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Manuel Correia recordado com três painéis de fotografias suas em Braga

Na sede da CIM Cávado
Manuel correia recordado com três painéis de fotografias suas em braga
Foto: DR

A Comunidade Intermunicipal (CIM) Cávado inaugurou, na sua sede, em Braga, três painéis com fotografias do fotógrafo Manuel Correia, falecido em agosto deste ano, de doença súbita, em Angola, onde se encontrava a trabalhar.

A cerimónia decorreu na sede da CIM Cávado e contou com a presença de familiares de Manuel Correia, bem como dos seis Presidentes que compõem a CIM Cávado e todos os seus colaboradores, que se associaram a este momento de homenagem à sua memória e ao seu legado.

Os painéis agora inaugurados refletem três dimensões centrais do seu olhar: a natureza, o património e as pessoas.

Ao longo da sua carreira, Manuel Correia dedicou-se a captar a essência do mundo em todas as suas formas, com um olhar sensível, distinto e atento, capaz de transformar o pormenor, o momento e o singular em algo mais belo e de maior significado.

Em comunicado, a CIM salienta que “o seu trabalho permanece como herança artística capaz de interpretar o mundo na sua diversidade, desde a região do Cávado aos mais longínquos lugares. O seu legado fotográfico guarda não apenas instantes, mas a capacidade rara de transformar momentos em eternidade”.

Manuel Correia colaborou em diversas iniciativas da CIM Cávado, com especial destaque para os projetos integrados no PROVERE Minho Inovação. O seu contributo estendeu-se também a áreas de forte impacto social, nomeadamente através da parceria com o projeto InPulsar, reforçando a dimensão humana da sua arte.

Para Ricardo Rio, presidente do Conselho Intermunicipal da CIM Cávado, “esta é uma justa homenagem a um fotógrafo que, com enorme talento e sensibilidade, soube captar a identidade desde a região do Cávado a outros lugares do país e do mundo”.

“O Manuel Correia contribuiu com a sua arte e mestria a projetar o melhor da nossa região, com uma dedicação que merece ser lembrada e reconhecida. Através destes painéis, perpetuamos o seu olhar único e a sua ligação ao território e às pessoas”, acrescenta.

Ainda segundo Ricardo Rio, “o legado de Manuel Correia transcende a dimensão estética da fotografia: é memória viva, é identidade e é futuro. A forma como soube conjugar diferentes áreas, como a natureza, o património e a humanidade torna a sua obra intemporal e profundamente inspiradora. A CIM Cávado orgulha-se de ter contado com o seu contributo e continuará a valorizar a herança que nos deixou”.

Nascido em 1966, em Caldelas, Amares, Manuel Correia era fotógrafo desde 1986 e dedicava-se a várias áreas da imagem, estando mais recentemente envolvido em projetos de cariz conceptual e fotografia de viagem, o que o levava a fazer expedições por vários continentes.

 
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