Declarações dos treinadores de FC Porto e Moreirense, no final do jogo da 32.ª jornada da I Liga, disputado hoje no Estádio do Dragão, no Porto, e que terminou com a vitória dos portistas (3-1):
– Gilberto Andrade (Treinador adjunto do Moreirense): “O que nos faltou foi não sofrer o segundo golo. Não criaram grandes situações de golo, essa é a realidade, mas, com a situação do penálti, e não vou comentar a arbitragem, desbloquearam o jogo e complicaram-nos a estratégia.
Tivemos de mexer para reagir, e aí foi mais complicado. Admito que podíamos ter sido mais ousados, mas isso também nos causa alguns desequilíbrios.
O [guarda-redes] Caio Secco tem um corte no maxilar e foi ao hospital por uma questão de precaução. Para já é aquilo que podemos dizer.
[Relativamente à ausência do treinador Cristiano Bacci por doença] O planeamento do que é feito na semana foi feito em conjunto com ele, só não estava fisicamente. Passou mal dois ou três dias, mas penso que no próximo jogo já estará connosco”.– Martín Anselmi (Treinador do FC Porto): “Creio que tivemos paciência para atacar e encontrar a melhor forma para chegar ao golo. A equipa foi paciente. Ter feito três golos não quer dizer que houve uma melhoria no ataque, agrada-me mais quando a equipa tem paciência para chegar ao golo.
[Sobre os assobios ouvidos no Dragão] Por mais que possamos fazer até ao final, não foi uma época positiva, porque este clube joga para títulos. [Relativamente à titularidade do brasileiro] Pepê não marca e não assiste, mas corre e trabalha muito. Se continua a trabalhar assim, os golos vão chegar. Estou contente com a sua entrega.Num pontapé de baliza marcado rapidamente, ficámos em inferioridade quando o Fábio Vieira, com dois adversários por perto, tentou saltar no primeiro. Chegámos tarde por um segundo, mas nas restantes tentativas do Moreirense conseguimos ganhar e ficar sempre com a bola.
Os avançados precisam de golos, mas hoje tenho de destacar o trabalho que o Samu desenvolveu hoje, discutindo os lances, pressionando”.