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Futebol

Moreirense à procura dos três pontos no dérbi de Guimarães

Jogo amanhã às 21:15 no Estádio D. Afonso Henriques

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Foto: DR

O treinador do Moreirense, Ivo Vieira, disse hoje que vai procurar os três pontos na visita de sexta-feira ao vizinho Vitória de Guimarães, em jogo da 17.ª jornada da I Liga portuguesa em futebol.

O dérbi concelhio, com tradição em Guimarães, vai opor duas equipas separadas apenas por três pontos, sendo que o Moreirense, crónico ‘aflito’, tem feito uma campanha surpreendente esta temporada, ocupando atualmente o quinto posto com 28 pontos, enquanto os vitorianos seguem em sexto com 25.

“Acima de tudo temos de estar focados no que temos de fazer. Independentemente dos fatores que existem à volta deste jogo – a proximidade geográfica ou a diferença de pontos -, temos a nossa tarefa que é fazer tudo para somar pontos. Estamos conscientes que vamos defrontar uma equipa muito boa e muito bem orientada. O Luís [Castro] é uma pessoa que admiro imenso, é um grande homem”, disse Ivo Vieira.

O técnico dos ‘cónegos’ lembrou que habitualmente o Vitória de Guimarães leva muita gente ao estádio, fator que acredita que estará a favor dos anfitriões da partida, mas garantiu que a sua equipa está “preparada para o ambiente que possa vir a encontrar”.

“É um campo que leva muita gente e as equipas fazem do seu espaço o seu ponto forte. Mas vamos procurar somar os três pontos, num jogo difícil e com um adversário muito competente. Não vamos virar a cara à luta”, disse o treinador.

Ivo Vieira admitiu que a melhor classificação do Moreirense lhe pode dar “um desafogo maior”, mas também não colocou a pressão por completo do lado do adversário, adivinhando um “bom espetáculo com duas equipas que querem ganhar”.

Para o técnico, este encontro “não é diferente por ser dérbi”: “Respeito, mas tenho de estar à parte da carga emocional que o jogo tem. Quanto mais nos abstrairmos do que está fora, melhor pode ser o nosso desempenho”.

Questionado sobre se os seus jogadores se podem sentir pressionados por ser inédita na história do clube a posição que ocupam, Ivo Vieira dói direto ao responder que os atletas “estão sempre pressionados” pelo treinador para “a cada jogo ganhar”.

“O lugar não nos mete pressão nem responsabilidade. Eles sabem que fazem parte de uma equipa que tem muita vontade em disputar o jogo para ganhar. Vamos tentar sempre preparados. Não somos invencíveis. Todas as equipas têm momentos menos bons. Neste momento estamos num bom momento e vamos tentar prolongá-lo o mais possível”, referiu.

Vitória de Guimarães e Moreirense jogam na sexta-feira pelas 21:15 no estádio D. Afonso Henriques.

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Futebol

“É a melhor equipa de sempre do Braga no arranque de competições europeias”

Sá Pinto aponta ao 4.º lugar no final do campeonato

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Foto: Youtube

O treinador Ricardo Sá Pinto assegurou este domingo que o Sporting Clube (SC) de Braga vai alcançar o objetivo do quarto lugar na I Liga de futebol e que este é melhor arranque de sempre do clube nas competições europeias.

O Braga, que recebe o Marítimo na segunda-feira, na sexta jornada da I Liga, é apenas 16.º classificado e vem de duas derrotas seguidas (Benfica e Vitória de Setúbal) e, pelo meio, um triunfo em Inglaterra sobre o Wolverhampton (1-0), na quinta-feira, para a Liga Europa.

“Queremos subir na classificação e estabilizar, mas não estou preocupado porque esse objetivo da Liga não se atinge à quinta ou à 20.ª jornada, mas em maio, faltam muitos meses, mas tenho a certeza de que vamos lá chegar. Provavelmente não vamos ter a regularidade que queríamos na primeira volta, devido a este ciclo de jogos, mas isso não nos assusta. O objetivo é o quarto lugar e vamos conseguir, se pudermos ir mais à frente logo se verá”, afirmou.

