brinquedos de fabrico português, residente em Ponte de Lima, morreu esta quarta-feira, anunciou fonte próxima da família.

Era conhecido por percorrer o país em busca de brinquedos antigos, algo que, segundo o próprio, se tornou um vício. Terá começado pelo colecionismo de apitos de barro, passando depois para peças em madeira.

Deixou, recentemente, todo o seu espólio ao Museu do Brinquedo Português, situado na vila limiana, depois de estabelecer um protocolo com a autarquia local e com a Associação Concelhia das Feiras Novas.

Natural de Chaves, onde viveu até aos cinco anos, morou ainda em Angola, no Porto, até se instalar em Ponte de Lima. Exercia a profissão de oficial de justiça.

Em entrevista dada à RTP, em dezembro de 2018, o colecionador explica que o primeiro brinquedo que colecionou foi um carro de bombeiros, datado de 1940, que encontrou “num caixote do lixo de um fabricante de brinquedos”.

Em 2009, recebeu um convite da Câmara de Ponte de Lima, já depois de ter participado em várias feiras e mercados com os brinquedos repetidos que possuía.

“Perguntou-me se estava interessado em abrir um museu em Ponte de Lima e eu disse-lhe para vir ter comigo, assim falávamos e ele conhecia os meus brinquedos”, contou à RTP.

O museu foi inaugurado a 08 de junho de 2012.

O corpo de Carlos Anjos encontra-se em câmara ardente na Igreja da Misericórdia, em Ponte de Lima, indo a sepultar no cemitério municipal, esta quinta-feira, a partir das 15:00 horas.

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Alto Minho

Responsáveis de IPSS de Ponte de Lima acusados de burla à Segurança Social

Burla superior a 33 mil euros

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Foto: DR / Arquivo

O Ministério Público acusou de burla tributária o presidente e duas diretoras técnicas de uma instituição particular de solidariedade social (IPSS) de Ponte de Lima, por alegadamente terem declarado à Segurança Social serviços que não prestaram.

Em nota hoje publicada no seu ‘site’, a Procuradoria-Geral Distrital do Porto acrescenta que a IPSS também vai responder pelo mesmo crime.

O Ministério Público considerou indiciado que o presidente e duas diretoras técnicas, “relativamente a 11 utentes idosos que frequentavam valências da IPSS, declararam à Segurança Social, para efeitos de atribuição de prestações, serviços nunca prestados”.

Segundo o Ministério Público, com esta conduta a IPSS teve uma vantagem patrimonial ilegítima superior a 33.600 euros, “à custa” da Segurança Social.

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Ponte de Lima

Governo suspende negociações com família de militar de Ponte de Lima morto nos Comandos

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A negociação sobre o valor de indemnização entre o Governo e os familiares dos dois militares que morreram durante o curso de Comandos, está interrompida, avança este domingo o Jornal de Notícias.

A suspensão da tentativa de acordo para pagar as indemnizações pedidas pelos pais dos recrutas terá sido uma ordem direta do Governo aos advogados do Estado, até que exista uma decisão em tribunal sobre se houve ou não negligência e se os acusados são condenados.

O julgamento decorre há cerca de um ano, com vários elementos do 127.º curso de Comandos como intervenientes. Acusados estão 19 militares pertencentes aos Comandos, que respondem por abuso de autoridade e ofensa à integridade física, nunca por homicídio involuntário.

Comandos: Recruta de Ponte de Lima morreu há três anos e ainda ninguém foi condenado

De acordo com Ricardo Sá Fernandes, advogado das vítimas, a decisão do Estado em suspender as negociações para uma indemnização é “lamentável”.

“Noutras situações que conhecemos desta natureza – como [os fogos de] Pedrógão -, o Estado sempre avançou, independentemente da responsabilidade criminal, por entender que, mesmo que não haja responsabilidade criminal, há o funcionamento do sistema em geral que falha”, disse o causídico.

Pais de Dylan da Silva contam agressões relatadas pelo filho antes do curso de Comandos

Dylan da Silva, natural de Gemieira, Ponte de Lima, morreu por falência de órgãos na sequência da denominada Prova Zero, em 2016, que decorreu na região de Alcochete, distrito de Setúbal.

À data com 20 anos, não resistiu às lesões graves que, em conjunto com outros dez instruendos, terá sofrido durante aquela prova de esforço. Hugo Gomes, colega na instrução, foi a segunda vítima mortal.

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Alto Minho

O último grande nevão no Alto Minho. Foi a 14 de janeiro de 1987

Quarta-feira, 14 de janeiro de 1987. O Alto Minho foi surpreendido por um nevão, que deixou em êxtase os muitos que nunca haviam visto neve. Em Ponte de Lima, Modesto Miranda (Artvídeo) captou imagens do ‘grande acontecimento’, mais tarde partilhadas no YouTube, num documentário sobre a sua obra, produzido no âmbito do projeto PontedeLima.com (PDG5 Media, proprietária do jornal O MINHO).

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Quarta-feira, 14 de janeiro de 1987. O Alto Minho foi surpreendido por um nevão, que deixou em êxtase os muitos que nunca haviam visto neve. Em Ponte de Lima, Modesto Miranda (Artvídeo) captou imagens do grande acontecimento, mais tarde partilhadas no YouTube, num documentário sobre a sua obra, produzido no âmbito do projeto PontedeLima.com (PDG5 Media, proprietária do jornal O MINHO).

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