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Região

Morreram 36 pessoas nas estradas do distrito de Braga em 2019

Mais oito que no ano anterior

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

Morreram 36 pessoas nas estradas do distrito de Braga, em 2019, mais oito do que no ano anterior, revelou a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).

Os dados provisórios da sinistralidade e fiscalização rodoviária de 2019 dizem respeito a Portugal Continental e às vítimas mortais cujo óbito foi declarado no local do acidente ou a caminho do hospital.

A nível nacional, o número de mortos nas estradas diminuiu 7% no ano passado em relação a 2018, totalizando 472, mas os acidentes rodoviários e os feridos graves aumentaram.

O distrito do Porto, com 55 mortes, encabeça a lista negra, seguido de Lisboa, com 47, e Braga Aveiro e Faro, todos com 36.

Na quinta-feira, em conferência de imprensa para apresentação do balanço provisório, o presidente da ANSR, Rui Ribeiro, avançou que em 2019 foram registadas 472 vítimas mortais, menos 36 do que em 2018 (menos 7%), e “em linha com o valor registado em 2015”.

Segundo a ANSR, 2.288 pessoas ficaram gravemente feridas no ano passado, mais 147 do que em 2018 (mais 3%), registando-se também um aumento de 2% (mais 2.664) do número de acidentes rodoviários, num total de 135.063.

Os dados indicam que, tanto os acidentes como os feridos graves, estão a aumentar desde 2014.

De acordo com a ANSR, os feridos ligeiros também aumentaram 3% (mais 1.569) em 2019, quando se registaram 42.925.

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Guimarães

95 condutores sem justificação para entrar em Guimarães voltaram para casa

Covid-19

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Foto: O MINHO

Decorreu este domingo uma megaoperaçao levada a cabo pelo posto territorial da GNR de Guimarães, não só de fiscalização mas também de aconselhamento de condutores e passageiros face às regras de confinamento impostas devido à pandemia de covid-19.

A operação decorreu em quatro locais – eixos de entrada e saída do concelho – e serviu também para mentalizar os ocupantes das viaturas a ficarem em casa durante este domingo.

Foto: O MINHO

O MINHO falou com o capitão Orlando Rodrigues, comandante da GNR de Guimarães que liderou a operação rodoviária, de onde não resultaram condutores ou passageiros detidos.

Mas 95 condutores tiveram de acatar uma ordem de regresso, um acatamento, por não terem justificação válida para circular na estrada. Motivos de lazer não foram tolerados pelas autoridades.

“A nossa intenção era sensibilizar as pessoas para que fiquem em casa, não só os condutores mas também os passageiros”, explicou o comandante, revelando que foram fiscalizadas 804 viaturas e 1.026 passageiros.

Foto: O MINHO

“A maior parte ia às compras, às farmácias ou prestar assistência a familiares, mas mesmo a esses foi aconselhado que evitassem ao máximo as deslocações durante este período”, acrescentou o capitão Rodrigues.

“Apelámos também às pessoas para que se restrinjam às regras que estão a ser veiculadas pelas autoridades e pela comunicação social”, disse ainda.

Algumas viaturas seguiam com vários passageiros, pelo que lhes foi aconselhado a evitarem esse tipo de deslocação. “Quem ia às compras, foi recomendado que evitasse levar passageiros, até porque isso já foi várias vezes veiculado”, explicou a autoridade policial.

Foto: O MINHO

A operação dividiu-se em quatro pontos: rotunda de Silvares, junto à saída da A11, nas freguesias de Infantas e de Ponte (EN 101) e ainda na EN 105, na rotunda que dá acesso a Vizela.

De acordo com as restrições à circulação aprovadas por decreto do Governo sobre o Estado de Emergência, para além de motivos profissionais, só é permitida a circulação para aquisição de bens e serviços, por motivos de saúde, a estações e postos de correio, agências bancárias e agências de corretores de seguros ou seguradoras, para atividade física de curta duração e apenas sozinho e para passear animais de companhia.

