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Ponte de Lima

Marta Sanchéz Quintet. O melhor jazz internacional passa pelo Teatro Diogo Bernardes

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Marta Sanchéz Quintet. Foto: DR

Na próxima sexta-feira, 03 de Novembro, a partir das 21:30 horas, no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, Marta Sanchez Quintet, um projecto na área do jazz oriundo de Brooklyn, New York e que em Ponte de Lima, num dos dois únicos concertos a realizar em Portugal na presente tour, se apresentará com a seguinte formação: Marta Sanchez – piano; Ariel Bringuez – saxofone tenor, Caleb Curtis – saxofone alto, Javier Moreno – baixo, Iago Fernandez – percussão.


Nascida e criada em Madrid, Espanha, a pianista e compositora Marta Sánchez trabalha actualmente na área musical criativa contemporânea em Nova York e no resto do mundo.

Depois de terminar os estudos clássicos no Conservatório, iniciou estudos de jazz em diferentes escolas, destacando-se alguns professores deste período: Guillermo Klein, Sam Yahel, Aaron Goldberg, Aaron Parks, de entre outros. Em 2011, foi premiada com uma bolsa Fulbright, o que lhe permitiu continuar os estudos na Universidade de Nova York (M.M.), com professores como Ralph Alessi, Jean Michele Pilc, Kenny Werner, Andy Milne ou Chris Potter, entre outros.

A sua discografia, como líder, conta com quatro álbuns, dos quais irá apresentar em Ponte de Lima, o mais recente, Danza Imposible.

Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima. Foto: DR

Segundo a organização do espetáculo no Teatro Diogo Bernardes, que este ano comemorou 120 anos, “na sua primeira semana, Danza Imposible obteve uma excelente crítica no New York Times e uma das suas músicas, Flesh, integrou a respectiva playlist”.

O álbum anterior, Partenika, lançado no Fresh Sound New Talent (2015), foi analisado por Ben Ratliff para o The New York Times da seguinte forma: “É um registo ambicioso de um novo grupo forte”, não perdendo a oportunidade para o incluir como uma das 10 melhores gravações do ano, de entre todos os géneros musicais. Também a Downbeat incluiu-o na sua lista das melhores gravações de 2015. Por sua vez, a All Music e a Jazz Journalist Association classificaram Partenika como uma das melhores gravações de jazz de 2015.

Marta recebeu alguns prémios: ganhou o primeiro prémio no concurso de jazz internacional Debajazz, com a banda Zafari Project; o primeiro prémio no Jazzargia International Jazz Contest, com Javier Moreno Trio; e o primeiro prémio no San Martin de la Vega Jazz, com Natalia Calderon Quartet.

É a única música espanhola que foi selecionada em três ocasiões pela AECID (Agência Governamental Para a Cooperação Internacional Para o Desenvolvimento) para representar a Espanha em festivais de jazz em diferentes países da América do Sul, América Central e Europa – com sua própria formação em duas ocasiões (2009 e 2012) e com Natalia Calderon Quartet (2009).

Em 2010, recebeu o “Touring Grant” A.I.E en Ruta, da Associação Espanhola de Músicos. Actuou nos Estados Unidos, Europa, América do Sul e América Central, em locais de prestígio e festivais proeminentes, como o Festival de Jazz do Mar do Norte, na Holanda; Eurojazz na Cidade do México; Eurojazz em Atenas; Festival de Jazz Vitoria Gasteiz e Madrid Jazz Festival.

Foi premiada com uma MacDowell Fellowship (bolsa de estudo), em 2017.

Nascida e criada em Madrid, Espanha, a pianista e compositora Marta Sánchez trabalha actualmente na área musical criativa contemporânea em Nova York e no resto do mundo. Foto: DR

Os bilhetes para o concerto encontram-se à venda por 3 euros – mais informações no Teatro Diogo Bernardes, pelo telefone 258 900 414 ou pelo email [email protected]

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Alto Minho

Mais um óbito por covid em Ponte de Lima. Há 19 casos ativos

Covid-19

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Foto: DR

O concelho de Ponte de Lima contava, até esta sexta-feira, com 19 casos ativos de covid-19, mais sete do que na passada terça-feira, apurou O MINHO junto de fonte local da saúde.

Em termos de recuperados, há 57 pessoas já curadas da doença, mais cinco desde o último balanço divulgado pelo nosso jornal.

Há a lamentar dois óbitos causados pelo novo coronavírus, mais um do que na semana passada.

