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Motores

Miguel Oliveira desiste do GP da Catalunha devido a queda

MotoGP

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Foto: DR / Arquivo

O piloto português Miguel Oliveira (KTM) desistiu hoje do Grande Prémio da Catalunha de MotoGP, oitava prova do Mundial de 2020, devido a uma queda, sofrida quando era nono classificado.


O piloto luso, que partira da 12.ª posição da grelha, estava na luta pelo sexto lugar quando sucumbiu às dificuldades com o pneu dianteiro que vinha apontando ao longo do fim de semana.

Na mesma curva 2 caíra, duas voltas antes, o italiano Valentino Rossi (Yamaha), quando era segundo classificado.

De fora estavam já, também, o espanhol Pol Espargaró (KTM), o francês Johann Zarco (Ducati) e o italiano Andrea Dovizioso (Ducati), líder do campeonato, todos devido a quedas, sem consequências físicas para os pilotos.

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Motores

Miguel Oliveira mais rápido nos treinos livres com recorde da pista no Grande Prémio de Portugal

MotoGP

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Foto: DR / Arquivo

O piloto português Miguel Oliveira (KTM) foi hoje o mais rápido na primeira de duas sessões de treinos livres do Grande Prémio de Portugal de MotoGP, que decorre até domingo, no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão.

O piloto da KTM registou a sua melhor volta já nos instantes finais da sessão da última prova do Mundial de velocidade de motociclismo, rodando em 1.40,122 minutos, o tempo mais rápido já feito por uma mota da categoria rainha no circuito algarvio.

Oliveira deixou o espanhol Maverick Viñales (Yamaha) em segundo lugar, a apenas 40 milésimos de distância, e o também espanhol Aleix Espargaró (Aprilia) em terceiro, a 114 milésimos.

Para esta tarde, os pilotos têm prevista a segunda sessão de treinos livres, a partir das 14:00 horas.

O Grande Prémio de Portugal de MotoGP é a 14.ª e última prova da temporada do Campeonato do Mundo de 2020, que foi fortemente condicionada pela pandemia de covid-19.

Miguel Oliveira chega a esta derradeira jornada na 10.ª posição na classificação dos pilotos, com 100 pontos.

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Motores

Miguel Oliveira já sabe “o que melhorar” para o GP da Comunidade Valenciana

MotoGP

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Foto: DR / Arquivo

O piloto português Miguel Oliveira (KTM) já tem “uma ideia clara do que melhorar” este fim de semana para conseguir “lutar por um lugar nos cinco primeiros classificados” do Grande Prémio da Comunidade Valenciana de MotoGP.

“Julgo que agora temos uma ideia clara sobre o que podemos melhorar este fim de semana. A equipa fez um trabalho fantástico num tão curto espaço de tempo para me dar uma mota competitiva para a corrida de domingo [passado]”, lembrou o piloto português, em declarações difundidas pela assessoria de imprensa da equipa Tech3, pela qual alinha na classe rainha do campeonato do mundo de velocidade em motociclismo.

Miguel Oliveira espera agora que o trabalho a realizar “sexta-feira e sábado” lhe possa dar “algumas ideias sobre o que fazer para a corrida de domingo”.

O piloto de Almada ambiciona “estar no grupo da frente, a lutar por uma posição entre os cinco primeiros outra vez”. “Estou muito entusiasmado para continuar o nosso caminho neste circuito este fim de semana”, concluiu o piloto português da KTM.

O GP da Comunidade Valenciana é a 13.ª e penúltima corrida da temporada.

Miguel Oliveira ocupa, atualmente, a 10.ª posição do campeonato de MotoGP, com 90 pontos, a apenas dois do nono classificado, o australiano Jack Miller (Ducati).

A última corrida da temporada disputa-se em 22 de novembro no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão.

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Motores

Félix da Costa vai testar na IndyCar norte-americana

Automobilismo

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Foto: DR / Arquivo

O piloto português António Félix da Costa, que este ano venceu o campeonato de Fórmula E, foi convidado para testar um dos monolugares da IndyCar, a maior competição de monolugares dos Estados Unidos da América, foi hoje anunciado.

O teste com o monolugar da Rahal Letterman Lanigan Racing vai decorrer no próximo dia 02 de novembro, no circuito de Barber Motorsports Park.

Para o piloto de Cascais, é “sonho de criança” que se cumpre.

“Nunca escondi o sonho e a vontade de correr na IndyCar. Sou um grande fã do campeonato e da mentalidade das corridas nos Estados Unidos. Conheço o Bobby Rahal há alguns anos e sempre que nos víamos em brincadeira eu dizia que tinha de ir experimentar os carros da equipa dele, e quando ele me ligou com este convite para conhecer e testar com a Rahal, foi impossível recusar”, referiu o piloto luso, em declarações difundidas pela sua assessoria de imprensa.

Félix da Costa garante, contudo, continuar “focado na Fórmula E”, mas não fecha a porta da IndyCar no futuro.

“Quero fazer um bom trabalho, deixar a minha marca na equipa e nunca se sabe o que o futuro nos pode reservar,” concluiu.

O monolugar da IndyCar é equipado com um motor V6, 2.2L com cerca de 700 cavalos de potência.

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