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Alto Minho

Monção apoiou 218 pessoas com bens alimentares só em novembro

Solidariedade

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Foto: Divulgação / CM Monção

O Banco Local de Voluntariado de Monção apoiou 218 pessoas em situação de carência com produtos alimentares, foi hoje anunciado.

A iniciativa decorre do Programa Operacional de Apoio às Pessoas Mais Carenciadas, que vigora desde janeiro de 2020 e até janeiro de 2023.

Em comunicado, a autarquia refere que, em “tempo de crise pandémica”, os dias são “difíceis e complexos”, existindo necessidade de “elevar valores humanistas e altruístas”.

O grupo de voluntários daquele programa tem elaborado cabazes específicos, de acordo com a composição de cada agregado familiar, para além de realizarem o empacotamento dos produtos alimentares e respetiva entrega.

Foto: Divulgação / CM Monção

“Ontem, quarta-feira, decorreu mais uma entrega mensal. De manhã, estiveram presentes as voluntárias Maria Sidalina Vilar e Maria Elvira Balsa. À tarde, foi a vez de Debbie Toogood e Amílcar Pires”, refere a nota do município.

O programa começou por apoiar 109 pessoas, tendo sido reforçado em 50% nos meses de maio, junho e julho e, em 100%, desde o mês de agosto. Este mês, que ainda não terminou, já viu serem ajudadas 218 pessoas.

“A distribuição alimentar é uma das áreas de intervenção do Banco Local de Voluntariado de Monção, o qual abrange a realização periódica de campanhas de sensibilização e a operacionalização de programas de apoio em instituições sociais, estabelecimentos de ensino e unidades de saúde”, termina a nota.

Alto Minho

Surto no lar da Santa Casa de Paredes de Coura infeta 102 utentes e funcionários

Covid-19

Foto: DR

Um surto de covid-19 no lar da Santa Casa da Misericórdia de Paredes de Coura infetou 74 dos 80 utentes e 28 dos 44 funcionários, disse hoje o provedor da institutição.

Em declarações à agência Lusa, o padre Manuel Alberto Lourenço explicou que dos 74 utentes do lar de idosos, “um foi transferido, na sexta-feira, para o hospital de Viana do Castelo e, hoje de manhã, um outro utente sofreu um AVC”.

“A situação parece está a tornar-se mais calma, com todas as ajudas e com toda a colaboração. Temos a ajuda de uma Brigada de Intervenção Rápida (BIR) e de vários voluntários. Temos tido a ajuda possível, sabendo de antemão que se a situação estabilizar irá correr tudo bem, se se agravar iremos precisar de mais recursos humanos”, referiu o provedor.

Segundo o pároco, os 28 funcionários infetados pelo primeiro surto a afetar a instituição desde março de 2020, “estão em casa, em recuperação”.

“Tenho contactado com eles todos os dias. Alguns estão bem, assintomáticos, outros, porém, apresentam alguma sintomatologia associada à covid-19. Mas estão bem”, referiu.

“Os trabalhadores que não estão infetados estão a dar tudo por tudo. Não olham a horas de serviço para estarem a prestar cuidados aos idosos”, destacou.

O surto, explicou o provedor, “teve início no dia 13, quando cinco utentes foram testados por apresentarem sintomatologia associada à covid-19”.

Os seis utentes que não contraíram a doença causada pelo novo coronavírus “estão isolados na instituição, sendo que, na próxima semana, serão novamente testados, assim como o primeiro grupo de utentes testados há 15 dias”, acrescentou.

“Na segunda e terça-feira, os primeiros funcionários infetados com covid-19 vão fazer testes no centro de saúde e se tudo correr bem poderão voltar ao trabalho”, adiantou.

O provedor manifestou ainda “gratidão a todas as entidades parceiras, Câmara Municipal de Paredes de Coura, Unidade de Saúde Pública do Alto Minho (ULSAM) e Centro de Saúde de Paredes de Coura, Centro Distrital da Segurança Social, Instituto de Emprego e Formação Profissional, Cruz Vermelha Portuguesa, por serem incansáveis e sempre presentes no acompanhamento de toda a situação”.

“Têm-nos ajudado no desenvolvimento das melhores estratégias para enfrentarmos o dia a dia na Misericórdia”, afirmou.

“Não tem sido fácil gerir os dias que correm. A situação é delicada, pois trata-se da saúde das pessoas. Continuamos todos a dar o nosso melhor, toda a nossa dedicação e esforço para que tudo regresse à normalidade, o mais breve possível”, referiu.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.107.903 mortos resultantes de mais de 98,1 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 10.194 pessoas dos 624.469 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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Viana do Castelo

Presidenciais: Alterados locais de voto em sete concelhos, entre os quais Viana

Eleições presidenciais 2021

Foto: Ilustrativa / Arquivo

A administração eleitoral informou hoje que foram alterados 20 locais de voto nas eleições presidenciais de domingo em sete concelhos do país, para garantir a segurança devido à pandemia de covid-19. Em Viana do Castelo, há mudança em Amonde e Mujães.

