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Região

Minho passa de ‘laranja’ a ‘vermelho’ no novo semáforo europeu para a covid-19

Covid-19

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Fonte: European Centre for Disease Prevention and Control

O Minho passou de laranja (a segunda cor mais grave numa escala de cinco) para vermelho (a mais grave) na segunda atualização do novo “mapa semáforo” da União Europeia.


Elaborado pelo European Centre for Disease Prevention and Control (ECDC), esta foi a forma simplificada da UE para mostrar os resultados a nível de infeções por cada 100 mil habitantes nas diferentes regiões do velho continente.

Para além da taxa de casos positivos, há ainda mapa para o número de testes realizados e um combinado entre os dois.

O território português é dividido entre o amarelo escuro, laranja e o vermelho, com a região do Alentejo a ser e menos afetada (amarelo escuro).

A região Norte, que esteve na passada semana com um número de casos que ia dos 60 aos 119 por cada 100 mil habitantes, passou a contar com mais de 150 casos por cada 100 mil habitantes.

A região metropolitana de Lisboa está em situação idêntica, assim como quase toda a Espanha e França e partes da Alemanha, Reino Unido e Benelux.

O mapa serve para orientar os países da UE no que diz respeito a restrições de viagens e foi adotado pelos Estados Membros da UE no passado dia 13 de outubro, depois de uma versão piloto onde a região Norte de Portugal surgia a laranja.

Este mapa é atualizado todas as semanas pelo ECDC com base nos dados facultados por cada um dos países assinalados. As zonas a laranja e a vermelho poderão receber restrições por parte da União Europeia.

A ideia deste mapa partiu da presidência alemã, após proposta da Comissão Europeia realizada em setembro e a utilização do mapa foi aprovada pelos ministros europeus.

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Braga

Casal acusa advogada de Braga de lhe ter vendido um apartamento com procuração falsa

Reclama-lhe 77 mil euros no Tribunal de Braga

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Mais um processo cível, o terceiro, no Tribunal de Braga por causa da venda de uma casa a um casal de emigrantes em França feito por uma advogada de Braga.

O casal alega que a jurista Anabela Nogueira lhes vendeu, em 1996, um apartamento em Gualtar, Braga, mas com recurso a uma falsificação de assinatura e a uma procuração falsa. A ação, que será julgada a 26 de novembro na Unidade Cível, tem o valor de 77 870 euros.

De acordo com fonte dos queixosos, foi a empresa Eurolímpica que vendeu o apartamento, mas as supostas irregularidades terão sido praticadas pela advogada, que trabalhou naquela imobiliária.

No final de setembro, Anabela Nogueira – que tem vindo a negar as irregularidades – enfrentou duas ações do mesmo teor, tendo numa delas, o seu advogado reconhecido que a sua constituinte terá “falsificado a assinatura de uma procuração usada na venda de um prédio, bem como o recurso a uma autenticação, também falsa, de uma colega de escritório, sem que esta soubesse de nada“.

A jurista veio dizer, em e-mail enviado a O MINHO. ser “falso que tenha confessado no Tribunal de Braga ter falsificado a assinatura” uma vez que nem esteve sequer presente em qualquer diligência judicial, em que eu fosse parte, nos últimos meses.

“Quanto aos contornos dos processos em curso, posso apenas dizer que a vossa notícia padece de graves imprecisões e que serão esclarecidas quando os processos findarem”, explicou, usando do Direito de Resposta previsto na Lei de Imprensa.

Dias depois, a advogada comunicou ao juiz titular do processo que não reconhecia essa parte do acordo, negando precisamente que tenha falsificado a assinatura da colega.

Esta posição, tomada por escrito, levou o seu defensor, o advogado João Gaio, a desistir do processo.

Terceiro processo

Na audiência ocorrida na Unidade Cível, o juiz, com o acordo das partes, deu como nulo o negócio imobiliário, já que, além da procuração ser falsa, a vendedora, uma senhora idosa, estava já interdita judicialmente de praticar este tipo de atos. Ato que a ré Anabela Nogueira veio, agora, contrariar.

Conforme O MINHO noticiou, a jurista enfrenta, ainda, um terceiro processo no qual quatro pessoas lhe exigem 90 mil euros por, supostamente, ter vendido um imóvel mediante falsificação de um documento.

