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Marcelo visitou Hospital de Guimarães e atribuiu Ordem do Infante a ex-Governador Civil de Braga

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O presidente da República condecorou hoje o ex-governador Civil de Braga Fernando Alberto Ribeiro da Silva com a ordem de mérito do Infante D. Henrique, distinguindo assim os serviços prestados pelo advogado vimaranense à cidade e ao país.


A propósito dos 25 anos do Hospital Nossa Senhora da Oliveira, em Guimarães, Marcelo Rebelo de Sousa destacou as qualidades do causídico que, salientou, ser daquelas pessoas que “antes de quebrar do que torcer”, considerando que “nunca ninguém o torceu ou quebrou”.

Fernando Alberto Ribeiro da Silva ocupou vários cargos de relevo regional e nacional, tendo sido deputado na Assembleia Constituinte e Governador Civil de Braga na década de 80 do século XX. É ainda apontado como tendo tido um “papel essencial” na decisão de construção das atuais instalações do Hospital da Senhora da Oliveira.

Fernando Alberto Ribeiro da Silva, ex-governador civil de Braga. Foto: DR

Fernando Alberto Ribeiro da Silva, ex-governador civil de Braga. Foto: DR

À sua espera, Marcelo Rebelo de Sousa tinha um grupo de cerca de 20 enfermeiros que protestavam contra o atraso no pagamento de horas extraordinárias, afirmando que o Hospital de Guimarães tem mais de 30 mil horas em dívida para com aqueles profissionais, e a pedirem que sejam contratados mais profissionais de enfermagem.

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Marcelo Rebelo de Sousa em visita ao Hospital de Nossa Senhora da Oliveira, em Guimarães. Foto: DR

Segundo explicou aos jornalistas o representante do Sindicato de Enfermeiros Portugueses, Nelson Pinto, pode estar em causa a qualidade do serviço prestado aos utentes do Hospital de Guimarães realçando que a falta de enfermeiros “tem consequências”, entre as quais utentes internados nos corredores do Hospital

“A direção pediu autorização para contratar mais 33 enfermeiros mas, pelas nossas contas, seriam precisos pelo menos 72 profissionais para fazer face às necessidades”, apontou.

 

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Agente de execução terá ficado com dinheiro de penhora em Cabeceiras de Basto

Acusado de peculato

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Foto: Ilustrativa / DR

O Ministério Público (MP) de Braga acusou de peculato um agente de execução que terá ficado com 2.178 euros referentes a uma penhora que efetuou, anunciou hoje a Procuradoria-Geral Distrital do Porto.

Em nota publicada na sua página, aquela procuradoria refere que o MP considerou indiciado que o arguido, exercendo as funções de agente de execução num processo que começou por correr termos no Tribunal Judicial de Cabeceiras de Basto, procedeu à penhora do salário auferido pela executada nesse processo.

Por via dessa penhora, o arguido recebeu da entidade patronal, entre 30 de abril de 2008 e 27 de março de 2014, o montante global de 2.178 euros.

“Ao invés de o afetar ao pagamento da quantia exequenda e das custas, como estava obrigado, fez seu o referido montante, gastando-o como lhe aprouve”, remata a nota.

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Guimarães

Apreendidas armas proibidas a homem que ameaçou vizinhos de morte em Guimarães

Crime

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Foto: GNR

A GNR apreendeu hoje em Caldas das Taipas, Guimarães, armas e munições proibidas, na sequência da investigação de um caso de ameaças de morte entre vizinhos, anunciou aquela força.

Em comunicado, a GNR refere que as ameaças terão sido feitas em fevereiro, tendo entretanto o suspeito sido constituído arguido durante a fase de inquérito.

Hoje, a GNR cumpriu um mandado de busca domiciliária, apreendendo uma pistola de calibre 6,35 milímetros, uma arma de pressão de ar de calibre 4,5 milímetros, uma catana e 16 munições.

Os factos foram remetidos para o Tribunal de Guimarães.

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Guimarães

Casa e quinta da Covilhã em Guimarães classificadas como de interesse público

Património

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Foto: CM Guimarães (Arquivo)

O conjunto formado pela casa e quinta da Covilhã, em Fermentões, Guimarães, que teve intervenção do arquiteto Fernando Távora, foi classificado como monumento de interesse público, segundo uma portaria hoje publicada em Diário da República.

A portaria refere que a quinta da Covilhã é uma propriedade de génese seiscentista, com habitação original datada de meados do século, e capela de 1680.

A casa foi primeiramente reformulada em 1705, sendo a última intervenção, da responsabilidade do arquiteto Fernando Távora, datada da década de setenta do século XX.

O conjunto é composto por casa nobre com capela adossada, envolvida por patamares ajardinados e bosque de carvalhos, e articulada com anexos e estruturas de apoio tradicionais, incluindo adega, lagar, alpendre e eira, para além da zona de mata, moinhos de água e campos de cultivo, onde hoje se destaca, sobretudo, a vinha em socalcos.

A quinta da Covilhã conserva-se na posse da família Távora deste a sua fundação, permanecendo, do mesmo modo, como quinta de produção agrícola até à atualidade.

“As transformações que o edifício principal sofreu, guiadas por uma sensível procura da autenticidade e integridade do edificado, em equilíbrio com a paisagem envolvente, não lhe retiraram o caráter de solar rural e casa de família nem desvirtuaram a sua feição vernacular. Pelo contrário, a intervenção de Fernando Távora tem sido considerada modelar, constituindo caso de estudo e investigação”, sublinha a publicação.

Acrescenta que “à exemplaridade desta intervenção, e ao valor intrínseco do imóvel e da sua história, vem somar-se a condição que este assume enquanto lugar de memória e testemunho perene do destacado arquiteto da ‘Escola do Porto’, evidenciando uma relação de grande cumplicidade e investimento material e afetivo, patente também na constituição do espólio, de grande valor artístico, que se conserva na casa da Quinta da Covilhã”.

A portaria de classificação data de 08 de outubro e é assinada pela secretária de Estado Adjunta e do Património Cultural, Ângela Carvalho Ferreira.

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