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Desporto

Morreu António Rodrigues Guimarães, antigo presidente do Vitória SC

Óbito

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Foto: Divulgação

O antigo presidente do Vitória Sport Clube (SC) António Rodrigues Guimarães, que liderou o clube entre 1974 e 1976, morreu esta sexta-feira, aos 80 anos, informaram os vimaranenses.


“O Vitória Sport Clube endereça as mais sentidas condolências à família e amigos de António Manuel Rodrigues Guimarães. Neste momento difícil, fica para sempre na memória o homem e dirigente que honrou o emblema do Vitória”, indica a nota publicada no sítio oficial dos minhotos.

O Vitória SC assinalou que o antigo presidente manteve “a estabilidade necessária para o clube num período politicamente conturbado”, depois de ter sucedido a Antero Henriques da Silva Júnior, em março de 1974, um mês antes do 25 de Abril.

Nos dois anos em que liderou os vitorianos, a equipa de futebol obteve um quinto lugar na edição 1974/75 do campeonato e um sexto em 1975/76, temporada ainda marcada pela presença na final da Taça de Portugal (derrota por 2-1 frente ao Boavista, em jogo realizado no antigo Estádio das Antas, no Porto).

Antes de ter sido presidente do Vitória, António Rodrigues Guimarães foi vereador municipal dos desportos em Guimarães, tendo contribuído para o projeto do hoje denominado Estádio D. Afonso Henriques, inaugurado em 03 de outubro de 1965.

O funeral realiza-se às 14:30 de sábado, na igreja paroquial de São Jorge de Selho, no concelho de Guimarães.

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Futebol

Liga e Federação repudiam “ataque cobarde” ao autocarro do Braga em Guimarães

Na A7

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Foto: DR / Arquivo

A Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) repudiou hoje de “forma veemente”, o “ataque cobarde” ao autocarro do SC Braga, após o jogo de sexta-feira, em Paços de Ferreira, da 31.ª jornada da I Liga de futebol.

“Este ataque ao autocarro bracarense é mais um inaceitável episódio de violência, perpetrado por um conjunto de criminosos sem rosto que mancham e envergonham todos aqueles que verdadeiramente amam este desporto”, refere o organismo em comunicado.

A comitiva do SC Braga foi apedrejada na autoestrada A7, já próximo da saída para Guimarães sul, apesar da escolta de batedores da GNR, após o jogo de sexta-feira, em Paços de Ferreira, que os ‘arsenalistas’ venceram por 5-1.

“É fundamental que as entidades competentes possam, o mais rapidamente possível, identificar e punir exemplarmente os responsáveis por este ato bárbaro”, refere a LPFP, deixando uma palavra de forte solidariedade para com jogadores, ‘staff’ e dirigentes do Sporting de Braga.

Já o presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Fernando Gomes, apelidou de  “vil e chocante ataque”.

“Uma equipa de futebol, os seus jogadores, treinadores, dirigentes e todos os restantes elementos de apoio, voltou a sofrer um cobarde ataque que felizmente não causou feridos graves. Desta vez, foi o Sporting Clube de Braga que viveu um pesadelo que poderia ter-se transformado numa tragédia”, refere Fernando Gomes, num comunicado no sítio da FPF.

“Acredito que as autoridades irão encontrar os responsáveis por este ato bárbaro, mas insisto que o Estado deve atuar de forma enérgica e implacável”, refere Fernando Gomes, afirmando sentir uma “enorme revolta e tristeza” face aos acontecimentos registados.

O clube minhoto publicou uma nota no seu sítio em que refere que a comitiva “foi surpreendida com o arremesso de pedras de grandes dimensões, atiradas a partir da berma e que, por mera felicidade, não resultaram em ferimentos (…) que poderiam revestir-se de enorme gravidade”.

“O futebol não pode ser um veículo de ódios tão primários, mas cabe às forças da autoridade a tomada de ações imediatas, evitando a todo o custo que chegue o dia em que lamentemos consequências mais dramáticas”, avisa o clube ‘arsenalista’, adiantando já ter apresentado queixa policial.

“Não podemos aceitar atos desta natureza e, como presidente da FPF, tudo farei para expulsar criminosos do futebol. Mas este combate tem de ser de todos”, refere ainda Fernando Gomes, manifestando a sua “profunda solidariedade a todos os elementos do clube”.

O clube minhoto publicou uma nota no seu sítio em que refere que a comitiva “foi surpreendida com o arremesso de pedras de grandes dimensões, atiradas a partir da berma e que, por mera felicidade, não resultaram em ferimentos (…) que poderiam revestir-se de enorme gravidade”.

“O futebol não pode ser um veículo de ódios tão primários, mas cabe às forças da autoridade a tomada de ações imediatas, evitando a todo o custo que chegue o dia em que lamentemos consequências mais dramáticas”, avisa o clube ‘arsenalista’, adiantando já ter apresentado queixa policial.

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Desporto

Preparação da delegação olímpica brasileira em Portugal vale 2,5 milhões

Revela o presidente do Comité Olímpico de Portugal (COP), José Manuel Constantino

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Foto: DR / Arquivo

A passagem da delegação olímpica brasileira por Portugal para preparar os Jogos Olímpicos de Tóquio2020 representa um impacto de 2,5 milhões de euros no país, revela o presidente do Comité Olímpico de Portugal (COP), José Manuel Constantino.

