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Região

Minho/Galiza. Mais de meia tonelada de bivalves apreendidos

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Foto: Divulgação

Mais de meia tonelada de bivalves foram apreendidos durante a madrugada desta quarta-feira nos acessos à A28, pelo Destacamento de Controlo Costeiro de Matosinhos da GNR, tendo sido assim impedido que seguisse pelo Minho e tendo a Galiza como o seu destino final.

A Unidade de Controlo Costeiro, através do seu Destacamento de Controlo Costeiro de Matosinhos, apreendeu 112 quilos de amêijoa japonesa, 431 quilos de berbigão e 21 quilos de amêijoa boa, com um valor comercial total presumível de 3.909 euros.

“A ação foi efetuada no decorrer de uma fiscalização rodoviária, tendo o pescado sido apreendido por falta de documentos que sustentem a sua proveniência e comercialização”, segundo referiu está quarta-feira a O MINHO o comandante de Destacamento de Controlo Costeiro de Matosinhos da Guarda Nacional Republicana, capitão Nuno Marinho.

Foi também identificado o indivíduo de 35 anos que conduzia a viatura e levantados dois auto de contraordenação por falta de acompanhamento dos respetivos documentos obrigatórios.

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Alto Minho

IPVC: Ventilação de edifícios é a melhor forma de prevenir efeitos do gás radão

Estudo, desenvolvido pelos docentes António Curado e Sérgio Lopes, incidiu sobre 30 edifícios públicos selecionados pelas câmaras de Viana do Castelo e Barcelos

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Foto: Ilustrativa/ Wikipedia

A renovação de ar no interior dos edifícios, através de ventilação natural ou mecânica, é uma medida “simples e básica” que permite “mitigar” o efeito do gás radão na saúde pública, disse à Lusa o investigador António Curado.

“A renovação de ar no interior dos edifícios, por ventilação quer seja natural, por abertura de janelas, quer seja mecânica, por extração de ar, é uma medida mitigadora chave, de excelência, para aplicar a edifícios onde a concentração de gás radão não é elevada. É uma medida simples que vai permitir, garantimos nós, evitar problemas de saúde pública”, disse o docente do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC).

O responsável, que falava a propósito do seminário “Gás Radão no Alto Minho, da investigação à prevenção”, que decorreu, na quarta-feira, em Paredes de Coura, adiantou que “nos casos mais críticos”, de edifícios com elevada concentração de gás radão, as medidas são “mais complexas” por implicarem a “reabilitação do imóvel”.

Em causa está o projeto de investigação do IPVC intitulado “RnMonitor: Infraestrutura de Monitorização Online e Estratégias de Mitigação Ativa do Gás Radão no Ar Interior em Edifícios Públicos da Região Norte de Portugal”.

O estudo, desenvolvido pelos docentes António Curado e Sérgio Lopes, incidiu sobre 30 edifícios públicos selecionados pelas câmaras de Viana do Castelo e Barcelos.

Os imóveis, 15 em Viana do Castelo e outros tantos em Barcelos, selecionados pelas respetivas autarquias, acolhem estabelecimentos de ensino, serviços administrativos, museus, postos de turismo entre outros.

António Curado explicou que os 30 imóveis “foram caracterizados e monitorizados, entre setembro de 2017 e junho de 2019, em períodos de verão e inverno, não só do ponto de vista de concentração do gás radão como da temperatura e humidade relativa, para avaliar conforto térmico dos ocupantes”.

“Estão identificados os edifícios mais problemáticos, que serão alvo de um plano mais detalhado de avaliação, mediante um período mais alargado de medição, nunca inferior a três meses. Depois, serão alvo de uma atuação específica para mitigar o problema”, especificou.

Os coordenadores do projeto sublinham que a experiência comprovou que, “em ambientes exteriores, a concentração de gás radão não oferece qualquer tipo de problema em matéria de saúde pública, contudo em ambientes interiores, em cenário de fraca ventilação, as concentrações do referido gás podem ser consideravelmente elevadas e causadoras de uma pobre qualidade do ar”.

“Na região do Minho, a construção granítica predomina tanto nos solos, como na construção de edifícios residenciais e não residenciais, pelo que as questões relacionadas com a Qualidade do Ar Interior (QAI) colocam-se com particular acuidade”, sustentam os investigadores.

O projeto de investigação, orçado em 110 mil euros e financiado por fundos do Norte 2020, começou ontem, em Paredes de Coura, a “disseminar de resultados” com ações de sensibilização da população, “sem alarme, para adoção de boas práticas”.

Além de Paredes de Coura, está prevista para dia 22, em Barcelos, nova sessão de sensibilização a realizar no Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA), entre as 10:00 e as 12:00.

Os coordenadores do projeto estão também a “sensibilizar os restantes municípios do distrito de Viana do Castelo, para procederem a avaliação da concentração de gás radão”.

