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Mercadona abre em Santo Tirso no dia 25 de junho

Novo supermercado

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Foto: Divulgação / Mercadona

A Mercadona vai abrir uma nova loja em Santo Tirso no dia 25 de junho. Trata-se da 12.ª loja da cadeia de supermercados em Portugal e a 7.ª no distrito do Porto.


O plano de expansão da Mercadona para 2020 inclui a abertura de um total de 10 lojas nos distritos de Aveiro, Porto e Viana do Castelo, adianta a empresa em comunicado.

A Mercadona de Santo Tirso, a segunda a abrir este ano, depois de Aveiro, ficará localizada na rua dos Trabalhadores do Arco, nº 20.

De acordo com comunicado enviado às redações, este supermercado responde ao Modelo de Loja Eficiente que a empresa está a implementar em toda a sua cadeia, incluindo o Pronto a Comer, a secção de refeições já preparadas. Esta loja conta com uma superfície de vendas de 1.900 m 2 e 170 lugares de estacionamento e criará 60 novos empregos.

“A chegada da Mercadona a Santo Tirso veio dar uma nova vida a parte da área onde estava instalada a antiga fábrica Arco Têxteis. Esta loja será aberta ao público com todas as condições de higiene e segurança que temos vindo a implementar para que os nossos ‘Chefes’ se sintam seguros a fazer as suas compras desde o primeiro dia”, refere Joana Ribeiro, Diretora Relações Externas Norte de Portugal na Mercadona, citada no comunicado.

A empresa, tal como tem vindo a fazer desde o início desta situação de pandemia – sublinha o comunicado -, continuará a aplicar todas as medidas de segurança dentro das suas lojas: desinfeção e limpeza, distâncias de segurança e lotação controlada; máscaras, óculos de proteção, luvas e gel desinfetante para todos os colaboradores, assim como proteções de acrílico nas caixas de pagamento.

Os clientes terão ao seu dispor gel desinfetante e luvas na entrada da loja, assim como papel para desinfetar o manípulo do carrinho de compras.

A partir de 1 de junho, as lojas terão um novo horário de abertura: das 09:00 às 21:00.

Mercadona em Portugal

A 2 de julho de 2019, a Mercadona abriu o seu primeiro supermercado em Portugal, em Canidelo, Vila Nova de Gaia, distrito do Porto. Com esta inauguração, à qual se somaram nove lojas, em 2019, localizadas nos distritos de Porto, Braga e Aveiro, a empresa tornou realidade o seu processo de internacionalização, anunciado em junho de 2016 e que se consolidou durantes estes quatro anos graças ao esforço de mais de 900 colaboradores e mais de 300 fornecedores portugueses, aos quais a empresa comprou 217 milhões de euros em 2019. Deste valor, 126 milhões de euros correspondem a fornecedores comerciais, sendo que 90% dos produtos comprados em Portugal são exportados para Espanha.

Segundo a empresa, nos primeiros 6 meses de operação com as suas 10 lojas, a Mercadona obteve uma faturação total superior a 32 milhões de euros e contribuiu para a riqueza do país com o pagamento de 11 milhões de euros em impostos através da sua sociedade portuguesa, Irmãdona Supermercados S.A. A empresa continuou o forte esforço de investimento no desenvolvimento deste projeto, superior a 220 milhões de euros entre 2016 e 2019 e tem previsto para 2020 um investimento em Portugal de 140 milhões de euros.

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Sobe para 12 número de infetados em fábrica de conservas em Vila do Conde

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

São 12 os casos confirmados de infeção por covid-19 por entre os trabalhadores de uma fábrica de conservas situada em Caxinas, no concelho de Vila do Conde, anunciou hoje a empresa. Há ainda uma criança infetada por familiares que trabalham no mesmo local.

Em declarações à RTP, a presidente da Câmara de Vila do Conde, Elisa Ferraz, confirma o foco, indicando que o mesmo terá tido origem numa familiar de uma funcionária que chegou do Brasil na semana passada. Os dois primeiros casos conhecidos dentro da fábrica, enter os quais a familiar da mencionada viajante, foram conhecidos na segunda-feira.

Hoje, sabe-se que o número de casos confirmados com o novo coronavírus já vai em doze, mas estão ainda a ser efetuados testes a todos os 170 trabalhadores e aos seus familiares, podendo o número subir durante os próximos dias.

A autarca sublinha que, para já, a empresa não encerrou, estando apenas a linha de produção onde foram detetados trabalhadores covid-positivos suspensa. Refere ainda que uma delegação da ARS Norte está a avaliar a situação dentro da empresa para determinar se é necessário o encerramento temporário da mesma de forma a evitar um novo surto na região.

