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Alto Minho

Monção representa o Minho na finalíssima do concurso “7 Maravilhas à Mesa”

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Foto: Divulgação

A “Mesa de Monção – Cordeiro à Moda de Monção” é uma das 14 finalistas do concurso “7 Maravilhas à Mesa”. A última fala de apuramento decorreu este domingo em Lagoa, no Algarve.


Monção concorreu com as mesas de Lagoa, Calheta, Tarouca, Gouveia, Villa Oeiras e Aveiro. A finalíssima decorre no dia 16 de setembro, em Albufeira.

Foto: Divulgação

A mesa de Monção é a única do Minho na final. Braga era uma das pré-finalistas, mas perdeu na primeira gala.

O “Cordeiro à Moda de Monção” é um prato com uma longa história no concelho, confecionado de forma tradicional. A preparação deste prato demora mais de 24 horas, entre os banhos e a cozedura. O cordeiro é colocado em cima do alguidar de barro vermelho para pingar no arroz amarelo (feito com açafrão e água de um cozido à portuguesa), e levado a forno de lenha, previamente aquecido.

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Alto Minho

Explosão em fábrica de borrachas faz dois feridos graves em Melgaço

Zona industrial

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Foto: O MINHO (Arquivo)

Uma explosão numa fábrica de tubos de borracha para a indústria automóvel, na zona industrial de Penso, em Melgaço, provocou hoje ferimentos graves em dois trabalhadores, disse fonte da proteção civil.

Segundo o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Viana do Castelo, “os dois feridos, uma mulher e um homem, ainda estão a ser avaliados no local”.

Aquela fonte adiantou que “são ainda desconhecidas as causas da explosão que não originou incêndio”.

O alerta foi dado cerca das 15:04.

No local compareceram dez operacionais e cinco viaturas dos bombeiros locais, duas ambulâncias de Suporte Imediato de Vida (SIV), uma estacionada em Melgaço e outra em Valença, e a Viatura de Emergência Médica (VMER) do hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo.

A explosão foi comunicada à Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) de Viana do Castelo.

Contactado pela Lusa, o presidente da Câmara de Melgaço, Manoel Batista, disse que a Aflex Portugal-Indústria de Borrachas, emprega cerca de 100 trabalhadores e “é a maior produtora de tubos de borracha para indústria automóvel do distrito de Viana do Castelo”.

Notícia atualizada às 16h31 com mais informação.

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Viana do Castelo

Despiste corta A28 em Viana do Castelo

Acidente

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Foto: Custódio Santos

Um despiste na A28, em Viana do Castelo, levou ao corte do trânsito no sentido Norte / Sul, na tarde desta segunda-feira, disse a O MINHO fonte do CDOS. Do acidente resultou um ferido ligeiro que foi transportado para o Hospital de Viana do Castelo.

A circulação normal já foi entretanto retomada.

O acidente, envolvendo um táxi, deu-se ao quilómetro 78,2, em circunstâncias por apurar.

O alerta foi dado às 14:42.

No local estiveram os Bombeiros Voluntários de Viana e os Bombeiros Sapadores de Viana.

A GNR registou a ocorrência.

Foram mobilizados, no total, 16 operacionais e cinco viaturas.

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Alto Minho

Castelo da Pena da Rainha em Monção classificado como sítio de interesse público

Património

em

Foto: DR / Arquivo

O castelo da Pena da Rainha, também conhecido por castelo de São Martinho da Pena, em Monção, foi hoje classificado como sítio de interesse público pela sua “importância” histórica e arqueológica, segundo uma portaria publicada em Diário da República.

No documento, a secretária de Estado Adjunta e do Património Cultural, Ângela Carvalho Ferreira, sublinha que o castelo, situado no lugar de São Martinho, freguesia de Abedim, concelho de Monção, é um “testemunho notável de vivências ou factos históricos”.

A portaria realça ainda o “valor estético, técnico e material intrínseco” do monumento e a sua “importância” para a “investigação histórica ou científica”.

A classificação agora atribuída pretende travar a “diminuição ou perda da sua perenidade ou integridade”.

“Apesar da sua situação privilegiada em termos geoestratégicos na época de conquista e consolidação do território, o castelo da Pena da Rainha foi sendo progressivamente abandonado, e no início do século XVIII as pedras remanescentes da estrutura da fortificação foram usadas na obra da igreja paroquial de Abedim. No entanto, a notável singularidade do local, que conserva um elevado valor patrimonial, justifica plenamente a sua classificação”, destaca a portaria.

O castelo está “implantado no topo do maciço granítico do monte de São Martinho, o sítio arqueológico integra os vestígios de um castelo roqueiro, incluindo marcas da cerca, das estruturas rupestres habitacionais, de culto e sepulcrais, e trechos de uma antiga torre de menagem, posterior à edificação primitiva”.

O monumento “constitui um testemunho dos modelos de ocupação do território no período de transição entre o primeiro e o segundo milénio, atestados pelos indícios pré-românicos datáveis dos séculos IX e X, apresentando ainda vestígios de ocupação até ao século XIII”.

A portaria aponta ainda um conjunto de restrições de proteção, como a necessidade de elaboração de “projeto específico” e “parecer da autoridade competente” para “todas as ações de valorização” que venham a ser efetuadas no castelo.

Também “não são admitidas ações de plantação de árvores ou florestação”, bem como de “exploração de inertes”.

A portaria cria ainda uma Área de Sensibilidade Arqueológica (ASA), correspondente a todo o sítio classificado”.

“Todas as ações destinadas à conservação, como limpeza de matas e arranjo de caminhos, devem ser sujeitas a acompanhamento arqueológico por parte de arqueólogo devidamente autorizado pela tutela”, refere a portaria.

Segundo o documento, “todos os trabalhos de valorização devem ser executados mediante acompanhamento arqueológico” e a realização de estudos ou investigações no castelo “devem ser alvo de um Projeto de Investigação Plurianual em Arqueologia (PIPA), sob a responsabilidade de arqueólogo ou equipa de arqueologia”.

A classificação agora atribuída foi proposta, em 2013, pela Direção Geral do Património Cultural (DGPC) e justificada com a sua “exemplaridade e autenticidade no âmbito do património cultural português”.

Apresenta um conjunto de vestígios arqueológicos que remetem para funções “não só de defesa, mas também de caráter religioso/culto, enterramento e de habitação”.

Trata-se de um castelo que é “testemunho das características fortificações dos séculos IX e XI, da época da reconquista”.

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