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Monovolume “cai” em cima de carro e faz três menores feridos em Esposende

Monovolume capotou e só parou em cima de um carro

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Monovolume “cai” em cima de carro e faz três menores feridos em Esposende

Uma brutal colisão entre um viatura ligeira e um monovolume fez cinco vítimas, entre as quais três menores, esta manhã de domingo no concelho de Esposende. Uma das viaturas envolvidas, e alegadamente depois de ter sofrido a colisão de um carro que não terá obedecido a um sinal de Stop , capotou e só parou “em cima” de um carro que estava estacionado na avenida dos Banhos, Marinhas.

O alerta foi dado pouco depois das 10:30 horas e para o “sítio do costume”. Duas viaturas, com um total de cinco menores como ocupantes, colidiram no cruzamento entre a avenida dos Banhos e a rua da Redonda.

“Uma seguia no sentido Marinhas / Cepães na rua da Redonda e outra circula na avenida dos Banhos no sentido Praia / Estrada Nacional. Um choque enorme”, contavam várias pessoas no local.

O choque foi de tal ordem, que a carrinha monovolume, rodopiou e, já capotada, deslizou 60 metros, ficou em cima de um Mercedes que estava estacionado.

“Foi um pânico muito grande pois só se ouvia crianças aos berros em ambos os carros. Temi o pior”, disse Fernando Silva, que na altura do acidente, passava no local.

Os Bombeiros Voluntários de Esposende, com três ambulâncias, a Cruz Vermelha Portuguesa do núcleo das Marinhas (1) e a ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV) de Vila do Conde/Póvoa de Varzim socorreram as vítimas.

Três menores (2, 6 e 11 anos) e os pais destes necessitaram mesmo de tratamento hospitalar, sendo que, e segundo o comandante das operações de socorro, foram encaminhadas para o Hospital de Braga.

São ferimentos ligeiros. Alguns, e por serem menores, é mesmo por precaução que vai ao hospital”, indicou fonte dos bombeiros, justificando desta forma a presença da SIV no local.

Alguma tensão foi gerada no local por duas razões. Familiares das vítimas que não acreditavam apenas em ferimentos ligeiros face à consequência final do sinistro rodoviário e à “exigência” de uma solução para o cruzamento.

“Qualquer coisa. Seja semáforos ou lombas. Qualquer coisas que obrigue os carros que entram nestas vias a parar no cruzamento. Têm sido muitos os acidentes aqui”, frisou João Mesquita, que ali passa férias e que já assistiu a vários acidentes.

A GNR de Esposende tomou conta da ocorrência que cortou durante uma hora o local, freguesia das Marinhas, ao tráfego rodoviário.

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