Ricardo Sá Pinto notou ainda que, em comparação com o Braga de Jorge Jesus que ganhou a Intertoto, a equipa só tem menos um ponto e, então, os minhotos só tinham jogado com um ‘grande’.

“Na Liga Europa, quero lembrar que esta é a melhor equipa de sempre do Braga, em quase 100 anos de história, no arranque de competições europeias”, afirmou.

O técnico frisou que “têm faltado os pontos” que considera que a equipa merece pela “qualidade de jogo, superioridade e controlo sobre os adversários”.

“Temos criado muitas oportunidades que não temos concretizados. Se houvesse justiça, estaríamos numa classificação mais acima, mas temos que concretizar as oportunidades para ganhar os jogos”, disse.

O treinador admitiu a hipótese de jogar com dois avançados e disse que o médio nigeriano Agbo é opção para o jogo, mas não revelou se vai ser titular.

“Precisamos de ganhar, o Marítimo também, temos os mesmos pontos, jogamos em casa, queremos ser mais fortes, não cometer erros que o adversário possa aproveitar e sermos equilibrados e eficazes na finalização”, referiu.

Tiago Sá, Tormena, Raul Silva, Wallace e Wilson Eduardo são os lesionados do plantel ‘arsenalista’ e não podem ser opção para Ricardo Sá Pinto, tal como Fransérgio, castigado.

SC Braga, 16.º classificado com quatro pontos, e Marítimo, 15.º também com quatro, defrontam-se na segunda-feira, a partir das 19:00, no Estádio Municipal de Braga.

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Futebol

Vitória festeja aniversário com triunfo em Tondela

Golos de Lucas Evangelista, Bruno Duarte e Davidson

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Foto: Twitter

O Vitória Sport Clube (SC) ascendeu hoje ao sexto lugar, em dia do 97º aniversário, ao vencer por 3-1 em Tondela, num jogo da sexta jornada da I Liga portuguesa de Futebol.

Os quatro golos foram todos marcados na primeira parte, com os vimaranenses a inaugurarem o marcador e só depois do segundo golo é que o Tondela reduziu a diferença. No único minuto de compensação da primeira parte o Vitória selou o resultado do jogo.

O marcador foi inaugurado aos 21 minutos por Evangelista, que rematou à direita, aproveitando a presença de Cláudio Ramos na lateral esquerda e, quatro minutos depois, foi Bruno Duarte que aproveitou uma perda de bola de Bruno Wilson para, sem o defesa beirão por perto, fazer o segundo golo.

O Tondela demorou a reagir e esteve praticamente 20 minutos sem conseguir voltar ao meio-campo adversário, mas, à segunda aproximação da baliza de Miguel Silva, aos 41, Yohan Tavares reduziu a diferença no marcador.

O Vitória reagiu e, no minuto de compensação da primeira parte, Evangelista, completamente isolado, mas com o guarda-redes tondelense a marcar posição, assistiu Davidson para bater novamente Cláudio Ramos.

A segunda parte arrancou mais veloz e agressiva, com as duas equipas a rematarem mais à baliza adversária sem, contudo, conseguirem chegar novamente ao golo.

No dia em que cumpre 97 anos, o Vitória SC comemorou a subida do 10.º para o sexto lugar na tabela classificativa, com nove pontos, e o Tondela desceu ao nono lugar, mantendo os oito pontos.

Declarações dos Treinadores

– Natxo González (Treinador do Tondela): “Tivemos pela frente uma equipa superior, como se viu. No primeiro tempo foi difícil dar a volta ao marcador e é um pouco a leitura geral da partida

Quem sabe não estejamos preparados para jogar um frente a frente com um rival com estas características, que pressiona muito bem, é mais intenso, creio que nos falta ajustar para sermos mais intensos.

