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Minho em alerta máximo pede “urgência” no reforço de medidas nos lares

Covid-19

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Foto: Divulgação / CM Braga (Arquivo)

As Comunidades Intermunicipais (CIM) do Alto Minho, do Cávado e do Ave pediram hoje “urgência” ao Governo no reforço da prevenção de situações de alto risco nos lares e idosos da região, devido à pandemia da covid-19.

Em comunicado, as CIM justificam o pedido com “o elevado número de infetados pela covid-19 no Minho, com especial incidência em lares de idosos”, acrescentado que se estão a verificar “múltiplas dificuldades de resposta do setor da saúde na disponibilização de testes e na celeridade das respostas, bem como da Segurança Social no encaminhamento das situações críticas entretanto ocorridas”.

Nesse sentido, os presidentes das Comunidades Intermunicipais do Alto Minho, do Cávado e do Ave pedem a “disponibilização de testes de despistagem para as situações críticas que sejam referenciadas pelas autoridades de saúde nos lares de idosos do Minho”, e a “implementação de medidas de prevenção e contenção mais rígidas nos lares, nomeadamente nas admissões, nos controlos de temperatura à entrada e no aumento dos turnos dos colaboradores/funcionários dos lares”.

A covid-19, causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, é uma infeção respiratória aguda que pode desencadear uma pneumonia.

Detetado em dezembro de 2019, na China, o novo coronavírus já infetou mais de um milhão de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 59 mil.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 266 mortes, mais 20 do que na véspera (+8,1%), e 10.524 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 638 em relação a sexta-feira (+6,5%).

Dos infetados, 1.075 estão internados, 251 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 75 doentes que já recuperaram.

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