Dos 170 trabalhadores, a grande maioria reside em Vila do Conde e no concelho vizinho da Póvoa de Varzim. A criança infetada terá frequentado um jardim de infância em Aver-o-Mar, no concelho poveiro, o que levou as autoridades de saúde locais a fazerem uma inspeção à instituição, para determinar se é necessário o encerramento temporário.

A administração da empresa, cujos elementos são italianos, já estarão a caminho de Portugal para avaliar a situação e guardam para mais tarde um comunicado sobre o assunto.

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Detetado foco de covid-19 em fábrica de Vila do Conde

Pandemia

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Foto de Arquivo

Um foco de covid-19 foi detetado numa fábrica de conservas em Vila do Conde, após algumas trabalhadoras terem testado positivo ao novo coronavirus, confirmou fonte da Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte à agência Lusa.

O número total trabalhadoras infetadas não foi divulgado pela mesma fonte, que apenas confirmou “a existência de casos” e garantiu que “já está em marcha um plano de ação para lidar com a situação”.

“Foram tomadas as medidas previamente definidas para estas situações, que estão a ser articuladas com a autoridade de saúde local. Confirmamos a existência de casos na empresa, mas não iremos divulgar números concretos”, acrescentou a fonte da ARS-Norte.

A Gencoal S.A, situada em Caxinas, tem várias dezenas de funcionários e a sua atividade está vocacionada para produção e exportação de conservas de sardinha, cavala e salmão.

A empresa mantém-se em funcionamento, embora com medidas preventivas contempladas no seu plano de contingência, com a paragem de algumas das linhas de produção.

A Câmara Municipal de Vila do Conde também tem conhecimento da situação, e, segundo revelou fonte da autarquia, “já transmitiu à empresa a sua disponibilidade para prestar o apoio necessário”.

“Confirmamos a existência de operárias infetadas com covid-19 na empresa e já disponibilizámos os meios do município para prestar o apoio que for necessário à administração e também aos trabalhadores no âmbito do programa ‘Estamos Aqui'”, afirmou a mesma fonte.

A empresa emprega trabalhadores de Vila do Conde mas também do concelho vizinho da Póvoa de Varzim.

Portugal contabiliza pelo menos 1.579 mortos associados à covid-19 em 42.454 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS).

(notícia atualizada com mais informação)

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Abertura das fronteiras: Como estão as coisas no lado de lá, na Galiza?

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

Com a reabertura das fronteiras com Espanha cresce a preocupação com a possibilidade de novos contágios vindos do lado de lá do rio Minho, mas será que devemos ficar preocupados com a situação epidemiológica dos galegos? Para já, parece que não, embora o maior número de casos ativos se encontre na província de Pontevedra, que faz fronteira direta com o Alto Minho.

Nesta quarta-feira, segundo dados do SERGAS (Servicio Galego de Saúde), existem 313 casos ativos de infetados com covid-19, menos um do que na véspera. Na raia com o Minho, a situação parece estar controlada. embora Vigo, na província de Pontevedra, se mantenha como a que regista maior número de casos ativos (128).

Seguem-se os municípios de Corunha (70), Lugo (52), Santiago de Compostela (23), Ourense (20), Ferrol (10) e Pontevedra (10). A tendência tem sido de descida em quase todos os municípios galegos, com exceção de Lugo, que tem verificado algum crescimento nos últimos dias (+3 nas últimas 24 horas).

Em termos de testes PCR, a região da Galiza tem efetuado cerca de 3.200 testes por dia, totalizando já 185.374 realizados desde o início da pandemia. Registou-se um total de 11.565 casos acumulados nesta quarta-feira, mais nove do que ontem. Mas, relembrando, ativos existem 313.

A nível de casos de internamento, a Galiza conta agora com três pessoas internadas em enfermarias, registando já três semanas sem qualquer óbito. 310 pessoas recuperam em casa, não existindo internamentos em cuidados intensivos.

Do lado de cá da fronteira, no distrito raiano de Viana do Castelo, registam-se 26 casos ativos de infeção pelo novo coronavírus, num total acumulado de 617 casos confirmados. O Alto Minho regista 55 óbitos a lamentar. Estes dados são fornecidos pela Unidade Local de Saúde do Alto Minho e não coincidem com os divulgados pela Direção-Geral da Saúde.

Já no distrito de Braga, os dados reais não são revelados por escolha da coordenação distrital das autoridades de saúde.

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