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Região

Minho. Risco elevado devido à radiação UV

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Foto: DR/Arquivo

Todas as regiões do país estão com risco muito elevado de exposição à radiação UV, com exceção de Braga, Viana do Castelo e o arquipélago da Madeira, que estão com níveis elevados.


O IPMA recomenda o uso de óculos de sol com filtro UV, chapéu, ‘t-shirt’, guarda-sol e protetor solar, além de desaconselhar a exposição das crianças ao sol.

Os índices UV variam entre 1 e 2, em que o UV é baixo, 3 a 5 (moderado), 6 a 7 (elevado), 8 a 10 (muito elevado) e superior a 11 (extremo).

O IPMA prevê no continente céu pouco nublado ou limpo, apresentando períodos de maior nebulosidade a partir da tarde e em especial nas regiões do interior, possibilidade de ocorrência de aguaceiros e trovoada a partir da tarde nas regiões do interior, em especial do Norte e Centro.

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Braga

Covid-19: Mais um infetado e dez recuperados no concelho de Braga

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

O número de pessoas infetadas com o covid-19 no concelho de Braga era, às 18:00 desta quarta-feira, de 1.394, mais um do que na passada sexta-feira, a última vez que revelamos dados locais.

Já o número de óbitos manteve-se nos 74, contabilizando um óbito durante os últimos trinta dias.

Fonte do setor local da saúde revelou a O MINHO que o número de pessoas recuperadas, as que lutaram, com êxito, contra a covid-19, continua a subir, sendo agora 1.296, mais dez do que na passada sexta-feira.

Covid-19: Mais 3 mortos, 313 infetados e 293 recuperados no país

Estes dados são apurados por O MINHO junto de fonte local do setor da saúde e não coincidem com os divulgados pela Direção-Geral de Saúde, no qual Braga regista há várias semanas os mesmos 1.256 casos.

Desde o dia 01 de janeiro, Portugal registou 373.293 casos suspeitos, refere o boletim, adiantando que há 26.633 pessoas dadas como recuperadas, mais 251 do que na quarta-feira.

A pandemia de covid-19 já provocou quase 487 mil mortos e infetou mais de 9,6 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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Alto Minho

Maestro de Caminha vence prémio em concurso mundial

Lourenço Cruz

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Foto: DR / Arquivo

Lourenço Cruz, músico de Caminha, conquistou o prémio de voto do público e foi o melhor classificado português no 28.º World Music Competition (Concurso Mundial de Música), na categoria de direção de orquestra.

“Ser selecionado para um concurso deste é maravilhoso, mas ter recebido o apoio de todos vós para este prémio é incalculável. Obrigado”, agradeceu o maestro de 42 anos nas redes sociais.

Devido à pandemia de covid-19, a final do evento, para a qual foram classificados três músicos dos Estados Unidos, Grécia e China, foi adiada para dezembro.

Embora quedando-se pela meia-final, Lourenço Cruz acaba por conquistar dois prémios que serão entregues na cerimónia da final em dezembro.

Lourenço Cruz nasceu em França, filho de pais emigrantes, naturais de Lanhelas, em Caminha. Com quatro anos veio para Portugal.

Nascido em família de músicos, no entanto, na infância era o desporto que mais o puxava, tendo praticado remo no Caminhense.

Maestro de Caminha luta por um lugar entre os melhores do mundo

Estudou na escola profissional de música de Viana do Castelo, tendo como primeiro instrumento foi o trompete.
Atualmente, vive em Viana do Castelo e trabalha em Trás-os-Montes.

Em Vila Real dirige a Banda Marcial e a Escola de Música de Murça. Em Mirandela dirige o Grande Coro da delegação local da Cruz Vermelha Portuguesa e é maestro titular da Orquestra Clássica de Trás-os-Montes e Alto Douro.

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Ave

Bombeiro de Famalicão que esteve em coma com covid já regressou ao quartel

Covid-19

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Foto: Facebook dos Bombeiros Famalicenses

O operacional n.115 dos Bombeiros Famalicenses, que esteve em coma durante várias semanas face à infeção por covid-19, regressou esta quarta-feira ao quartel para uma visita aos colegas, anunciou aquela corporação através das redes sociais.

Manuel, de 56 anos, esteve em coma induzido apoiado por ventilação mecânica na unidade de cuidados intensivos do Hospital de Braga durante parte dos meses de abril e de maio, depois da covid-19 ter provocado complicações respiratórias.

O bombeiro foi um dos oito elementos do quartel a contrair infeção do coronavírus no início de abril, encontrando-se já recuperado da doença após dois testes negativos.

Em meados de abril, e já sabendo que estava infetado, Manuel estava a recuperar em casa quando viu o quadro clínico agravar-se com dificuldades respiratórias. Acabou por dar entrada na ‘ala covid’ de Braga onde ficou internado durante um mês.

Foto: Facebook de BV Famalicenses

Quanto aos restantes elementos, já todos testaram negativo à doença, depois de um mês conturbado no quartel, onde decorreram algumas homenagens de amigos e familiares de todo o corpo ativo, assim como de civis.

Este bombeiro foi o único a necessitar de internamento hospitalar e padecia de comorbidade.

“A notícia que tanto esperávamos… O nosso Manuel voltou ao Quartel”, escrevem os Bombeiros Famaliceses na sua página de Facebook, apelidando o voluntário como “guerreiro” e “vencedor”.

“Irá continuar agora a sua recuperação funcional, para minimizar os impactos criados pelos tratamentos”, explica a mesma publicação.

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