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Medicina Interna é o centro da decisão no tratamento do doente

Congresso marcado para Vilamoura

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Foto: DR

A Sociedade Portuguesa de Medicina Interna vai realizar o 25º Congresso Nacional de Medicina Interna de 23 a 26 de maio de 2019, no Centro de Congressos do Algarve, em Vilamoura.

Esta iniciativa, organizada em parceria com o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, terá como lema central ‘a Medicina Interna no centro da decisão’, uma posição que, segundo Armando Carvalho, presidente do congresso, “permitirá à nossa especialidade ter futuro e contribuir para um futuro melhor daqueles a quem servimos”.

O internista acrescenta ainda que “com o aumento da complexidade dos doentes e do progresso da medicina, a multidisciplinaridade irá ser cada vez mais decisiva na abordagem dos doentes e do seu tratamento, o que exige equipas cada vez mais diversificadas, lideradas pelos internistas que trazem consigo uma visão abrangente dos problemas”.

Com esta edição, a organização pretende “promover a discussão sobre o papel central da Medicina Interna em áreas como a decisão e gestão clínica, planificação dos cuidados de saúde, e inserção da inteligência artificial na prática hospitalar”, como explica em comunicado.

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PSP começa hoje operação de fiscalização a veículos de duas rodas com motor

“2 Rodas em Segurança”

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Foto: Facebook de Comando Distrital de Braga da PSP

A PSP começa hoje a operação “2 Rodas em Segurança” que até sexta-feira vai fiscalizar veículos de duas rodas com motor, justificada pela “gravidade e consequências dos acidentes que têm ocorrido”.

Um comunicado da PSP refere que a operação decorre a nível nacional com várias ações de fiscalização do trânsito, especialmente direcionadas para a fiscalização dos veículos motorizados de duas rodas (motociclos e ciclomotores) e para os comportamentos de risco dos condutores de outros veículos “que coloquem em causa a segurança dos motociclistas/ciclomotoristas”.

A polícia lembra que “o excesso de velocidade, o desrespeito da obrigação de parar no sinal vermelho do semáforo, a condução sob influência do álcool e drogas, a não utilização de capacete de proteção, não sinalização de manobras, ultrapassagens irregulares são as infrações que mais contribuem para a sinistralidade rodoviária”.

A fiscalização terá especial atenção à não utilização de capacete, ultrapassagens irregulares, excesso de velocidade, condução sob efeito de álcool, mudanças irregulares da via de trânsito e desrespeito das regras de prioridade.

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Apesar da greve, voos da Ryanair continuam a decorrer

Greve de tripulantes

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Foto: DR / Arquivo

A Ryanair informou que todos os voos que tiveram Portugal como origem ou destino decorreram este domingo de manhã como planeado, com 96% de pontualidade, apesar da greve dos tripulantes da companhia de aviação ‘low cost’, que hoje termina.

Numa nota publicada no seu sítio na Internet, a companhia de aviação salienta que hoje, até às 10:00, todos os voos iniciais com destino ou que partiram de Portugal saíram “como planeado e com 96% de pontualidade (devido a alguns atrasos no controlo de tráfego aéreo)”.

“Não esperamos quaisquer problemas nos voos para/desde Portugal no resto do dia”, acrescentou a Ryanair.

A Ryanair salienta ainda que no sábado, quarto dia de greve, a empresa “completou” os 198 voos programados para ou desde Portugal, dos quais 90% cumpriram o horário, tendo transportado 36.000 passageiros.

A empresa opera em Portugal em Lisboa, Porto, Faro e Ponta Delgada.

A greve dos tripulantes, convocada pelo Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), teve início na passada quarta-feira e termina hoje.

A paralisação conta com serviços mínimos decretados pelo Governo, que abrangem não só os Açores e Madeira, mas também as cidades europeias de Berlim, Colónia, Londres e Paris.

Na base desta greve está, segundo o SNPVAC, o facto de a Ryanair continuar a “incumprir com as regras impostas pela legislação portuguesa, nomeadamente no que respeita ao pagamento dos subsídios de férias e de Natal, ao número de dias de férias e à integração no quadro de pessoal dos tripulantes de cabine contratados através das agências Crewlink e Workforce”.

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António Costa “está com medo de que os votos da esquerda fujam para o BE”

Rui Rio sobre António Costa

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Foto: DR

O líder do PSD, Rui Rio, disse este sábado que as críticas de António Costa ao Bloco de Esquerda refletem “ingratidão” e o “medo” que o Partido Socialista tem em “perder” votos para os bloquistas nas eleições legislativas.

“O que eu pessoalmente não acho bonito – e isso eu não faço – é, por exemplo, o que está a fazer o Partido Socialista, que andou com o Bloco de Esquerda de braço dado durante quatro anos […] e agora que precisa está com medo de que os votos da esquerda fujam para o BE”, disse Rui Rio.

O líder socialista, António Costa, sugeriu hoje, em entrevista ao semanário Expresso, que o BE “vive na angústia de ter de ser notícia”, enquanto o outro parceiro da ‘geringonça’, o PCP, tem outra “maturidade institucional”.

“Não quero ser injusto, mas são partidos de natureza muito diferente. O PCP tem uma maturidade institucional muito grande. Já fez parte dos governos provisórios, já governou grandes câmaras, tem uma forte presença no mundo autárquico e sindical, não vive na angústia de ter de ser notícia todos os dias ao meio-dia… Isto permite uma estabilidade na sua ação política que lhe dá coerência, sustentabilidade, previsibilidade, e, portanto, é muito fácil trabalhar com ele”, disse.

Já sobre os bloquistas, o também primeiro-ministro referiu que, “hoje, a política tem não só novos movimentos inorgânicos do ponto de vista sindical, como também novas realidades partidárias que se expressam”.

“Há um amigo meu que compara o PCP ao Bloco de uma forma muito engraçada: é que o PCP é um verdadeiro partido de massas, o Bloco é um partido de mass media. E isto torna os estilos de atuação diferentes. Não me compete a mim dizer qual é melhor ou pior, não voto nem num nem no outro”, disse.

Em declarações aos jornalistas, durante a 40.ª edição da AGRIVAL – Feira Agrícola do Vale do Sousa, em Penafiel, Rui Rio afirmou que as críticas de António Costa ao Bloco de Esquerda são uma “tática política”.

“Nós não devemos andar na política à espera de gratidão, efetivamente não, mas a ingratidão não é uma coisa bonita. Aquilo que eu noto e leio naquela entrevista é efetivamente uma relação com quem o apoiou que mostra uma forma de estar”, referiu o líder do PSD, adiantando que este é “um divórcio violento”.

Apesar de o social-democrata considerar que as críticas de António Costa refletem o “medo” em perder votos à esquerda, acredita que o único partido de alternativa ao atual Governo é o PSD.

“Só dois partidos é que podem ter aspirações a ganhar as eleições, os outros aspiram naturalmente a ter o melhor resultado possível. Agora, alternativa ao atual Governo do Partido Socialista só há o PSD, isso não há por onde fugir […]. É assim há muitos anos e é assim que vai continuar a ser”, referiu.

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