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Matosinhos em Jazz regressa em julho e inclui Salvador Sobral e Ricardo Toscano

Entrada livre

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Foto: DR/Arquivo

O festival Matosinhos em Jazz regressa em julho àquela localidade do distrito do Porto com um cartaz que inclui os músicos portugueses Salvador Sobral, Ricardo Toscano, Bruno Pernadas e o israelita Avishai Cohen, foi hoje anunciado.

O Matosinhos em Jazz, que arranca a 06 de julho e é de entrada livre, além de concertos inclui uma exposição, na qual quatro artistas portugueses – Bráulio Amado, Kruella D’Enfer, Catarina Glam e Pedro MKK – recriam capas icónicas de discos de jazz, de acordo com a promotora da iniciativa, num comunicado hoje divulgado.

Os concertos acontecem nos sábados e domingos de julho, às 18:00.

No primeiro fim de semana do festival, a 06 e 07 de julho, atuam, respetivamente, o saxofonista Ricardo Toscano, que “apesar da tenra idade (25 anos) destaca-se há muitos anos pelo seu arrojo artístico e visão progressiva do jazz”, e a cantora Inês Pimenta, que irá apresentar o álbum “Son of Daedalus”.

Para o segundo fim de semana, a 13 e 14 de julho, estão agendadas as atuações, respetivamente, do pianista britânico Joe Armon Jones, “que representa a nova cena jazz do Reino Unido”, e do guitarrista Bruno Pernadas, que irá “apresentar o seu multifacetado trabalho musical com incursões várias a nível estilísticos que viajam do jazz ao afrobeat passando pela improvisação.

No terceiro fim de semana, a 20 e 21 de julho, haverá concertos, respetivamente, do cantor Salvador Sobral, que irá apresentar o seu mais recente trabalho, “Paris, Lisboa”, e da trompetista Susana Santos Silva, que atuará com uma formação que inclui saxofone alto, flauta, piano, contrabaixo e bateria.

Nos três primeiros fins de semana, os concertos decorrem no coreto situado em frente à Câmara Municipal de Matosinhos, enquanto o “grande encerramento” do Matosinhos em Jazz acontece no último fim de semana de julho, na Praça Guilhermina Suggia.

No dia 26, a Orquestra Jazz de Matosinhos convida a cantora holandesa Fay Claasen. “Uma voz única que se une numa só entidade sonora com a Orquestra Jazz de Matosinhos numa noite especial”, refere a organização.

A última noite do festival, a 27 de julho, fica a cargo do contrabaixista israelita Avishai Cohen, “uma das maiores referências contemporâneas no contrabaixo de jazz, sendo compositor e vocalista”, com a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música.

Durante todo o mês de julho, no Jardim Basílio Teles, junto à Câmara de Matosinhos, estará patente a exposição na qual Braulio Amado, Kruella D’Enfer, Catarina Glam e Pedro MKK recriam capas de discos de jazz.

O designer Bráulio Amado irá recriar a capa de “Naked City”, álbum do saxofonista norte-americano John Zorn, que data de 1990. Às artistas Kruella D’Enfer e Catarina Glam caberá recriar, respetivamente, os álbuns “Latin in Satin” (1958), da cantora norte-americana Billie Holiday, e “Brilliant Corners” (1957), do pianista norte-americano Thelonious Monk. O fotógrafo Pedro MKK irá recriar a capa de “Getz/Gilberto” (1963), do saxofonista norte-americano Stan Getz e do cantor brasileiro João Gilberto.

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Incêndios: Proteção Civil alerta para agravamento de risco até sexta-feira

O uso de fogo-de-artifício só é permitido com autorização da câmara municipal.

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Foto: DR / Arquivo

A Proteção Civil alertou esta segunda-feira para o agravamento do risco de incêndio até sexta-feira para valores “muito elevados a máximos” em todo o território, com o aumento da temperatura e a diminuição da humidade.

Num “aviso à população” hoje emitido pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) é referido que, de acordo com informações do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), até sexta-feira a temperatura vai subir, variando entre os 30 e os 35 graus, podendo atingir valores superiores no interior.

Ainda segundo os dados fornecidos pelo IPMA, o valor da humidade relativa do ar diminuirá para entre 20% e 30% e mesmo durante a noite não se registarão valores superiores a 50%, inclusivamente no litoral.

O vento deverá ser fraco a moderado, temporariamente com rajadas fortes, até 40 km/h.

Como “efeitos expectáveis” destas condições meteorológicas, a Proteção Civil aponta o “incremento do perigo de incêndio para valores muito elevados a máximos, na generalidade do território” e o “aumento das ignições”.

A ANEPC recorda que durante o período crítico de incêndios, entre 01 de julho e 30 de setembro, é proibido fazer queimadas extensivas ou queima de amontoados sem autorização, não é permitido utilizar fogareiros e grelhadores nas zonas críticas do espaço rural, nem fumar ou fazer qualquer tipo de lume nos espaços florestais.

É igualmente proibido lançar balões de mecha acesa e foguetes, “fumigar ou desinfestar apiários exceto se os fumigadores tiverem dispositivos de retenção de faúlhas”, usar motorroçadoras (exceto se possuírem fio de nylon), corta-matos e destroçadores.