Faltou conexão no início da jogada, a fase de criação, creio que [o erro] não foi unicamente defensivo, foi um todo. Temos de melhorar a saída de bola e tentar evitar essas perdas. Eles [Vitória de Guimarães] provocaram muito bem essas perdas, é uma equipa muito poderosa.

Não [falamos de erros individuais]. Falamos sempre da equipa, é sempre à custa da equipa, não gosto da responsabilidade de jogadores. Quando ganhamos, ganhamos todos, quando perdemos, perdemos todos.

É uma lástima, porque tínhamos muita ambição neste jogo e muito obrigado a quem nunca deixa de nos apoiar.

Fizemos um segundo tempo interessante, não foi fácil depois de um marcador tão adverso, é daqueles em que podias ter perdido um pouco a cabeça a nível emocional, mas crescemos no segundo tempo e isso para mim, treinador, é importante.”

– Ivo Vieira (Treinador do Vitória de Guimarães): “Hoje entrámos forte, entrámos bem, fomos melhores, fizemos 30 minutos fantásticos, podíamos ter feito mais um ou dois golos, fomos nitidamente superiores contra uma equipa com bastante valia.

Na primeira fase de construção [o Tondela] sai muito bem a jogar, criou-nos alguns problemas, mas fomos muito consistentes naquilo que foi a abordagem ao jogo de forma meritória. Este resultado ajusta-se àquilo que as equipas fizeram e os atletas, por aquilo que trabalharam, de forma merecida, têm obviamente muito mérito naquilo que foi o resultado.

Não tenho ao certo quantas oportunidades de golo [o Vitória de Guimarães] teve na segunda parte, mas teve sobejamente cinco ou seis situações que poderia ter feito golo, também poderia ter sofrido, é uma realidade, contra uma equipa com qualidade.

É de louvar estas duas equipas, Tondela e Vitória, pelo futebol positivo e pela alegria ou a satisfação que deram hoje a quem esteve cá presente. Um futebol de ataque, de ambas as equipas, a quererem ganhar o jogo, a darem qualidade ao mesmo, ganhou o Vitória, porque fez mais golos e foi melhor, mas uma palavra também para o Tondela que pratica e desenvolve um futebol bastante positivo, mas o Vitória hoje foi mais forte e ganhou de forma justa.

Esse golo em cima do intervalo veio trazer uma tranquilidade e uma justiça também àquilo que estávamos a fazer dentro do jogo, porque sofremos, infelizmente, um golo de bola parada, mas trouxe, de forma natural, essa tranquilidade para a segunda parte.

Não acho que haja um cansaço excessivo quando se fala de dois jogos. Acho que um jogador consegue suportar dois a três jogos, se as coisas correrem bem, em termos anímicos e psicológicos”.

Ficha de Jogo

Jogo no Estádio João Cardoso, em Tondela.

Tondela – Vitória SC, 1-3.

Ao intervalo: 1-3.

Marcadores:

0-1, Evangelista, 21 minutos.

0-2, Bruno Duarte, 25.

1-2, Yohan Tavares, 41.

1-3, Davidson, 45+2.

Equipas:

– Tondela: Cláudio Ramos, Filipe Ferreira, Bruno Wilson, Yohan Tavares, Moufi, Xavier, Jaquité (Pedro Augusto, 64), Pepelu, Pité (Jonathan Toro, 46), Jhon Murillo (Tomi, 75) e Deni Júnior.

(Suplentes: Niasse, Philipe Sampaio, João Vigário, Bruno Monteiro, Pedro Augusto, Jonathan Toro e Tomi).

Treinador: Natxo González.

– Vitória SC: Miguel Silva, Sacko, Bondarenko, Tapsoba, Rafa Soares (Florent, 84), Poha, Evangelista, Pêpê (Mikel, 66), André Pereira, Bruno Duarte e Davidson (Rochinha, 68).

(Suplentes: Douglas, Pedro Henrique, Florent, Mikel, Bonatini, Rochinha e André André).

Treinador: Ivo Vieira.

