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Braga

Mercadona auxilia instituições do distrito de Braga com toneladas de bens alimentares

Solidariedade

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Foto: Divulgação

A cadeia de hipermercados Mercadona, no âmbito do modelo de responsabilidade social durante a pandemia de covid-19, reforçou o processo de doações no distrito de Braga com diversas entidades sociais, foi hoje anunciado.

As doações foram feitas ao Banco Alimentar, Cruz Vermelha, Cáritas e, recentemente, aos seis Centros de Acolhimento Temporário do Norte do país, entre os quais o centro instalado em Braga, no Hotel João Paulo II que acolhe doentes com Covid-19 que são encaminhados pelos lares do Distrito e pelo Hospital de Braga.

“Numa primeira doação a empresa doou mais de 11.500 quilos de bens de primeira necessidade a estes 6 centros, mas continuará a realizar doações durante todo o período de implementação dos Centro de Acolhimento”, refere a marca.

A loja da Mercadona de Braga doa diariamente à Associação de Solidariedade Social de S. Tiago de Fraião, entidade que apoia e presta cuidados individuais a idosos no seu lar residencial, no centro de dia e em serviços de apoio ao domicílio preparando diariamente cerca de 200 refeições.

A de Barcelos doa ao GASC – Grupo de Ação Social Cristã – que apoia utentes com graves carências socioeconómicas no concelho de Barcelos através do seu refeitório social em que entrega cerca de 100 refeições diárias e de 4 apartamentos local onde acolhem e apoiam 14 sem-abrigos do município. Apoiam também na casa abrigo vítimas de violência doméstica, desenvolvendo e apoiando projetos e campanhas de prevenção da violência.

Tratam-se de colaborações diárias, de segunda a sexta-feira, todas as semanas, que consiste na entrega de bens essenciais, alimentares e não alimentares, que são retirados das prateleiras das lojas e se encontram em ótimas condições para consumo, garantindo sempre a máxima segurança alimentar, explica a Mercadona.

 

Segundo Goreti Machado, presidente da Direção da Associação de Solidariedade Social de S. Tiago de Fraião, “foi no início do mês de abril que a Associação começou a receber as doações da Mercadona da cidade de Braga”.

“Tiveram a amabilidade de visitar as nossas instalações, para in loco tomarem conhecimento das nossas reais necessidades e, ao mesmo tempo, verificarem as condições para a acomodação e conservação dos produtos”, acrescenta a responsável.

“Em tempo de pandemia, aumentaram o número de pedidos de ajuda e com a colaboração da Mercadona, conseguimos também ajudar aqueles que recorreram a nós. O sol começou a brilhar mais forte para a Associação, trazendo mais calor, desde que a Mercadona abriu as suas portas”, escrlarece.

Joana Ribeiro, diretora de Relações Externas Norte de Portugal da Mercadona, destaca o “compromisso de estar ao lado dos grupos mais desfavorecidos” e revela que a marca já doou 210 mil quilos de alimentos, entre janeiro e abril.

“Braga é uma cidade com a qual temos um forte compromisso de responsabilidade social e a situação excecional que estamos a viver exige da nossa parte agilidade nas nossas decisões e abordagens com o objetivo de fazer o que for necessário para dar resposta às necessidades das pessoas mais vulneráveis nesta situação de extraordinária complexidade que estamos a viver”, sublinhou.

A empresa assinou um acordo com o Banco Alimentar Contra a Fome de Braga, em dezembro de 2019, com o objetivo de, através desta entidade, chegar às 291 instituições da região apoiadas, com aproximadamente 40 mil beneficiários.

Desde o início do ano, a empresa já doou a todas estas entidades e organizações um total de 5 mil toneladas de alimentos, 4.790 em Espanha e 210 em Portugal.

Braga

Vieira do Minho faz testes gratuitos à população

Média de 25 testes rápidos por dia

Foto: Divulgação / CM Vieira do Minho

A Câmara de Vieira do Minho está a fazer testes de despiste à covid-19 gratuitos à população, numa “média de 25 por dia”, tendo a pandemia já custado à autarquia mais de 600 mil euros, disse hoje o presidente.

O autarca António Cardoso explicou à Lusa que, “só em 2020”, a autarquia “ou gastou ou deixou de receber por via das ajudas socioeconómicas” mais de meio milhão de euros, um “valor pesado” no orçamento municipal.

“Uma das medidas que implementámos foi a possibilidade de testar quem quiser, quando haja justificação, claro, através dos chamados testes rápidos. Já comprámos cerca de 1.500 testes, um investimento só aqui de mais de 15 mil euros”, disse.

Segundo António Cardoso, “neste momento estão a ser feitos 25 testes por dia, testes estes que são feitos à margem dos que a Saúde 24 prescreve, mas que são feitos de forma coordenada com as autoridades de saúde”.

Além do custo que a autarquia está a suportar com aquela medida, “em 2020 a pandemia custou cerca de 600 mil euros aos cofres da autarquia”.

“É um valor pesado no nosso orçamento [de 2020] de cerca de 17 milhões de euros que foi gasto em material de proteção e, mais do que o dinheiro gasto, é o que deixamos de receber por via das muitas isenções que implementámos para mitigar o impacto socioeconómico da pandemia no concelho”, explicou.