“O objetivo é que consigam perceber quais os edifícios que se encontram em situação mais e menos crítica. O objetivo será intervencionar os mais críticos e definir boas práticas de utilização dos menos críticos para que termos uma população consciencializada e edifícios com risco muito limitado.

O projeto do IPVC, conta com a parceria do Instituto de Telecomunicações (IT) e a empresa BMViV.

O estudo aponta dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) que referem que “a exposição prolongada a concentrações elevadas deste tipo de gás está diretamente relacionada com o aumento do risco do aparecimento de cancro do pulmão”.

Segundo a OMS, “o gás radão, que não tem cor, não tem cheiro, não se sente e não se move, é a segunda principal causa que pode conduzir ao cancro do pulmão em muitos países”.

É um gás natural radioativo que pode acumular-se em ambientes interiores, como casas, escolas e locais de trabalho.

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Cávado

Estação Náutica de Esposende certificada

Canoísta João Ribeiro é o embaixador da estação

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Foto: Divulgação / CM Esposende

O Fórum Oceano-Associação da Economia do Mar, anunciou, na quarta-feira, no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, a certificação da Estação Náutica de Esposende (ENE), como “um novo fórum de cooperação entre atores identificados com um território, para a gestão de equipamentos, espaços e eventos, assegurando a oferta de um produto turístico”.

A certificação foi entregue pela secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, ao presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira e ao embaixador da estação, o canoísta esposendense João Ribeiro.

Esta certificação – diz a autarquia – “significa o início de uma nova era, na cooperação entre entidades, sejam públicas ou privadas, que integrarão o conselho da ENE, nomeadamente aquelas que se dedicam a desportos e atividades de lazer nas áreas aquáticas do município, com o objetivo de potenciar o desporto de natureza, o turismo ativo e a identidade do território, numa lógica de comunicação e dinamização global dos espaços náuticos de Esposende”.

Barra assoreada

“Esposende apresenta uma oferta turística de qualidade, mas a nossa determinação assenta na valorização integrada dos recursos náuticos existentes no território. O plano de desenvolvimento turístico do concelho deposita grandes expectativas na capacidade de captação de visitantes, devido à ação da Estação Náutica de Esposende, principalmente na época baixa, quebrando o efeito da sazonalidade”, referiu Benjamim Pereira, aquando da entrega da certificação, vincando que “os desportos de mar são responsáveis pelo crescimento de cerca de
30% das dormidas, registadas em Esposende, no primeiro semestre de 2019”.

O presidente da Câmara espera que “este forte investimento, sirva também para demonstrar à tutela a urgência de encontrar uma solução para barra e para o desassoreamento da foz do rio Cávado, sem os quias o futuro da atividade piscatória pode estar em risco”.

Objetivos

São objetivos estratégicos da Estação Náutica de Esposende a oferta turística integrada, com base nas potencialidades da economia azul, sendo as atividades náuticas consideradas produto turístico âncora.

Pretende-se, ainda, potenciar uma oferta turística multipolar entre os distintos produtos: turismo náutico, turismo de sol e praia, turismo cultural e criativo, turismo de natureza, turismo de recreio e lazer, turismo de eventos, festas e romarias, turismo acessível e gastronomia e vinhos.

Nesta iniciativa, o Fórum Oceano e a associação para o desenvolvimento do cluster do mar em Portugal, a qual, reconhecendo a valia dos recursos e o potencial que Portugal apresenta na área do turismo náutico, lançaram um projeto de desenvolvimento, promoção e certificação de Estações Náuticas. Percebendo a importância deste projeto para o território, o Município decidiu avançar com a candidatura.

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Ave

Detido por explorar máquina de jogo ilegal em Cabeceiras de Basto

Pessoas que estavam a jogar foram identificadas e constituídas arguidas

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Foto: GNR

Um homem de 38 anos foi detido pela prática de jogo ilegal, no concelho de Cabeceiras de Basto, na passada terça-feira, anunciou hoje fonte do Comando Distrital de Braga da GNR.

Em comunicado enviado a O MINHO, aquela força de segurança indica que os militares da GNR de Fafe “detetaram máquinas de jogo ilegal num estabelecimento, tendo detido o explorador do espaço e constituído arguidos o homem e a mulher [de 54 e 56 anos] que estavam a jogar no momento da fiscalização”.

Da fiscalização efetuada a estabelecimentos comerciais, que visava o combate ao jogo de fortuna e/ou azar, resultou a apreensão de duas máquinas de jogo de fortuna e/ou azar, uma máquina de extração de bolas e 248 euros em numerário.

Os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Cabeceiras de Basto.

“Os jogos de fortuna ou azar são aqueles cujo resultado assenta exclusiva ou fundamentalmente na sorte, sendo a sua exploração e prática apenas permitidas nos casinos e em locais devidamente autorizados e licenciados”, esclarece a GNR.

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