Vão ser também proibidas deslocações para fora do concelho de residência no período da Páscoa, entre 09 e 13 de abril.

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Aqui Perto

Tem covid e andava a passear na Póvoa de Varzim. Foi detido

Covid-19

em

Foto: DR / Arquivo

Um homem de 43 anos foi detido pela PSP, na Póvoa de Varzim, este domingo, por desrespeitar a ordem de confinamento obrigatório para doentes com covid-19.

Segundo disse fonte do comando distrital da PSP do Porto a O MINHO, o homem foi detido em Aver-o-Mar, ao início da tarde, depois de uma operação montada pela polícia, que fez inclusive um cerco à casa da mãe do homem, habitualmente emigrante em França.

De acordo com o Jornal de Notícias, o homem sentia mal-estar, tosse e febre, tendo feito o teste ao covid-19 no Hospital de São João, no Porto, teste esse que se revelou positivo.

Desde então, as autoridades de saúde não conseguiram entrar em contacto com o homem, que continuou a fazer uma vida normal, passeando nas ruas e frequentando espaços públicos.

A polícia terá ido várias vezes à residência do homem, mas nunca o encontrou. Acabou por montar uma operação policial que culminou com a detenção e aplicação de uma multa ao homem, que fica agora obrigado a concluir o confinamento.

O mesmo jornal dá conta de que a mãe e os vizinhos não sabiam que o homem estava infetado.

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Braga

Empresas de Braga passam a contar com auxílio gratuito de advogados

Covid-19

em

Foto: O MINHO (Arquivo)

A Associação Comercial de Braga e a Sociedade de Advogados Antas da Cunha ECIJA estabeleceram um acordo de cooperação que permitiu a criação de um Help Desk para apoiar o tecido empresarial da região de Braga, foi hoje anunciado.

No âmbito desta colaboração, a ACB reforça, assim, a sua capacidade de prestar auxílio aos empresários ao nível do esclarecimento, informação e aconselhamento sobre as medidas de apoio às empresas criadas pelo Estado Português, no âmbito da pandemia da doença covid-19, com o suporte técnico e legal de uma das mais conceituadas sociedades de advogados a operar em Portugal.

O diretor geral da ACB, Rui Marques, salienta a importância da criação deste serviço por responder aos anseios da comunidade empresarial local, sublinhado ter sido montado em estreita colaboração com dois movimentos de empresários de Braga – “o URBAC19” e o “Pelos Comerciantes” – e “por ter o suporte de umas mais conceituadas firmas de advocacia da península ibérica, musculando a capacidade de resposta da ACB numa altura que os seus serviços de apoio ao associado registam uma elevada procura”.

Para Nuno Vieira da Silva, Sócio da Antas da Cunha ECIJA, estava na hora do escritório olhar para Braga, uma das cidades mais inovadoras e pujantes do país: “Temos escritórios em várias partes do mundo e essa vantagem será colocada ao serviço da ACB e dos empresários bracarenses. Como sócio da Antas da Cunha ECIJA e como responsável pelo escritório de Braga não poderia estar mais entusiasmado com este protocolo”, sublinha.

Para além do Help Desk – que está disponível através do email [email protected] -, esta parceria prevê, ainda, a realização de seminários online que permitirão dar a conhecer, de forma prática, todas as medidas disponíveis, assim como as suas implicações ao nível laboral, fiscal,societário e contencioso a um grupo mais alargado de empresas.

O primeiro webinar está já agendado para a manhã do próximo dia 09 de abril, e, para além da presença de Rui Marques e Nuno Vieira da Silva, contará com a participação de quatro advogados especialistas da Antas da Cunha ECIJA, Isabel Costa (laboral), Carolina Sousa (fiscal), João Antunes Rodrigues (societário) e Daniela Guimarães (contencioso). A participação é livre e as inscrições devem ser efetuadas no site da ACB.

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