António Cardoso referiu que “num primeiro momento o concelho conseguiu ser uma espécie de bolha, não foi muito atingido, passou o verão de uma forma muito controlada, mesmo com os muitos turistas e emigrantes”, mas neste momento Vieira do Minho tem “uma situação preocupante”.

“Temos cerca de 300 casos ativos de covid-19 em várias instituições, o que é muito, embora estejamos a conseguir minimizar o impacto e os surtos”, salientou.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.129.368 mortos resultantes de mais de 99,1 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 10.721 pessoas dos 643.113 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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Braga

Dois mil idosos já foram apoiados pela equipa social da rede May em Braga

Programa será prolongado a expensas da Câmara

Foto: DR

A rede May de apoio a idosos em meio rural do Município de Braga atendeu duas mil pessoas, de junho de 2019 a dezembro de 2020, em 23 freguesias, ajudando-as em áreas como as da habitação, de transporte para consultas médicas, compra de medicamentos e resolução de problemas burocráticos junto a Segurança Social ou dos serviços de saúde.

Ana Ferreira, chefe de Gabinete da Presidência e que coordena a área social, revelou a O MINHO que o May, um projeto europeu de cooperação entre o Município, a Xunta de Galicia e a Universidade de Vigo, termina em maio, mas vai ser prolongado a expensas da Câmara.

Para o programa criou-se uma equipa técnica que leva apoio personalizado e de prevenção de demências, a cidadãos com mais de 55 anos, com ações gratuitas de serviços sociais, enfermagem (aconselhamento e rastreios), neuropsicologia (avaliação e estimulação cognitiva) e psicomotricidade (estimulação funcional). “Chegámos a atender 150 pessoas numa só semana numa freguesia”, adiantou.

O prolongamento do projeto é debatido esta manhã em reunião do Executivo.

Ana Ferreira adiantou que, em termos sociais, está em andamento o projeto “ROOF”, que decorre entre 2019 e 2022, no qual estão envolvidas nove cidades europeias e que tem financiamento comunitário.

O ROOF engloba a preparação de uma equipa técnica que irá gerir uma casa, adaptada para receber seis a oito sem-abrigo, que abre em 2022. “Será um espaço não apenas de acolhimento, mas com um programa de reinserção da pessoa na vida diária, através da capacitação pessoal e profissional”, esclareceu.

Para este ano, a Câmara tem 1,5 milhões para 21 projetos ou departamentos da área social, 500 mil de verbas europeias. A que acrescem os apoios à renda de casa (800 mil) e ao Braga a Sorrir (dentistas gratuitos), 150 mil.

Oposição critica

Questionado por O MINHO sobre a política social autárquica, o vereador do PS, na oposição, Artur Feio, considera que houve um “desinvestimento” propositado em programas criados na gestão socialista, casos da Rede Social e do Banco Local de Voluntariado.

Defende a criação de um observatório social, que identifique novos problemas, e que sejam criados os prometidos planos de habitação, gerontológico e para a igualdade.

Pede maior robustez ao nível da organização e de recursos, para corresponder às transferências de competências no domínio da ação social.

Já o autarca da CDU; Carlos Almeida critica a pouca dinâmica da Rede Social, o que “prejudica quer o diagnóstico das situações quer o seu encaminhamento e resolução”. Lamenta a “insuficiência da resposta” às carências de habitação de famílias necessitadas, bem como a falta de apoio às pessoas sem-abrigo.

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Braga

Marcelo vence em Braga com 61%. Ana Gomes tem 15% e André Ventura 10,17%

Eleições presidenciais 2021

Já está fechada a contagem dos votos em Braga, apontando uma vitória expressiva a Marcelo Rebelo de Sousa. Ana Gomes surge em segundo lugar, seguindo-se André Ventura. Marisa Matias fica em quarto.

Fonte: MAI

No concelho de Braga, Marcelo Rebelo de Sousa obteve 50.577 votos (61%), assumindo destacadamente o primeiro lugar, Ana Gomes em segundo, com 12.440 votos, André Ventura conseguiu 8.443 votos (10,17%).

Segue-se Marisa Matias, em quarto, com 3.172 votos (3,83%), Tiago Mayan, em quinto, com 3053 votos (3,68%), João Ferreira foi sexto, com 2936 votos (3,54%),  e Vitorino Silva somou 2304 votos (2,78%).

As freguesias do centro histórico da cidade, São Vicente, Maximinos, Sé e Cividade, São José de São Lázaro, São João do Souto e São Vítor ofereceram a Marcelo Rebelo de Sousa, 16.054 votos. Nas mesmas freguesias, Ana Gomes recebeu o apoio eleitoral, de 5.231 eleitores, ocupando o segundo lugar. André Ventura reuniu 2.901 votos ocupando o terceiro lugar.

Nas freguesias do centro histórico, os restantes lugares são partilhados, por João Ferreira, com 1.296 votos, Marisa Matias com 1.293 votos, Tiago Mayan com 1.202 votos e Vitorino Silva com 656 votos.

Nas freguesias suburbanas circundantes do centro histórico de Braga, de Ferreiros e Gondizalves, Nogueira, Fraião e Lamaçães, Real, Dume e Semelhe, as classificações de pódio mantêm-se: Marcelo Rebelo de Sousa reuniu 10.432 votos, Ana Gomes 2.793 votos e André Ventura conseguiu 1.823 votos.

Seguiu-se Tiago Mayan, com 753 votos, Marisa Matias com 675, João Ferreira com 572 e Vitorino Silva com 470.

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