Árbitro: Hélder Malheiro (AF Lisboa).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Sacko (29), Tapsoba (60), Mikel (78), Deni Júnior (77), Xavier (88) e André Pereira (90+2).

Assistência: 3.178 espetadores.

Notícia atualizada às 21h59

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Futebol

Gil Vicente empata com Boavista

6.ª jornada da I Liga

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Foto: Divulgação / Gil Vicente FC

O Boavista conservou este domingo a invencibilidade na I Liga de futebol, ao empatar a zero no terreno do Gil Vicente, num encontro da sexta jornada que jogou reduzido a dez unidades durante quase 80 minutos.

No Estádio Cidade de Barcelos, e apesar da expulsão do médio brasileiro Gustavo Sauer, os ‘axadrezados’ somaram o quarto empate, ao qual juntam duas vitórias, para um total de 10 pontos, que implicam a descida provisória ao quinto posto, em igualdade com o Rio Ave.

Já os minhotos, somaram o quinto jogo consecutivo sem ganhar, depois de se estrearem na prova com um triunfo por 2-1 na receção ao FC Porto, mas continuam invictos em casa, com um triunfo e três empates, que conferem o 12.º lugar à condição, com seis pontos.

O desafio arrancou numa toada ‘morna’, com os pupilos de Vítor Oliveira, que promoveu os regressos de Arthur Henrique e Erick face à derrota diante do Benfica na semana passada (2-0), a assentarem o seu atrevimento ofensivo pelos flancos.

Após uma incursão de Sandro Lima na esquerda, travada pelos reflexos de Rafael Bracali, logo aos dois minutos, os minhotos vincaram o seu ascendente a partir dos 22, quando Gustavo Sauer foi expulso por derrubar Erick, que seguia isolado.

O lance despertou as ambições dos gilistas, cada vez mais instalados no meio-campo ‘axadrezado’, e Soares encheu o pé para voo de Bracali, aos 27, cinco minutos antes de Erick fugir pela esquerda e atirar às malhas laterais, numa jogada intercetada por Ricardo Costa.

Lito Vidigal, que tinha lançado Paulinho e Mateus em relação ao empate com o Sporting (1-1), respondeu com a entrada de Carraça e a mudança para três centrais, retirando de campo o avançado angolano, em tarde de reencontro com o Gil Vicente, após o badalado ‘caso Mateus’.

Perante um oponente mais compacto, atuando em função do erro barcelense para sair em contra-ataque, acresceram as dificuldades para o Gil Vicente atingir o último terço.

Kraev só encontrou tempo e espaço de meia distância, num remate controlado por Bracali, aos 40, três minutos depois de os portuenses darem ‘um ar da sua graça’ por intermédio de Fabiano, que arranjou espaço na área para rematar perto do poste.

As bases do encontro permaneceram intactas no segundo tempo, acentuando a superioridade territorial dos gilistas, embora sem um futebol envolvente para abrir brechas na defesa boavisteira.

Insatisfeito com a pouca acutilância atacante, Vítor Oliveira refrescou os corredores de uma assentada, introduzindo Samuel Lino e Romário Baldé, que arriscou de longe, aos 69 minutos, para depois Sandro Lima rematar à meia-volta, aos 72, obrigando Bracali a defesa apertada.

Já o Boavista, foi declarando intenções através de bolas longas, mas a pouca ligação entre as fases de construção e criação, associada à parca definição no último passe, impediu qualquer remate enquadrado com a baliza de Denis do primeiro ao derradeiro minuto.

Rodrigo ainda cabeceou à figura de Bracali (85 minutos) e Juan Villa cobrou um livre direto a rasar o poste (87), mas o ‘nulo’ arrastou-se até ao final.

Declarações dos Treinadores

– Vítor Oliveira (treinador do Gil Vicente): “Controlámos o jogo todo e o Boavista não fez um remate à nossa baliza na segunda parte.

