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País

Marcelo testou negativo à covid-19. Membros do Conselho de Estado vão ser testados

Covid-19

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Foto: DR

Os membros do Conselho de Estado e todas as pessoas presentes na reunião daquele órgão na terça-feira passada em Cascais serão testados à covid-19 entre hoje e amanhã, informou a Presidência.


Fonte oficial de Belém disse à Lusa que a Presidência da República foi hoje informada ao fim da tarde, pelo próprio, que o conselheiro António Lobo Xavier está infetado com o vírus sars-Cov-2.

A Presidência “avisou de imediato todas as pessoas que estiveram presentes” na reunião daquele órgão, na terça-feira passada, em Cascais.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que presidiu à reunião de terça-feira, não será sujeito a teste uma vez que fez um no fim da semana, dias depois da reunião, com resultado negativo.

Já o primeiro-ministro, António Costa, e o presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, aguardam o resultado do teste a tempo de saber se poderão participar na cerimónia comemorativa da Implantação da República, que decorre a partir das 10:30, na Praça do Município, em Lisboa.

Esta cerimónia mantém-se prevista até haver um resultado clínico que justifique alguma alteração, disse a mesma fonte.

Além dos conselheiros de Estado, participou na reunião de terça-feira em Cascais, como convidada, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

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País

Governo diz que há 82 juntas médicas a funcionar no país

Covid-19

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Foto: DR

Mais de 80 juntas médicas de avaliação de incapacidade já estão a funcionar no país, a maioria na região Norte, avançou hoje o secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales.

“Tem sido feito um esforço por parte do Serviço Nacional de Saúde no sentido de acorrer a todos os pedidos para fazer face aos processos e atualmente temos 82 juntas médicas” a funcionar, adiantou o governante, na discussão na especialidade do Orçamento do Estado para 2021, em resposta ao Bloco de Esquerda.

Segundo António Lacerda Sales, a maior parte das juntas médicas estão a funcionar na Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte (36), enquanto na ARS de Lisboa e Vale do Tejo estão 21, quatro no Algarve e cinco no Alentejo.

As juntas médicas de avaliação de incapacidade foram suspensas a 18 de março devido à necessidade de mobilizar, concentrar ou direcionar os médicos de saúde pública para o combate à situação pandémica da covid-19.

Estas 82 juntas médicas estão a funcionar ao abrigo de um regime excecional em matéria de composição das juntas médicas, gestão de recursos humanos e aquisição de serviços iniciado em julho.

Na audição conjunta da Comissão da Saúde e da Comissão de Orçamento e Finanças, que decorreu durante sete horas, o Governo foi questionado sobre a falta de recursos humanos em vários hospitais e agrupamentos de centros de saúde no país.

A resposta foi dada por António Lacerda a Sales a cada deputado, com o reforço feito em cada hospital, como no Amadora-Sintra que tem agora mais 464 profissionais, dos quais 45 médicos, 52 internos e 156 enfermeiros, em relação a 2015.

O Centro Hospitalar do Oeste foi reforçado com 24 médicos, três internos, 144 enfermeiros e 14 assistentes operacionais.

Relativamente ao Hospital Garcia da Orta, em Almada, disse que foi reforçado com 87 médicos, 10 internos, 166 enfermeiros, 54 técnicos de diagnóstico e terapêutica e 104 assistentes operacionais.

O Hospital do Litoral Alentejano conta com mais 184 profissionais de saúde, entre os quais sete médicos e 73 enfermeiros.

Disse ainda que em setembro de 2020, o Centro Hospitalar de Leiria tinha mais 48 médicos especialistas do que no final de 2015, e o Hospital de Tondela, em Viseu tem mais 359 profissionais do que em 2015.

Relativamente ao reforço dos recursos humanos em Évora, o governante relembrou que houve um reforço de 319 profissionais no total, dos quais 22 médicos, 33 internos e 122 enfermeiros.

O secretário de Estado salientou que “o Governo não se tem focado nos obstáculos, mas antes na construção de soluções. Condição excecional em que nos encontramos reforçou de uma forma inequívoca essa ação de forma determinada coordenada articulada para de facto superarmos os desafios que temos encontrado pela frente”.

“Esta crise pandémica tem revelado humildade governativa perante o desconhecido, mas temos tido uma resposta determinada dinâmica flexível proporcional também num contínuo processo de aprendizagem política perante a evolução do conhecimento técnico estabelecido”, sublinhou Lacerda Sales.

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Portugal volta a reforçar sexto lugar do ‘ranking’ da UEFA

UEFA

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Foto: Ilustrativa (Arquivo)

Portugal voltou a reforçar esta semana o sexto lugar do ‘ranking’ da UEFA, ao somar uma vitória, um empate e uma derrota na terceira jornada da fase de grupos das competições europeias de futebol.