Em comunicado, a administração eleitoral da secretaria-geral do Ministério da Administração Interna (SGMAI) admite ainda que “estas alterações, e outras que possam ainda ocorrer” até domingo, “por motivos de força maior, estão a ser comunicadas localmente pelos canais das respetivas Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia”.

As mudanças das mesas de voto, para locais maiores, vão acontecer nos concelhos de Viana do Castelo, Aljustrel, Mirandela, Vila Flor, Coimbra, Soure, Marco de Canaveses, Coruche, Ourém e Santarém.

São abrangidas pelas mudanças mesas colocadas nas freguesias de Amonde e Mujães (Viana do Castelo), Aljustrel e Rio de Moinhos (Aljustrel), Barcel, Marmelos e Valverde da Gestosa (Mirandela), Santa Comba da Vilariça (Vila Flor), Santo António dos Olivais (Coimbra), Alfarelos, Figueiró do Campo, Gesteira e Brunhós, Granja do Leneiro, Soure, União de Freguesias de Gracias Pombalino, Vinha da Rainha (Soure), Alpendurada, Várzea e Torrão, (Marco de Canaveses) e Nossa Senhora da Piedade (Ourém), Moçarria (Santarém),

As autoridades dão ainda garantias que “estarão reunidas todas as condições de segurança sanitária nas 12.450 secções de voto” nas eleições presidenciais de domingo.

Todas estas mudanças, comunicadas à administração eleitoral pela Comissão Nacional de Eleições (CNE) e câmaras municipais, têm por objetivo “garantir toda a segurança sanitária do ato eleitoral, dado o contexto de pandemia”, ainda segundo o comunicado da SGMAI.

O presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE), José Soreto de Barros, afirmou hoje que recebeu informações de que estão reunidas as condições para a constituição de todas as mesas de voto para as eleições presidenciais de domingo.

Esta posição foi transmitida em conferência de imprensa, na Assembleia da República, depois de questionado sobre os problemas verificados em alguns municípios resultantes do desdobramento das mesas de voto por causa das novas normas de segurança por causa da epidemia de covid-19 em Portugal.

“A última informação disponível é que está garantida a constituição de todas as mesas” de voto, declarou.

Na mesma conferência de imprensa, José Soreto de Barros considerou que votar nas presidenciais de domingo “é seguro” e pediu aos eleitores que se informem antecipadamente em que local exercem o direito de voto.

As eleições presidenciais, que se realizam em plena epidemia de covid-19 em Portugal, estão marcadas para domingo e esta é a 10.ª vez que os portugueses são chamados a escolher o Presidente da República em democracia, desde 1976.

Concorrem às eleições presidenciais de domingo sete candidatos: Marisa Matias (apoiada pelo Bloco de Esquerda), Marcelo Rebelo de Sousa (PSD e CDS/PP) Tiago Mayan Gonçalves (Iniciativa Liberal), André Ventura (Chega), o ex-militante do PS Vitorino Silva, mais conhecido por Tino de Rans e presidente do RIR – Reagir, Incluir, Reciclar, João Ferreira (PCP e PEV) e a militante do PS Ana Gomes (PAN e Livre).

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Alto Minho

Perto de 100 infetados e oito mortos em lar de Cerveira

Lar Maria Luisa

Foto: DR

O surto de covid-19 no Lar Maria Luísa, em Vila Nova de Cerveira, já provocou a morte de oito utentes, sendo que outros cinco se encontram hospitalizados, disse hoje à Lusa o presidente da Câmara.

“Hoje morreram dois utentes dos seis que estavam internados no hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo. Na sexta-feira, mais um utente que se encontrava do lar foi transferido para aquela unidade de saúde onde, no total, estão internados cinco idosos”, afirmou hoje à agência Lusa o presidente da Câmara, Fernando Nogueira.

Segundo o autarca, 57 utentes permanecem na Estrutura Residencial para Idosos (ERPI), “em estado aparentemente estável”.

O surto que atingiu a instituição teve início no dia 12.

Além dos utentes, 32 de um total de 52 funcionários da instituição – entre administrativos, profissionais de saúde e auxiliares – também se encontram infetados.

A instituição tem atualmente 10 funcionários com baixa médica e apenas 10 no ativo para garantir o funcionamento da instituição.

Foi dotada de uma Brigada de Intervenção Rápida (BIR) composta por dois enfermeiros e três auxiliares e disponibilizado um médico para fazer a avaliação dos utentes.

Anteriormente, Fernando Nogueira, disse que o apelo ao voluntariado lançado na terça-feira teve “resposta pronta”, estando a ser gerido diariamente pela Santa Casa da Misericórdia de Vila Nova de Cerveira, mediante as necessidade e distribuição de horários”

Entre domingo e terça-feira chegarão sete estudantes de enfermagem do Instituto Piaget de Vila Nova de Gaia que se voluntariaram para apoiar a combater surto no Lar Maria Luísa.

Da Galiza, o município do Alto Minho recebeu “pelo menos três contactos, sendo um com disponibilidade imediata”.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.092.736 mortos resultantes de mais de 97,4 milhões de casos de infeção em todo o mundo, enquanto em Portugal morreram 9.920 pessoas dos 609.136 casos de infeção confirmados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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