Criámos três ou quatro situações e o guarda-redes fez duas defesas. Atendendo ao caudal ofensivo que tivemos, definimos muito mal no último terço, tivemos pouca agressividade e fomos penalizados.

Perante uma defesa muito experiente e habituada a jogar dentro deste estilo de jogo, nunca conseguimos explorar as costas dos laterais do Boavista, uma situação que pretendíamos para ter assistências de qualidade. Estivemos fraquíssimos nas bolas paradas, com uma série de cantos e livres que não foram aproveitados minimamente.

O Boavista jogou notoriamente para o 0-0 e nunca quis arriscar à procura da vitória. Sente-se confortável nessa forma de atuar e nós fomos incapazes de contrariar. Não temos nada contra o Boavista, mas contra nós.

Estes jogos, em que conseguimos vantagem numérica e estamos a jogar em casa, com o apoio do nosso público, não se podem empatar. Estes dois pontos fazem a diferença entre quem faz um campeonato bom, medíocre ou suficiente. É evidente que este aborrecimento amanhã já passa, mas era um jogo demasiado importante.

Uma última nota, não pelo jogo em si, mas como pessoa do futebol, que penso que enerva toda a gente: a gestão dos amarelos, do tempo de jogo, da marcação dos livres, da reposição das bolas. É obrigatório fazer um apelo a todos os agentes para que essas situações se alterem o mais rapidamente possível. É absolutamente ridículo o tempo que o jogo leva parado.

Neste momento, temos o Lourency e o [Zakaria] Naidji de fora. São dois jogadores importantes em termos ofensivos para a nossa equipa, que ainda está em formação. O jogo com o FC Porto veio tapar uma série de coisas e iludir muita gente. A nós não nos iludiu minimamente, porque sabemos com aquilo que contamos, mas continuo a dizer que temos gente para conseguir os objetivos do Gil Vicente”.

– Lito Vidigal (treinador do Boavista): “Fomos sempre espreitando as nossas possibilidades e a melhor oportunidade do jogo é nossa. Foi pena este jogo ter sido disputado 11 contra 10. Com 11, teríamos visto aqui um espetáculo fantástico, com as equipas a entregarem-se e a jogarem com qualidade e velocidade.

Mesmo assim, acho que nós, mesmo com um jogador a menos a partir dos 20 minutos, fomos bravíssimos, tivemos caráter, organização e inteligência. Se tivéssemos jogado 11 contra 11 podíamos ter melhorado o resultado.

Ausência do Yusupha? Não entrou porque o piso estava escorregadio”.

Ficha de Jogo

Jogo no Estádio Cidade de Barcelos, em Barcelos.

Gil Vicente – Boavista, 0-0.

Equipas:

– Gil Vicente: Denis, Fernando Fonseca, Rodrigo, Ygor Nogueira, Arthur Henrique, João Afonso (Juan Villa, 59), Soares, Kraev, Yves Baraye (Samuel Lino, 66), Sandro Lima e Erick (Romário Baldé, 66).

(Suplentes: Wellington Luís, Claude Gonçalves, Romário Baldé, Juan Villa, Samuel Lino, Henrique e Ahmed Isaiah).

Treinador: Vítor Oliveira.

– Boavista: Rafael Bracali, Fabiano, Ricardo Costa, Neris, Marlon, Gustavo Sauer, Yaw Ackah, Rafael Costa, Mateus (Carraça, 36), Paulinho (Heriberto, 89) e Stojiljkovic (Cassiano, 76).

(Suplentes: Helton Leite, Obiora, Yusupha, Alberto Bueno, Carraça, Cassiano e Heriberto).

Treinador: Lito Vidigal.

Árbitro: Fábio Veríssimo (AF Leiria).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Yaw Ackah (31), Yves Baraye (35), Rodrigo (62), Kraev (67), Carraça (79), Juan Villa (90) e Sandro Lima (90+1). Cartão vermelho direto para Gustavo Sauer (22).

Assistência: 3.885 espetadores.

Notícia atualizada às 18h31

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