O total de casos acumulados desde o início da pandemia no concelho é de 78.

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Alto Minho

Escolas de Ponte de Lima com jogos tradicionais pintados nos espaços de recreio

Arranque do ano letivo 2020/2021

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Foto: Divulgação / CM Ponte de Lima

A Câmara de Ponte de Lima pintou nos espaços de recreio das escolas básicas do concelho jogos tradicionais com o objetivo de melhorar as competências de socialização dos alunos e simultaneamente prevenir conflitos e violência escolar, anunciou hoje a autarquia.

Foto: Divulgação / Ponte de Lima

Foto: Divulgação / Ponte de Lima

Foto: Divulgação / Ponte de Lima

Foto: Divulgação / Ponte de Lima

“Os espaços de recreios nas escolas requerem uma atenção especial, sendo fundamental tomar medidas para criar recreios educativos e preventivos de conflitos, agressividade e violência escolar. Foi nesse âmbito, e procurando responder a algumas necessidades, que o Município de Ponte de Lima projetou a pintura de diferentes Jogos Tradicionais – de que é exemplo, o Jogo do Galo, Jogo da Macaca, Jogo do Caracol, entre outros – nos recintos escolares de todas as Escolas Básicas do concelho ue permitiam tal intervenção”, refere a câmara.

Em comunicado, o município realça que “os Jogos Tradicionais cumprem um papel facilitador no processo educativo e trabalham as competências como a socialização, cooperação, comunicação, resolução de conflitos, autodisciplina, libertação de stress, bem como a criatividade, resolução de problemas e vocabulário”.

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Alto Minho

Suspeitos de causar incêndio em Ponte de Lima libertados sob caução de 50 mil euros

Incêndio florestal

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Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Um juiz do tribunal de Ponte de Lima decretou hoje apresentações periódicas e a obrigatoriedade de pagamento de uma caução de 50 mil euros aos quatro homens detidos, na segunda-feira, por suspeita de terem causado um incêndio naquele concelho.

Fonte da Polícia Judiciária (PJ) de Braga, hoje contactada pela agência Lusa, adiantou que os quatro homens ficaram ainda sujeitos, entre outras medidas de coação, à proibição de contactar entre si e de se ausentarem do país.

A PJ deteve, na segunda-feira, um técnico florestal de Alfragide e três trabalhadores de uma empresa de Viana do Castelo suspeitos de provocarem um incêndio que consumiu mais de 400 hectares de floresta, em Ponte de Lima, no distrito de Viana do Castelo

Na altura, em declarações à agência Lusa, fonte da diretoria de Braga da PJ disse que o técnico de gestão florestal é funcionário de uma empresa de Alfragide, concelho da Amadora, distrito de Lisboa, contratada pelo Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) para a realização de uma empreitada de instalação e beneficiação da rede primária da faixa de gestão combustível em Ponte de Lima, no distrito de Viana do Castelo.

Já os outros três homens são o proprietário e dois trabalhadores de uma empresa de Viana do Castelo, subcontratada para a mesma empreitada.

Em comunicado enviado terça-feira às redações, a PJ referiu que os homens foram detidos fora de flagrante delito, sendo os presumíveis autores de um crime de incêndio florestal na freguesia de Rebordões Santa Maria, que posteriormente alastrou às freguesias de Facha, Vitorino de Piães, Cabaços e Fojo Lobal, todas naquele concelho do distrito de Viana do Castelo.

O dia em que o incêndio deflagrou – 25 de julho – foi “declarado como de risco máximo de incêndio” e “era proibida a utilização de máquinas de corte mecânicas”.

A empresa responsável pela empreitada “não dispunha dos meios necessários para combater um eventual incêndio e não acionou os meios de socorro quando o fogo deflagrou, tendo abandonado o local”, acrescentou a fonte.

As chamas, que lavraram durante vários dias, “consumiram mais de 400 hectares de floresta”, sendo considerado “o maior incêndio do ano no distrito de Viana do Castelo”.

“A investigação desenvolvida por esta Polícia apurou que o incêndio foi provocado por ação direta dos discos de corte metálicos de moto-roçadoras, que estavam a ser utilizadas nos trabalhos de instalação e beneficiação de áreas florestais, no concelho de Ponte de Lima”, acrescenta o comunicado da PJ.

No comunicado, a polícia refere ainda que, “após a ignição do incêndio, os autores não procederam, como se impunha, à sua extinção, não alertaram as autoridades competentes, nem acionaram os meios de socorro, optando antes por se porem em fuga do local”.

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