O uso de fogo-de-artifício só é permitido com autorização da câmara municipal.

A Proteção Civil recomenda ainda “a adequação dos comportamentos e atitudes face à situação de perigo de incêndio rural, nomeadamente através da adoção das necessárias medidas de prevenção e precaução, na utilização do fogo em espaços rurais, observando as restrições em vigor e tomando especial atenção à evolução do perigo de incêndio para os próximos dias”.

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Combustíveis: Rio diz que Governo não sai beneficiado da crise energética

Rui Rio de visita ao Alto Minho

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Foto: DR / Arquivo

O presidente do PSD, Rui Rio, afirmou esta segunda-feira que o Governo não sai beneficiado da crise energética, por alegadamente ter assumido uma postura “eleitoralista e não de serviço ao cidadão”.

Em Caminha, à margem de uma visita à exposição Arte da Leira, na Serra d’Arga, Rui Rio acrescentou que “uma grande parte do problema existiu” porque o Governo estava fixado nas legistativas de 06 de outubro.

“Não acho nada que o Governo saia beneficiado”, sublinhou, frisando que o conflito poderia “seguramente” ter sido resolvido mais rapidamente.

Além disso, disse que “uma greve nunca beneficia os portugueses” e “o Governo só deve sair beneficiado quando os portugueses saem beneficiados”.

Para o líder do PSD, o problema prolongou-se porque o Governo quis tirar “benefícios eleitorais”, optando por “servir o PS” em vez de servir o país.

“Ficou claro que grande parte do problema existiu porque o Governo se aproveitou do problema para tentar benefícios eleitorais”, afirmou.

Para Rio, o Governo optou pela “dramatização” e por “montar um circo” à volta da greve dos motoristas de matérias perigosas, tendo-se colocando do lado da entidade patronal, em detrimento dos motoristas,

“O que o Governo tentou, foi à custa da greve dos motoristas, tirar popularidade para si próprio (?).Quando abandonou essa postura e se tornou um bocado mais isento, em 48 horas a greve terminou”, disse ainda.

Para Rio, o Governo “não estava interessado em resolver mais cedo” o conflito, mas quando a greve se começou “a agudizar, teve de recuar e assumir uma posição equidistante”.

O líder do PSD disse que o Governo “estava completamente articulado com a entidade patronal para ter dividendos eleitorais”.

“Era o Governo a servir o PS e não a servir o país”, apontou.

O primeiro-ministro anunciou a intenção de declarar o fim da crise energética, decretada há nove dias, pelas 24:00 de hoje, assim como extinguir a Rede de Emergência de Postos de Abastecimento (REPA) exclusiva e aumentar o limite máximo de consumo de combustível pelos particulares para 25 litros, a partir das 10:00.

“O Governo não era parte neste conflito, portanto não ganhou nem perdeu. Cumpriu a sua função de assegurar que o país respeitasse o direito à greve que era fundamental respeitar e que, por outro lado, pudesse continuar a funcionar dentro da normalidade possível. Foi um grande sinal de maturidade do país”, disse, fazendo agradecimentos aos serviços públicos “que contribuíram para o planeamento”, às Forças Armadas e forças de segurança “pelo serviço extraordinário” e aos parceiros sociais por “ultrapassarem o conflito e chegarem a nova fase de diálogo”.

O Conselho de Ministros declarara em 09 de agosto a situação de crise energética, para o período compreendido entre as 23:59 desse dia e as 23:59 de 21 de agosto, para todo o território nacional.

A situação de crise energética teve como objetivo garantir os abastecimentos energéticos essenciais à defesa, ao funcionamento do Estado e dos setores prioritários da economia, bem como à satisfação dos serviços essenciais de interesse público e das necessidades fundamentais da população durante a greve dos motoristas.

Foi também constituída a REPA, integrando postos de abastecimento exclusivo para entidades prioritárias e veículos equiparados, como Forças Armadas, forças de segurança, proteção civil, emergência médica ou transporte público de passageiros e uma rede para abastecimento público com bombas abertas ao público em geral, mas com restrições na quantidade de abastecimento.

A greve dos motoristas de pesados começou em 12 de agosto por tempo indeterminado. Quinta-feira, o Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (SIMM) desconvocou a paralisação, mas o Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas manteve-a e só a desconvocou o protesto domingo, após um plenário de trabalhadores.

Para a próxima terça-feira está marcada uma reunião no Ministério das Infraestruturas e Habitação, em Lisboa, para a retoma de negociações entre a associação patronal Antram e o SNMMP.

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Atropelamento ferroviário corta circulação na Linha do Norte

Em Vila Nova de Gaia

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Foto: DR / Arquivo

A circulação na Linha do Norte está interrompida nos dois sentidos em Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, devido a um atropelamento ferroviário

A ocorrência foi registada por volta das 15:00, estando a via interrompida desde essa altura.

Segundo a fonte da CP, a circulação encontra-se interrompida entre as estações de Vila Nova de Gaia e da Granja.

Segundo a página da Autoridade Nacional e Emergência e Proteção Civil, que regista o incidente como um atropelamento ferroviário, estão no local 19 homens, apoiados por seis viaturas.

Questionadas pela Lusa, as fontes não souberam especificar a gravidade da vítima.

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