À vitória de terça-feira do FC Porto sobre o Marselha (3-0), para a Liga dos Campeões, o Benfica adicionou hoje um empate, na receção ao Rangers (3-3), para a Liga Europa, enquanto o Sporting de Braga ficou em ‘branco’, ao ser goleado em Leicester (0-4).

Para as contas lusas, o triunfo dos ‘dragões’ seria, por si só, suficiente para Portugal consolidar a vantagem sobre a Rússia, sétima do ‘ranking’, que se ficou por dois empates e duas derrotas e continua sem triunfos na fase de grupos.

Na ‘Champions’, Lokomotiv Moscovo (1-1 com o Atlético Madrid) e Zenit (1-1 face à Lazio) empataram em casa e o Krasnodar (2-3 com o Sevilha) perdeu fora, num jogo em que esteve a vencer por 2-0 e jogou toda a segunda parte contra 10.

Por seu lado, o CSKA Moscovo caiu hoje por 3-1 no reduto do Feyenoord, para a Liga Europa, sendo o lanterna-vermelha do Grupo K. O Zenit também é último do seu agrupamento (F), enquanto Lokomotiv e Krasnodar são terceiros.

Em situação oposta, estão as formações lusas, que, apesar dos resultados distintos na terceira ronda, seguem todas no segundo lugar dos respetivos grupos e, consequentemente, em boa posição, a meio da fase de grupos, para seguirem em frente.

Feitas as contas, os resultados de FC Porto, Benfica e Sporting de Braga valeram mais 0,6 pontos para Portugal, que passa de 42,949 para 43,549, enquanto os dois empates dos russos apenas totalizam 0,333, para um total de 37,549, o que significa que a diferença aumentou para ‘inalcançáveis’ 6,000.

Os pontos que as equipas lusas somam (dois por vitória e um por empate) são divididos por cinco (0,4 por vitória e 0,2 por empate), enquanto os russos têm de dividir os seus por seis (0,333 por triunfo e 0,166 por igualdade).

Em 2021/22, Portugal já sabe que terá duas entradas diretas na ‘Champions’, mais uma na terceira pré-eliminatória, uma na Liga Europa e duas nas pré-eliminatórias da nova competição, a Liga Conferência Europa.

O campeão e o ‘vice’ da I Liga 2020/21 seguem para a fase de grupos da ‘Champions’ e o terceiro para a terceira pré-eliminatória, o vencedor da Taça de Portugal ruma à Liga Europa e o quarto e o quinto vão para a nova prova, entrando na terceira e segunda pré-eliminatórias, respetivamente.

Mantendo o sexto lugar no final da presente temporada, Portugal garante que este cenário se repetirá em 2022/23.

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Novos apoios às empresas com montante global de 1.550 milhões

Economia

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Foto: RTP3 / Arquivo

Os novos apoios às empresas implicarão um financiamento global de 1.550 milhões de euros, dos quais 750 milhões em subsídios às pequenas e médias empresas mais afetadas pela crise, anunciou hoje o ministro da Economia.

No âmbito do programa Apoiar.pt está previsto um montante global de 750 milhões de euros em subsídios a fundo perdido destinado a micro e pequenas empresas dos setores mais afetados pela crise, como é o caso do comércio, cultura, alojamento e atividades turísticas e restauração, explicou o ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, em conferência de imprensa.

Estão abrangidas pela medida as empresas com quebras de faturação superiores a 25% registadas nos primeiros nove meses de 2020 e que tenham a situação fiscal e contributiva regularizada.

Cada microempresa pode receber até 7.500 euros e cada pequena empresa até 40 mil euros e podem usar o dinheiro como entenderem, incluindo para pagar salários, explicou Siza Vieira.

Segundo o ministro, será ainda disponibilizada uma linha de crédito de 750 milhões de euros para a indústria exportadora em que haverá possibilidade de conversão de 20% do crédito concedido a fundo perdido, em caso de manutenção dos postos de trabalho.

Neste caso, o crédito será determinado em função do número de postos de trabalho.

Haverá ainda uma linha de crédito de 50 milhões de euros para empresas de apoio a eventos, acrescentou Siza Vieira.

O ministro explicou que os encargos com as medidas são suportados por fundos europeus, sendo o crédito bancário atribuído pelo sistema financeiro com garantia do Estado e que uma parte deste crédito pode também ser convertido a fundo perdido.

Siza Vieira disse ainda que o Governo estima que cerca de 100 mil empresas “possam ser elegíveis” para os apoios do Apoiar.pt, empresas organizadas quer como sociedades comerciais quer como empresários em nome individual com contabilidade organizada.

As medidas serão lançadas “tão rápido quanto possível”, sendo o programa Apoiar.pt alvo de notificação à Comissão Europeia, mas a expectativa é de que “no início de dezembro” sejam abertos avisos e que o pagamento da primeira tranche seja possível “ainda este ano”, disse o ministro.

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