Os queixosos intentaram uma cível contra a jurista, o marido, comerciante de automóveis, uma empresa de construções que poderá ter colaborado numa estratégia de lesão do património dos herdeiros de Marcelino de Azevedo Santos. Também são visadas duas seguradoras.

Os lesados contam que o falecido Marcelino emprestou 62 mil euros a dois dos réus, mediante uma confissão de dívida e a hipoteca de dois prédios urbanos na freguesia de Arcos, Braga. O empréstimo ficou de ser pago em prestações.

A hipoteca foi registada na Conservatória do Registo Predial de Mira. O representante dos devedores era o marido da advogada, que sempre acompanhou o assunto. Sucede que, em maio de 2016, a advogada apresentou um pedido de cancelamento da hipoteca. Para tal, usou um documento que é normalmente apresentado em escrituras.

“Alegadas burlas”

Mas, em dezembro de 2018, o procurador do falecido Marcelino tomou conhecimento de que a advogada fora notícia por “alegadas burlas envolvendo uma dezena de prédios”.

Por isso, o seu advogado, Paulo Alexandre Silva, pediu-lhe para ir à conservatória levantar cópia dos registos dos prédios para avançar com as execuções, isto porque – dizem os queixosos – apenas tinham sido pagos, até fevereiro de 2015, a quantia de 1200 euros. “Para espanto total, concluiu-se que as hipotecas foram ilegalmente canceladas”, escreve o advogado, autor da ação.
prejuízo de um milhão.

Perante o facto, o procurador voltou à conservatória, tendo-lhe sido dito que a advogada cancelou as hipotecas com um “distrate” onde constava a sua assinatura. Como nada assinara, concluiu que alguém a falsificou.

Nesta sequência, apresentou queixa, umas das várias sob investigação na Polícia Judiciária de Braga e que envolve, entre outros ilícitos, a alegada falsificação do carimbo e da assinatura de uma advogada colega de escritório.

Um milhão

A advogada, que nega ter praticado qualquer crime, é suspeita de ter vendido ilicitamente vários imóveis que pertenciam a clientes, a maioria emigrantes. A burla atingirá um valor superior a um milhão de euros. Em 2019, foi constituída arguida sendo-lhe imputados crimes de burla qualificada e falsificação de documentos. Contudo, ainda não há acusação do Ministério Público.

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Cávado

Delegado de saúde manda fechar sala de creche em Esposende

Covid-19

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Foto: DR

A sala das crianças de dois anos da creche do Centro Social e Paroquial de Curvos, em Esposende, vai encerrar durante os próximos dias a mando da autoridade de saúde, depois de um caso de infeção por covid-19 ter sido detetado na instituição.

Em comunicado publicado na página daquele centro, a coordenadora geral, Ana Bernardina Correia informa que uma funcionária daquela cresce testou positivo ao novo coronavírus.

“Apesar de terem sido tomadas as devidas medidas de prevenção necessárias, e após contacto com as autoridades de Saúde (Delegado de Saúde), recebemos indicação para encerramento da sala dos 2 anos”, escreve a diretora.

A responsável apela aos pais e encarregados de educação para contactarem a linha SNS 24 caso surja algum sintoma.

Mais informa que as restantes respostas sociais da instituição continuam a decorrer com “a devida normalidade”.

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Braga

Bruno’s Bar, em Amares, fecha portas por tempo indeterminado

Covid-19

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Foto: DR

O espaço de restauração Bruno’s Bar, sediado em Rendufe, Amares, vai fechar portas por tempo indeterminado face à evolução epidemiológica registada na nossa região ao longo das últimas semanas.

Em comunicado enviado a O MINHO, o gerente, Bruno Martins, explica que esta medida é “uma decisão muito difícil” mas será “a melhor para todos”.

Com o apelo aos clientes para que procurem proteger-se e manter todos os cuidados higiénicos para evitar a propagação do novo coronavírus, Bruno Martins apela ainda à compreensão dos mesmos pelo encerramento.

O concelho de Amares registava, até às 16:00 horas da passada quarta-feira, 18 casos ativos de infeção por covid-19.

Estes dados são apurados por O MINHO junto de fonte local do setor da saúde.

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