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Marcelo com “agenda reduzida ao mínimo” até às legislativas mas “atentíssimo” a campanha “exaustiva”

Eleições Legislativas

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Foto: DR / Arquivo

O Presidente da República afirmou, na quarta-feira, que até às eleições legislativas de 06 de outubro manterá uma “agenda reduzida ao mínimo”, mas acrescentou que está “atentíssimo” à campanha que, no seu entender, tem sido “exaustiva”.

“Tem sido, como é que eu hei de dizer, uma pré-campanha e uma campanha em geral longa, exaustiva, com muitas entrevistas, com muitos debates, com muito esclarecimento dos cidadãos. E o Presidente da República também é cidadão, também tem o seu direito de voto, portanto, também ganha com o esclarecimento”, declarou.

Marcelo Rebelo de Sousa, que falava aos jornalistas à saída do lançamento do livro “Uma campanha americana: Humberto Delgado e as Presidenciais de 1958”, da jornalista da TVI Joana Reis, editado pela Tinta-da-China, no Museu da Presidência da República, em Lisboa, disse que está a acompanhar o período eleitoral “atentíssimo, como qualquer cidadão”.

Quanto à sua atuação até ao dia das eleições legislativas, o chefe de Estado referiu que, “para não haver sobreposições nem interferências, há de facto uma agenda reduzida ao mínimo”.

“São compromissos internacionais – as Nações Unidas, entre dia 22 e dia 25 ou 26 -, uma ou outra cerimónia que já estava apalavrada, em termos militares, uma na Escola Naval e outra a ida às Operações Especiais em Lamego, e penso que muito pouco mais”, adiantou.

Durante a apresentação do livro sobre Humberto Delgado, Marcelo Rebelo de Sousa manifestou-se impressionado com a rapidez com que foi organizada aquela campanha às presidenciais de 1958: “Como é que foi possível, em menos de um mês?”.

À saída, a comunicação social perguntou-lhe quanto tempo levará a preparar a sua eventual campanha a um segundo mandato, mas o Presidente da República não se alongou no tema, remetendo, uma vez mais, para o verão de 2020 a sua decisão sobre uma recandidatura.

“Como sabem, as eleições presidenciais são só em janeiro de 2021. Antes do final de setembro ou outubro do ano que vem haverá novidades”, respondeu.

Antes, numa breve intervenção, o Presidente da República elogiou a jornalista Joana Reis pelo livro “surpreendente” e também o historiador e antigo dirigente social-democrata Pacheco Pereira, “o melhor apresentador possível para esta obra”.

Após ouvir a sua exposição, o chefe de Estado considerou que “faz falta ouvir historiadores” e anunciou a intenção de fazer um ciclo de conversas com alunos sobre história portuguesa contemporânea no Palácio de Belém, num modelo semelhante ao dos “Escritores no Palácio” e dos “Cientistas no Palácio”.

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País

Euromilhões saiu em Portugal. Desta vez foi em Faro

Sorte grande

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Foto: O MINHO

O 1.º prémio do Euromilhões, no valor de mais de 66 milhões de euros, saiu em Portugal.

De acordo com o Departamento de Jogos da Santa Casa, o boletim vencedor foi registado no distrito de Faro, região do Algarve.

É esta a chave do sorteio do Euromilhões desta sexta-feira, 28 de fevereiro: 8, 11, 20, 22 e 23 (números) e 3 e 4 (estrelas).

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País

Os números do Euromilhões

Sorte

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Foto: O MINHO

É esta a chave do sorteio do Euromilhões desta sexta-feira, 28 de fevereiro: 8, 11, 20, 22 e 23 (números) e 3 e 4 (estrelas).

Em jogo para o primeiro prémio está um valor de 66 milhões de euros.

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Preços dos combustíveis rodoviários aumentaram entre 3% e 7% em janeiro

Combustíveis

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Foto: Ilustrativa / DR

Os preços dos combustíveis em Portugal sofreram um agravamento médio em janeiro entre 3% e 7%, face a dezembro de 2019, segundo um boletim acerca deste mercado publicado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).

No documento, o regulador explicou que “os preços médios de venda ao público dos combustíveis em Portugal sofreram um agravamento, sobretudo por via dos esperados aumentos de incorporação de biocombustíveis e da taxa de carbono”.

Assim, de acordo com a informação no boletim, “o ano de 2019 encerrou com o preço da gasolina simples 95 a manter-se estável em 1,524 euros/litro. No início do ano 2020, o preço médio de venda ao público (PVP) aumentou cerca de 3%”, para 1,569 euros/litro.

Já no caso do gasóleo simples, 2019 encerrou “em tendência crescente”, registando uma subida de 1% entre novembro e dezembro, para 1,408 euros/litro.

“No início do ano 2020, o preço médio de venda ao público aumentou de forma mais acelerada em cerca de 3,4%”, atingindo os 1,456 euros/litro, de acordo com a ERSE.

A maior subida foi no GPL (Gás de Petróleo Liquefeito) Auto, sendo que 2019 encerrou “com uma tendência crescente, acompanhando a evolução do preço do propano e butano nos mercados internacionais”.

No início do ano 2020, “o preço médio de venda ao público aumentou de forma mais acelerada em cerca de 7%”, atingindo os 0,728 euros/litro, face aos 0,681 euros/litro de dezembro.

Em todos estes combustíveis, os hipermercados é que registaram os preços mais competitivos, de acordo com a ERSE.

O regulador analisou ainda a variação de preços geográfica a nível nacional e concluiu que, “em janeiro, a diferença de valor entre o preço médio nacional e o preço médio nos distritos portugueses para a gasolina simples 95 e gasóleo simples é mais elevada nos distritos do litoral, à exceção de Aveiro, Braga e Coimbra”.

De acordo com a ERSE, “Beja e Bragança são os distritos onde os combustíveis rodoviários se verificaram mais caros face ao preço médio nacional”.

Já Aveiro, Braga, Santarém e Castelo Branco “são os distritos com gasolinas e gasóleos mais baratos. Em mais de metade dos distritos, a diferença de preços médios por litro de combustível não ultrapassa os cinco cêntimos”, adiantou a ERSE.

No caso do GPL engarrafado, no mês passado, “a diferença de valor entre o preço médio nacional e o preço médio nos distritos, principalmente a sul de Portugal, é mais pronunciada, sendo o gás engarrafado mais caro, sobretudo nos distritos de Faro e Beja”.

Por sua vez, “os distritos mais a norte do país, como Viana do Castelo, Vila Real e Bragança apresentam os preços de GPL engarrafados mais baratos”, sendo que os distritos interior mais próximos de Espanha também registaram preços mais baixos, segundo a ERSE.

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