Em declarações à agência Lusa, o líder do COP sustenta que a preparação dos atletas brasileiros em solo português “tem uma vantagem naturalmente desportiva, mas tem, sobretudo, uma enorme importância no plano diplomático e no plano económico”, sendo que esta situação não será caso único no futuro próximo.

“Agora, junte-se à delegação brasileira a delegação da Colômbia e um conjunto de outras equipas e outros atletas, que, tradicionalmente, procuram Portugal para preparar as suas temporadas desportivas. Incluem-se aqui seleções, campeões do mundo e campeões olímpicos. Creio que isto tem vantagens para Portugal e aquilo que eu espero é que não se criem dificuldades”, frisou.

José Manuel Constantino apela também a que sejam sinalizadas as condições de segurança exigíveis às delegações desportivas de outros países e lembra que o COP apenas pode ajudar a potenciar mais situações como a vinda da delegação brasileira, mas que a sua esfera de atuação é limitada.

“Não cabe ao COP fazer o trabalho que a nossa diplomacia tem de fazer, que o nosso governo tem de fazer na área da administração interna e que o nosso turismo tem de fazer do ponto de vista da promoção. A nossa missão é ajudar, colaborar, sugerir, agilizar contactos, mas não somos um organismo do Estado”, nota.

Confrontado com a recente exclusão de Portugal por parte de vários países das listas de corredores turísticos seguros, como foi o caso do Reino Unido, o responsável pelo movimento olímpico nacional pede para que o poder político não caia numa lógica de retaliação, pelos efeitos negativos que uma postura dessas poderia trazer nas mais diversas áreas.

“A nós colocam-nos problemas, eu espero é que Portugal não reproduza junto dos outros os problemas que nos colocam. Não se pede nenhuma exceção para estes atletas, pede-se apenas que possam entrar e que entrem cumprindo as regras exigíveis”, explica, acrescentando: “Se se sabe que os melhores vêm a Portugal para estagiar, a tendência natural é a reprodução dessa iniciativa e Portugal só tem a aproveitar essa circunstância.”

Os primeiros representantes da comitiva brasileira a chegar são as chefias, segundo o presidente do COP, devendo aterrar em Portugal na segunda-feira. Depois, seguir-se-ão as equipas de judo, natação, vela, entre outras, com o total de elementos oriundos do Brasil a poder aproximar-se dos 400, incluindo também médicos, fisioterapeutas e ‘staff’ de apoio.

“Enviei uma carta ao governo, enviei uma carta aos embaixadores do Brasil e da Colômbia sinalizando este interesse, mas o COP não pode fazer muito mais do que isto. O COP não tem instrumentos de intervenção pública, estamos aqui a dar uma ajuda. Cabe ao governo português entender se esta ajuda é útil ou se não tem interesse nenhum”, conclui.

Os Jogos Olímpicos de Tóquio2020 foram adiados para 2021 devido à pandemia covid-19.

A pandemia já provocou mais de 556 mil mortos e infetou mais de 12,36 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.646 pessoas das 45.679 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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Futebol

Autocarro do Braga apedrejado em Guimarães

SC Braga

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Foto: DR / Arquivo

O autocarro do SC Braga foi apedrejado por desconhecidos no na A7, em Guimarães, no início desta madrugada, avança a CMTV.  Uma das pedras, de grandes dimensões, atingiu um passageiro do carro que seguia na frente do autocarro, partindo um vidro. Embora as primeiras informações dessem conta de que o homem sofreu ferimentos, o clube diz não existirem vítimas.

O SC Braga já confirmou o ataque através de comunicado emitido durante a madrugada deste sábado por “dever de denúncia pública”, salientando a felicidade de não ocorrerem ferimentos “de enorme gravidade”.

O clube refere que a comitiva, que era escoltada por batedores da GNR, foi surpreendida na A7, já próximo do nó de saída para Guimarães Sul, quando “foi surpreendida com o arremesso de pedras de grande dimensão, atiradas a partir da berma e que por mera felicidade não resultaram em ferimentos que (…) poderiam revestir-se de enorme gravidade para os elementos que integravam a comitiva”.

“Se a cobardia daqueles que levam a cabo tais ataques não pode sequer ser adjetivada, importa porém alertar consciências e tomar medidas de escrupulosa severidade para que tais atentados à vida humana não se repitam”, sublinha o clube.

“O futebol não pode ser um veículo de ódios tão primários e de comportamentos criminosos, mas cabe às forças da autoridade a tomada de ações imediatas, evitando a todo o custo que chegue o dia em que lamentemos consequências mais dramáticas”, acrescenta.

“Quem repetidamente age na impunidade e coloca em risco vidas alheias não pode ter lugar na nossa sociedade e deve ser encarado como uma séria ameaça à mesma e à segurança que todos prezamos”, finaliza.

O SC Braga já apresentou queixa junto das autoridades e “acompanhará ativamente este processo, que se espera exemplar e dissuasor de episódios futuros”.

(notícia atualizada às 03h38)

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