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Famalicão

Ministro anuncia segundo ‘supercomputador’ do país a ser instalado em Famalicão

Potencia nas áreas de cura e prevenção do cancro, mobilidade, sustentabilidade e previsão climáticas

em

Foto: DR

O ministro da Ciência anunciou esta sexta-feira um segundo supercomputador para Portugal “já em 2020”, que ficará instalado em Vila Nova de Famalicão, onde está o BOB, a primeira máquina do género em Portugal.


Manuel Heitor fez o anúncio durante uma intervenção em Braga, na Universidade do Minho (UMinho), na conferência “Create Knowledge. Foster Change: Towards a New Decade of Joint Achievements”, na qual explicou as vantagens dos supercomputadores, apontando o aproveitamento daquelas máquinas em áreas como cura e prevenção do cancro, mobilidade, sustentabilidade e previsão climáticas.

À margem da conferência, coube ao representante da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), Nuno Rodrigues, explicar o processo para instalar o novo supercomputador.

“Está-se a tratar do concurso público para o funcionamento da máquina, o Deucalion. O objetivo é termos a máquina instalada e a funcionar no final de 2020”, reafirmou.

Sobre a supercomputação, Manuel Heitor, apontou o BOB como um “exemplo da supercomputação verde”, explicando que o supercomputador pode ser útil para a busca da cura do cancro, identificação precoce de tumores, previsão do clima e alterações climáticas, ondas de calor ou de frio, entre outras funcionalidades.

O BOB, nomeado assim em honra do seu criador Robert A. Peterson, da Universidade do Texas em Austin (UT Austin), está instalado na freguesia de Riba de Ave, em fase de testes e vai “abrir ao público” em janeiro, adiantou ainda o governante.

A opção de instalar o BOB em Portugal serve ainda com “prova” da capacidade do país no uso de energias renováveis: “A supercomputação tem uma pegada ecológica muito grande, porque as máquinas têm que ser arrefecidas e por isso precisa de muita energia para o ar condicionado”, explicou Manuel Heitor.

“Portugal tem uma tradição importante na integração de energias renováveis e por isso mesmo é que este supercomputador foi instalado em Riba de Ave, num centro da REN, em colaboração com a EDP para novos sistemas e tecnologias para o que é chamado a supercomputação verde, ou seja a supercomputação alimentada a energias renováveis”, finalizou.

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Ave

Empresa de Famalicão lança caixa de cartão para sono mais seguro do bebé

Baby Box

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Foto: Divulgação / Baby Box

Uma startup de Famalicão começou hoje a comercializar uma caixa de cartão que visa promover práticas de sono mais seguras para os bebés, diminuindo o risco da Síndrome de Morte Súbita do Lactente, anunciou o município.


Em comunicado, o município refere que a caixa, pela sua dimensão (68 centímetros de comprimento por 42 de largura) e conceito minimalista, reduz a tendência dos pais colocarem objetos junto ao bebé, como peluches, brinquedos e almofadas, uma prática que pode potenciar mortes por asfixia.

O conceito, baptizado de “Baby Box”, foi trazido para Portugal por Verónica Macedo e João Cortinhas, que, depois de seis anos em Inglaterra, decidiram voltar para o seu país natal quando souberam que iam ser pais.

Foto: Divulgação / Baby Box

“A Baby Box é uma caixa de cartão certificado e muito confortável, especialmente desenhada para poder ser usada como um mini berço, com a vantagem de poder ser transportada para qualquer lugar da casa, o que permite que as práticas seguras sejam cumpridas onde quer que os pais estejam”, explica Verónica Macedo, enfermeira de 32 anos.

Para além da caixa propriamente dita, que aguenta um peso até 10 quilogramas, a Baby Box inclui ainda um colchão ajustado, uma cobertura impermeável e um lençol 100% de algodão.

O casal escolheu, simbolicamente, o Dia Mundial da Criança para o arranque da comercialização, via online.

A startup Baby Box está instalada na Incubadora Famalicão Made IN e tem acompanhamento do Gabinete de Apoio ao Empreendedor do município.

Vender em lojas com porta para a rua também está no horizonte, mas para já o casal dá prioridade ao site.

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Ave

Consternação com morte de ‘Zeca’ em trágico acidente de mota em Braga

Óbito

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Foto: DR

José Manuel Silva, mais conhecido como ‘Zeca da Henriqueta’, não resistiu aos ferimentos provocados por um acidente com a mota em que seguia, ao final da tarde de quinta-feira, na variante de acesso à A3, em Braga.


Empresário do ramo da manutenção industrial, era uma figura muito conhecida por entre a indústria têxtil do Vale do Ave, onde colaborou com algumas das principais lavandarias e tinturarias da região. Os amigos e colegas de trabalho recordam um homem jovial e bem disposto, empenhado no trabalho que fazia.

Aos 48 anos, trabalhava atualmente em regime exclusivo na LTdye, no concelho da Trofa, onde era responsável pela manutenção industrial. Foi durante muitos anos responsável pela mesma área na Pincoltêxteis, na freguesia de Cavalões, Famalicão, de onde era natural. Residia atualmente em Gondifelos, com esposa e filhos.

José Manuel, apaixonado por motos de grande cilindrada, seguia ontem, cerca das 19:30, na variante de acesso à A3, no sentido Braga – Famalicão, quando terá sofrido um toque de um automóvel ligeiro, entrando em despiste que se revelou fatal.

Motociclista morre em variante de Braga

Durante alguns minutos, vários populares tentaram reanimar o homem que entrou imediatamente em paragem cardiorrespiratória provocada pelo embate nos separadores centrais daquela via. Os bombeiros chegaram cerca de 10 minutos depois do alerta, mas já não foi possível reverter a paragem do coração.

No local estiveram os Bombeiros Sapadores de Braga, a equipa médica da VMER de Famalicão e a brigada de trânsito da GNR, assim como os assistentes da concessionária Brisa, que foram os primeiros a chegar após o acidente.

As cerimónias fúnebres de ‘Zeca’ realizam-se este sábado, pelas 16:30, na igreja paroquial de Gondifelos, indo a sepultar no cemitério local.

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Ave

Fábrica de Famalicão readapta-se e passa a produzir álcool gel

Covid-19

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Foto: Indinor

A Indinor, fábrica localizada em Ribeirão, Famalicão, e especialista em produtos químicos para as indústrias de curtumes, calçado e têxtil, readaptou-se no atual período de pandemia para produzir álcool gel e desinfetantes para superfícies, solas e vestuário profissional, anunciou hoje a empresa.


Em comunicado, a empresa química do grupo Focor diz ter decidido alargar as suas áreas de especialização, apostando agora também nos produtos para a higienização, de forma a contribuir para minimizar a escassez no mercado destes produtos.

“Produzir álcool gel nunca esteve nos objetivos da Indinor. Contudo, tendo em conta as atuais circunstâncias e a nossa capacidade instalada, não poderíamos ficar indiferentes às notícias diárias de carência deste produto, tão básico, mas tão necessário ao nosso novo dia-a-dia”, afirma o administrador Rui Faria, citado no comunicado.

Se não existirem constrangimentos de matéria-prima, a Indinor diz ter capacidade para produzir, de acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), 20.000 litros de álcool gel por semana, tendo já como clientes hospitais, farmácias e indústrias de vários setores.

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