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Braga

Mesmo com a pandemia, mercado abastecedor de Braga cresce 22,5%

Economia

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Foto: MARB

A MARB, SA – Centro Logístico do Minho, empresa pública que conta entre os seus acionistas a Câmara de Braga, reforçou, no segundo trimestre de 2020, a margem líquida sobre os rendimentos operacionais em 30%, com um aumento de 22,5% relativamente ao mesmo período de 2019.


Em 2019, bem como ao longo dos últimos quatro anos, a sua rentabilidade e a solidez da sua estrutura financeira, com um volume de negócios de mais 38%, um resultado líquido recorrente acima dos 768%, um EBITDA recorrente reforçado em 294% e a redução da sua dívida financeira líquida em 2%.

O segundo trimestre de 2020 fica assinalado com um resultado líquido de 151,1 milhares de euros, correspondendo a uma margem líquida sobre os rendimentos operacionais de 30%, superior ao período homólogo do ano anterior, em 22,5%, e acima do PAO2T20, em 4,4%, apresentando uma rendibilidade do capital próprio (anualizada) de 8,1%.

Para a evolução da rentabilidade operacional contribuiu, maioritariamente o aumento do volume de negócios em 87,6 m€ (+22,1%), impulsionado pelo aumento das taxas de utilização, que crescem 86,6 m€ (+24,3%), refletindo o início da atividade do novo entreposto logístico. Destaque também para a redução da dívida financeira líquida em 3,3%.

Os dados referentes ao segundo trimestre deste ano do maior centro de logística e de distribuição alimentar que privilegia os distritos Norte do país e a zona da Galiza, e que incluem o período em que o mundo enfrenta a pandemia mundial relacionada com a covid-19, mostram uma melhoria significativa dos resultados da MARB, SA, quando comparados ao período homólogo do último ano.

Em relação aos dados do último relatório e contas referente a 2019 o destaque vai para um resultado líquido positivo de 234,7 milhares de euros, valor superior ao registado no ano 2018 em 51,3 milhares de euros (+28%).

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Braga

No meio do inferno da Póvoa de Lanhoso, ainda houve tempo para salvar um cão

Póvoa de Lanhoso

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Foto: Ivo Borges / O MINHO

Ricardo Martins e Ana Catarina Silva, bombeiros da corporação da Póvoa de Lanhoso, ainda tiveram forças para tratar de um cão, durante o grande incêndio que deflagrou esta tarde numa indústria de calçado naquele concelho.

Depois de dominado o incêndio, os dois bombeiros acudiram ao apelo dos proprietários da empresa ardida, que buscavam por um cão que julgavam dentro do edifício que tinha sido tomado pelas chamas.

Mas o cão sobreviveu quase incólume e apareceu junto dos bombeiros que não lhe negaram tratamento. Segundo conta Ricardo Martins a O MINHO, o cão acabou por aparecer no final do incêndio, quando já se julgava que o mesmo tinha perecido perante a inalação de fumo ou mesmo com as chamas.

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Visivelmente exaustos depois do combate a um dos maiores incêndios industriais da Póvoa de Lanhoso nos últimos anos, os dois bombeiros ainda conseguiram ter força para tratar do ‘patudo’.

“Nós tratamos dos animais como tratamos de um ser humano, vamos arranjar forças mesmo quando elas falham”, disse Ricardo. Conta que o cão se aproximou dele e da colega com várias queimaduras no pêlo e bastante desidratado.

Foto: Ivo Borges / O MINHO

“Tinha algumas queimaduras no pêlo mas não chegaram a atingir a pele. Tratámos dele mas era pouca coisa, nem houve necessidade de alertar um veterinário”, assegura.

Para além do tratamento do pêlo, tiveram ainda de hidratar o animal que esteve algumas horas desaparecido por entre as chamas e o fumo da fábrica de calçado que ardeu em 50%, na zona industrial de Vilela.

Incêndio em indústria de calçado foi “dos piores de sempre” em Póvoa de Lanhoso

No local estiveram 30 bombeiros da Póvoa de Lanhoso apoiados por outros 33 de várias corporações do distrito de Braga.

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Braga

Mulher de Lisboa ferida em cascata no Gerês. A segunda no mesmo dia

Mata da Albergaria

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Foto: O MINHO

Uma mulher de 41 anos sofreu ferimentos na sequência de uma queda numa cascata no Gerês, ao final da tarde desta sexta-feira, disse a O MINHO fonte da Cruz Vermelha.

A vítima, natural de Lisboa, caiu de uma altura de dois metros na cascata da Mata da Albergaria, situada entre o Gerês e a Portela do Homem.

Segundo explicou Jacob Alves, coordenador da Cruz Vermelha de Rio Caldo, a mulher terá sofrido fatura a nível de um membro superior e várias escoriações, resultantes da queda na cascata.

Foto: O MINHO

Foto: O MINHO

Para o local foi mobilizada a Cruz Vermelha de Rio Caldo que efetuou o transporte da vítima para o Hospital de Braga.

Para ajudar na estabilização e transporte da vítima da cascata até à ambulância foram mobilizadas duas equipas da UEPS da GNR e elementos do ICNF, para além de uma patrulha da GNR.

Também a VMER de Braga esteve no local por se suspeitar de ferimentos graves, algo que acabou por não se confirmar, sendo considerado “ferido ligeiro”.

Esta foi a segunda queda com ferimentos no mesmo dia. Por volta das 15:00 horas desta sexta-feira, uma mulher de 43 anos sofreu ferimentos graves, partindo anca e pernas, depois de uma queda de vários metros na cascata da Portela do Homem.

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Braga

Incêndio em indústria de calçado foi “dos piores de sempre” em Póvoa de Lanhoso

Incêndio industrial

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O incêndio industrial que lavrou na zona industrial de Vilela, na Póvoa de Lanhoso, ficou dominado ao final da tarde desta sexta-feira, depois de um intenso combate por parte dos bombeiros.

Solas e cola industrial funcionaram como combustível que acelerou a propagação das chamas na fábrica de calçado que ficou em 50% reduzida a cinzas. A intervenção dos bombeiros acabou por impedir que o incêndio alastrasse aos escritórios, resguardando assim os outros 50% da empresa.

António Veloso, comandante dos Bombeiros da Póvoa de Lanhoso, descreveu a O MINHO o cenário de terror como “um dos piores incêndios industriais” nos últimos anos naquele concelho.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

“Deslocamos onze viaturas e 30 elementos da Póvoa e tivemos apoio de doze veículos e 33 elementos de outros corpos de bombeiros do distrito”, explicou, revelando que, à chegada da corporação, parte do pavilhão estava já tomado pelas chamas.

“O combate foi complicado porque se tratava de muita borracha, solas e alguma tinta, mas principalmente borracha e solas de sapatos, que criaram um fumo denso”, disse o responsável no teatro de operações.

“No exterior da empresa também havia muita matéria a arder, não percebemos muito bem se o incêndio foi de fora para dentro ou de dentro para fora, mas tinha muito combustível em ambos os lados”, assegurou.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O combate foi tão intenso que o próprio comandante necessitou de receber assistência hospitalar após uma breve indisposição durante o combate ao incêndio.

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Foto: Ivo Borges / O MINHO

A Polícia Judiciária foi ao local para investigar a origem do incêndio que permanece desconhecida.

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