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Futebol

Moreirense perde em Paços de Ferreira na estreia de Ricardo Soares

15.ª jornada da Liga

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Foto: Facebook de Moreirense FC (Arquivo)

O Moreirense perdeu, este domingo, frente ao Paços de Ferreira, por 1-0, em jogo da 15.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.

Bruno Santos, aos 15 minutos, marcou o único golo do encontro, aproveitando um erro do guarda-redes contrário Lucas Pasinato, e ofereceu três merecidos pontos ao Paços, que, pela primeira vez esta época, alcançou duas vitórias consecutivas no campeonato.

Na classificação, o Paços, agora com 14 pontos, subiu ao 16.º lugar, fora dos lugares de descida pela primeira vez na temporada, por troca com o Portimonense, que soma 13, equipas que se vão defrontar na próxima jornada.

O Moreirense, que estreou o técnico Ricardo Soares, caiu, por sua vez, para 12.º, com os mesmos 17 pontos.

O jogo foi disputado, mas a bola andou quase sempre longe das duas balizas e raros foram os momentos de grande qualidade, embora os locais tenham mostrado mais iniciativa e justificado um importante triunfo.

Num jogo marcado pelas estreias dos reforços João Amaral (entrou no decorrer do encontro) e Adriano Castanheira, que foi titular, o Paços logrou chegar ao golo após um canto, com Bruno Santos a beneficiar de uma saída extemporânea e de uma defesa incompleta de Mateus Pasinato para inaugurar o marcador.

O lateral brasileiro marcou no primeiro lance de perigo criado pela equipa, que não mais voltou a ficar perto do golo até ao intervalo, mas a formação vimaranense, algo encolhida no campo e sem conseguir explorar a velocidade nos corredores laterais, não fez melhor.

A perder, o Moreirense surgiu na segunda parte com as linhas um pouco mais adiantadas, mas o efeito prático desta mudança foi nulo, continuando a ser o Paços a equipa com mais iniciativa e a que verdadeiramente mais perto ficou do golo.

Murilo, aos 49 minutos, isolou-se, mas permitiu que Pasinato, rápido a sair dos postes, lhe negasse a intenção, e Luiz Carlos, aos 69, ainda queimou as luvas ao compatriota, com um remate a concluir uma jogada de combinação pela direita.

O Moreirense só nos últimos minutos se acercou mais da baliza do Paços, graças a um jogo mais direto, mas nunca conseguiu verdadeiramente incomodar Ricardo Ferreira.

Ficha de Jogo

Jogo no Estádio Capital do Móvel, em Paços de Ferreira.

Paços de Ferreira – Moreirense, 1-0.

Ao intervalo: 1-0.

Marcador:

1-0, Bruno Santos, 15 minutos.

Equipas:

– Paços de Ferreira: Ricardo Ribeiro, Bruno Santos, Marco Baixinho, Maracás, Bruno Teles, Adriano Castanheira, Vasco Rocha, Luiz Carlos, Hélder Ferreira (Oleg, 64), Murilo (João Amaral, 55) e Douglas Tanque (André Micael, 85).

(Suplentes: Simão Bertelli, André Micael, Oleg, Uilton, João Amaral, Diogo Almeida e Welthon).

Treinador: Pepa.

– Moreirense: Mateus Pasinato, João Aurélio, Rosic, Iago, Djavan, Fábio Pacheco, Filipe Soares, Pedro Nuno, Luís Machado (Nenê, 77), Fábio Abreu e Bilel (Alex Soares, 65).

(Suplentes: Pedro Trigueira, D’Alberto, Halliche, Sori Mané, Alex Soares, Texeira e Nenê).

Treinador: Ricardo Soares.

Árbitro: Hélder Malheiro (AF Lisboa).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Vasco Rocha (24), João Aurélio (37), Rosic (58), Alex Soares (73), Pedro Nuno (82), Bruno Teles (82), Oleg (87) e João Amaral (90+2).

O treinador do Paços de Ferreira, Pepa, viu o cartão amarelo aos 82 minutos.

Assistência: cerca de 3.000 espetadores.

(notícia atualizada às 18h18)

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Futebol

Presidente do Rio Ave suspenso por críticas à arbitragem na Taça da Liga

Após jogo com o Gil Vicente

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Foto: rioavefc.pt / DR

O presidente do Rio Ave foi suspenso, esta terça-feira, por 30 dias e multado em 1.836 euros, devido a críticas à arbitragem do jogo com o Gil Vicente, para a Taça da Liga de futebol.

A sanção foi divulgada pelo Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), tendo por base “declarações na comunicação social, sobre a arbitragem” por parte de António Silva Campos.

