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I Liga

Moreirense perde na visita ao Boavista

31.ª jornada da I Liga

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Foto: DR/Arquivo

O Boavista venceu hoje na receção ao Moreirense, por 3-1, em jogo da 31.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, e ficou mais perto da manutenção na competição, enquanto os minhotos permanecem no quinto lugar.

Com este triunfo, selado com os golos do nigeriano Obiora, aos 26, do gambiano Yusupha, aos 81, e do argentino Falcone, aos 86, os ‘axadrezados’ subiram ao 13.º lugar, com 35 pontos, mais quatro do que o Desportivo de Chaves, 16.º e primeira equipa na zona de despromoção.

Aos 90+3, o argelino Halliche ainda reduziu para o Moreirense, que não vence há três jogos e permanece no quinto posto, com 49.

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Futebol

Vitória SC é a equipa que mais ataca na Liga, SC Braga é a segunda

Benfica, Porto e Sporting ocupam os restantes lugares do top5

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À passagem da 11.ª jornada da Liga portuguesa de futebol (Liga NOS), o Vitória SC detém o estatuto de “rei” dos ataques da competição.

Os “conquistadores” são a formação que mais atacou neste primeiro terço do campeonato, onde registou um total de 422 incursões ofensivas ao último reduto dos seus adversários. Números, de destaque, que conferem uma interessante média de 38,36 ações ofensivas por jogo.

Curiosamente, o jogo que mais contribuiu para estes números, dos comandados por Ivo Vieira, teve lugar no Estádio José Alvalade, para a oitava jornada, onde o Vitória SC acabou por sair derrotado (3-1), apesar do impressionante registo de 52 ataques.

Outra curiosidade, desta estatística, é o facto de os dois primeiros lugares serem ocupados por “rivais” e vizinhos minhotos.

Isto porque o SC Braga é a segunda equipa que maior número de ataques contabiliza, na competição, com um acumulado de 418 ações ofensivas.

Os gverreiros do Minho registam uma média exata de 38 ataques por jogo, com a receção ao Marítimo M (2-2), na sexta jornada, a emergir como o jogo onde os bracarenses mais contribuíram para estes números, depois de um total de 55 incursões à linha defensiva dos madeirenses.

De referir que o top cinco dos conjuntos mais ofensivos da Liga fica completo com SL Benfica, FC Porto e Sporting CP.

As “águias” são o terceiro emblema mais atacante da prova (409 ataques), ao cabo de 11 jornadas, com uma média de 37,18 por encontro.

Bem de perto seguem os “dragões”, que alcançaram um total de 405 ataques, equivalentes a uma média de 36,82 por jogo.

Já os “leões” são o quinto conjunto mais ofensivo da competição, tendo realizado 351 ofensivas às defesas contrárias (média de 31,91 por jogo).

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Futebol

“Fizemos dois golos, mas poderíamos ter feito mais”

Dérbi do Minho

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Foto: Youtube

Declarações do treinador do Sporting Clube de Braga, após o jogo da 11.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol disputado em Guimarães e que terminou com a vitória dos bracarenses, por 2-0:

– Ricardo Sá Pinto (Treinador do SC Braga): “O Braga tem estado sempre bem. Se falarmos dos resultados da I Liga, não têm sido coincidentes que com a nossa supremacia e com a nossa qualidade de jogo. A nível de domínio, das chegadas, temos sido sempre muito fortes. Há muito tempo que merecíamos uma vitória como esta.

Considero o resultado justo. É demasiado evidente. Na posse da bola, não fomos superiores, mas [essa posse] foi controlada e provocada. Fomos superiores nas oportunidades, na chegada. Controlámos o jogo do princípio ao gim. O adversário não teve sequer uma oportunidade de golo. Não é fácil jogar na casa do [Vitória de] Guimarães. Era um jogo especial por ser um dérbi minhoto, com grande emotividade dos jogadores e dos adeptos. Fizemos um jogo muito completo. Os jogadores estão de parabéns. Agradeço o apoio dos nossos adeptos, que acreditam na nossa equipa.

Estrategicamente, explorámos aquilo que tínhamos de explorar. Tivemos bloco médio. Soubemos tapar os espaços, aquilo que provoca nos corredores. [O Vitória] é uma equipa que tem de jogadores de qualidade. Soubemos sair da pressão e impor a nossa variabilidade na fase de construção. Às vezes, isso acontece. Noutras vezes, não é possível. Nestes jogos, é fundamental a concentração. Ao mínimo deslize, acontecem golos. Fizemos dois golos, mas poderíamos ter feito mais. Não queríamos o empate. Queríamos os três pontos e conseguimo-los.

O jogo é feito de estratégia e de momentos. Fomos fortes em transição. Soubemos chegar com gente a zonas de finalização. O plano estratégico foi aplicado de uma forma exemplar, sem tirar o prazer aos jogadores. Não admito que os jogadores não se divirtam e não tenham criatividade ofensiva. Agora, o adversário tem valor e não nos podemos desequilibrar”.

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Futebol

“É um momento que não é bom, porque não ganhamos”

Dérbi do Minho

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Foto: Divulgação

Declarações do treinador de Vitória SC após o jogo da 11.ª jornad da I Liga portuguesa de futebol disputado em Guimarães e que terminou com a vitória dos bracarenses, por 2-0:

– Ivo Vieira (Treinador do Vitória SC): “Acaba por ser o resultado que se concretizou ao fim. O Braga fez dois golos. Não fizemos nenhum. Procurávamos fazer os três pontos perante 24.000 pessoas. É um momento de tristeza não dar os três pontos à nossa massa adepta. Houve uma equipa [Braga] a jogar em bloco médio-baixo, em transição. O Braga causou-nos muitos danos. No último terço, não fomos capazes de criar situações de golo. Não decidimos bem e expusemo-nos muito na transição. O que fez muito a diferença foram os duelos, em que o Braga foi muito mais forte do que nós.

Não é questão de [os jogadores do Braga] quererem mais ou não. O Braga é uma equipa, em termos atléticos, muito bem composta. Perdemos muitas bolas aéreas. O Palhinha e o Fransérgio são jogadores muito fortes fisicamente. Nas segundas bolas, tiraram vantagem. Depois, juntaram isso aos seus tecnicistas. Tivemos muita bola, mas não criámos e rematámos. Não me lembro de um momento de golo flagrante. Nos muitos cruzamentos para a área, não conseguimos finalizar.

Não me quero esconder na nossa juventude, o espaço que estes atletas têm crescido, perante jogadores com mais de 100 jogos na I Liga, mais maduros. Perante o que a equipa tem feito perante outros adversários fortes, não havia razões para acontecer isso [um jogo pior], perante este ambiente. Não fomos suficientemente competentes.

Em relação à estratégia da equipa, já tivemos outros jogos em que os adversários defenderam mais baixo. Não criámos situações tão evidentes de golo como em outros jogos. Temos de encontrar não só a estratégia, mas tem de haver atletas com características para tirar partido do jogo.

A questão de [este último ciclo de jogos] ser positivo ou negativo é algo que tem de ser relatado pelos jornalistas de forma natural. Tenho muita consciência do trabalho que faço e do trabalho dos atletas. É um momento que não é bom, porque não ganhamos. Vínhamos de uma vitória e de um empate, no campeonato. Não é uma fase assim tão catastrófica, mas, com o momento de hoje, podemos aceitar que não é bom”.

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