O CD da FPF tinha instaurado um processo disciplinar ao líder dos vila-condenses, depois de Silva Campos ter criticado a atuação da equipa de arbitragem liderada por André Narciso, no encontro com o Gil Vicente, em 21 de dezembro, a contar para a terceira e última jornada do grupo C da Taça da Liga.

Na sequência do triunfo gilista, por 1-0, o dirigente afirmou que “roubaram ao Rio Ave a possibilidade de estar na final four” da prova e mostrou-se “indignado” com o golo anulado à equipa de Vila do Conde, aos 84 minutos.

O treinador do Rio Ave, Carlos Carvalhal, também se mostrou insatisfeito com a equipa de arbitragem e, em declarações na flash-interview da Sport TV, anunciou que iria “pedir uma reunião com o presidente e apresentar a demissão” do cargo.

A derrota do Rio Ave, aliada à vitória do Sporting frente ao Portimonense, apurou os “leões” para a “final four” da Taça da Liga, que seria conquistada pelo SC Braga.

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Futebol

Conselho de Disciplina abre processo disciplinar ao Vitória

Caso Marega

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Foto: Facebook

O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) anunciou hoje a abertura de um processo disciplinar ao Vitória SC, devido a insultos racistas ao futebolista maliano do FC Porto Moussa Marega.

O avançado do FC Porto recusou-se a permanecer em campo, ao minuto 71 do jogo, após ter sido alvo de cânticos racistas por parte dos adeptos da formação vimaranense, numa altura em que os ‘dragões’ venciam por 2-1, resultado com que terminou o encontro.

Racismo: Conselho de Disciplina “está limitado” à aplicação dos regulamentos

Depois de pedir a substituição, Marega, que já alinhou no emblema minhoto e tinha marcado o segundo golo dos ‘azuis e brancos’, dirigiu-se para as bancadas do recinto vimaranense, com os polegares a apontarem para baixo, situação que originou uma interrupção do jogo durante cerca de cinco minutos.

Vários jogadores do FC Porto e do Vitória de Guimarães tentaram demovê-lo, mas Marega mostrou-se irredutível na decisão de abandonar o jogo, tendo acabado por ser substituído por Manafá.

Fonte da Polícia de Segurança Pública (PSP) confirmou à Lusa a identificação de várias pessoas suspeitas de dirigirem cânticos e insultos racistas a Marega, sem adiantar o número de suspeitos, acrescentando que continua a efetuar diligências para identificar outros envolvidos.

O Ministério Público instaurou um inquérito na sequência deste incidente, que já mereceu a condenação do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e do primeiro-ministro, António Costa, entre outros.

Este comportamento configura um crime previsto no Código Penal punido com prisão de seis meses a cinco anos e uma contraordenação sancionada com coima entre 1.000 e 10.000 euros.

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Futebol

Portugal tem 25 claques legalizadas e mais de 2 mil membros suspensos

SC Braga com mais do que um grupo, Moreirense sem nenhum

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Foto: SC Braga / Arquivo

O número de grupos organizados de adeptos (GOA) registado em Portugal é de 25, com cerca de 3.000 membros, existindo mais 2.000 elementos suspensos, disse hoje à agência Lusa o organismo de combate à violência no desporto.

“Neste momento existem 25 grupos organizados de adeptos (GOA) registados, com um total de cerca de 3.000 membros registados. Se contabilizássemos os três GOA suspensos pelos seus promotores, o total de membros filiados ultrapassaria os 5.000 elementos”, explicou a Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto (APCVD).

Os GOA cujo registo se encontra suspenso na APCVD, por “requerimento ou por indicação do promotor”, são a Juventude Leonina (Sporting), o Directivo Ultras XXI (Sporting) e a Associação de Adeptos do Desportivo das Aves – 1930 – Força avence (Desportivo das Aves).

Em fevereiro de 2019, a APCVD tinha revelado que o Sporting era o clube com mais elementos registados nas suas quatro claques organizadas: Juventude Leonina (1.632), Diretivo Ultras XXI (709), Torcida Verde (358) e Brigadas Ultras (238), tendo duas delas, entretanto, sido suspensas.

Na lista revelada hoje, Benfica, Moreirense, Portimonense e Paços de Ferreira são os clubes da I Liga de futebol que não têm qualquer grupo organizado de adeptos registado, enquanto equipas como SC Braga, FC Porto, Sporting ou Vitória de Setúbal apresentam mais do que um grupo.

Existem ainda cinco GOA de clubes da II Liga e três de equipas que disputam o Campeonato de Portugal, equivalente ao terceiro escalão, registados.

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