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Braga

Manuel Beninger (Braga) distinguido pela Marinha do Brasil

Condecoração decorreu a bordo do Navio Escola Brasil

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Foto: DR

Manuel Beninger, presidente da Associação dos Autarcas Monárquicos, associação com sede em Braga, recebeu a Medalha “Amigo da Marinha”, atribuída pela Marinha do Brasil, por despacho do Comandante da Marinha brasileira Contra-Almirante de Esquadra ILQUES Barbosa Júnior.

Fonte do organismo adiantou que a Medalha “Amigo da Marinha” foi criada em agosto de 1966 para agraciar personalidades civis e militares que se tenham distinguido no trabalho de divulgar a mentalidade marítima, no relacionamento e na defesa dos interesses atinentes à Marinha do Brasil e na divulgação da importância do mar e das águas para o desenvolvimento do País.

A cerimónia de imposição da condecoração decorreu a bordo do Navio Escola Brasil, atracado no Cais Rocha Conde D’ Óbidos em Lisboa, no passado dia 24 de outubro, e foi presidida pelo Embaixador do Brasil em Portugal Luiz Alberto Figueiredo Machado, na presença do Adido de Defesa e Naval do Brasil Capitão-de-Mar-e-Guerra Hermes Pacheco Pereira de Oliveira.

“Receber uma medalha de uma instituição como a Marinha, que tem uma grande história não só como força armada, mas também com pesquisa, proteção ao meio ambiente e trabalhos sociais, é um grande orgulho”, afirmou Beninger.

A história da Marinha brasileira começa ainda no século XVIII, em 28 de julho de 1736, quando D. João V, rei de Portugal, criou a Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha e Domínios Ultramarinos, data que é considerada um dos primeiros marcos legais ligados à origem da Marinha Brasileira.

No entanto, foi em 1808, com a transferência da família real portuguesa para o Rio de Janeiro, que a Marinha Brasileira deu um salto em sua estrutura. Com a vinda do rei D. João VI, grande parte da estrutura e do pessoal da Marinha Lusa também foi transferida para o Brasil. Essa estrutura seria a base, durante e após a independência, da Marinha Imperial brasileira.

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Braga

Braga recebe mostra de arte digital e música eletrónica

Vincent Moon, Rabih Beaini, Sensible Soccers e Cláudia Oliveira são os convidados deste ano

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GNRation, Braga. Foto: Divulgação

A quarta edição do OCUPA, mostra de arte digital e música eletrónica em Braga, acontece no próximo sábado e conta com artistas internacionais e nacionais em diálogo com o talento local. Vincent Moon, Rabih Beaini, Sensible Soccers e Cláudia Oliveira são os convidados deste ano.

Nos últimos anos a cidade de Braga assumiu uma posição dianteira no domínio das media arts em Portugal, cimentada pela atribuição do título de Cidade Criativa da UNESCO e legitimada, entre outros, pelo sucesso internacional do festival SEMIBREVE, pelos já históricos Encontros da Imagem, pela oferta artística e formativa do gnration e pelo crescente número de artistas a operar nesta área.

O OCUPA, evento promovido pela cooperativa AUAUFEIOMAU com apoio da Câmara de Braga e gnration, visa promover uma perspetiva sobre a produção artística nos domínios da música eletrónica e arte digital por artistas oriundos ou residentes em Braga, componente vital para a plena afirmação de Braga como cidade de referência nas media arts.

Para a sua quarta edição o OCUPA volta a abrir a porta a artistas internacionais e nacionais e coloca-os em diálogo com o talento local. O projeto cinematográfico Híbridos: os Espíritos do Brasil, de Vincent Moon e Priscilla Telmon, será musicado ao vivo pelo libanês Rabih Beaini e pelo português Pedro Oliveira.

O programa completa-se com Frederico Dinis, Cody XV e a apresentação final do Clube de Inverno, este ano liderado pelos Sensible Soccers e pela artista visual Cláudia Oliveira. A tarde será ocupada com um programa de conversas sobre a relação entre tecnologia, arte e performance, com a participação de Silvestre Pestana, Heitor Alvelos, Miguel Pedro, Pedro Oliveira e Pedro Portela. Pela primeira vez no programa, o OCUPA apresentará uma masterclass, conduzida por Vincent Moon.

Programa

14:00-17:00 – Ancient shamanism, nomadic cinema and the in between – How (and why) to create in the archaic revival – masterclass com Vincent Moon – sala de formações

15:30 – Conversa com Silvestre Pestana sobre o papel da tecnologia na criação artística contemporânea, conduzida por Heitor Alvelos – sala de conferências

16:30 – Conversa com Pedro Oliveira e Miguel Pedro sobre novos caminhos abertos pela eletrónica, conduzida por Pedro Portela – sala de conferências

17:30 – Concerto de Cody xv – sala de formação

21:30 – A Land Of Intrinsic Contemplation, de Frederico Dinis – blackbox

22:20 – Clube de Inverno com Sensible Soccers / Cláudia Oliveira – sala multiusos

23:00 – Híbridos: os Espíritos do Brasil ao vivo, de Vincent Moon, com Priscilla Telmon, Rabih Beaini e Pedro Oliveira – blackbox

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Braga

Exaustor arde em prédio na cidade de Braga

Bombeiros procederam à ventilação do apartamento

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Foto cedida a O MINHO por Martino Fernandes

Um incêndio habitacional assustou moradores de um prédio situado na freguesia de Ferreiros, na cidade de Braga, levando à intervenção de uma equipa de emergência, disse a O MINHO fonte dos bombeiros.

Ao que foi possível apurar, o incêndio teve início num exaustor, dentro de um apartamento de um dos prédios da Rua do Cruzeiro.

Ao local acorreram seis bombeiros apoiados por uma viatura de combate a incêndios urbanos.

Os operacionais procederam à ventilação do apartamento, não havendo registo de feridos.

O alerta foi dado às 12:59, segundo fonte da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

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Braga

Bananeiro em Braga à espera de milhares na véspera de Natal

Bananas e Moscatel

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Foto: Divulgação

Aproxima-se o Natal e, com ele, uma das tradições mais afamadas da cidade de Braga, comer uma banana e beber moscatel na Casa das Bananas, mais conhecida como Bananeiro.

Nos dias que antecedem o Natal, com especial incidência para a tarde/início de noite da consoada (dia 24), os bracarenes (e não só) acorrem à rua do Souto para fazer cumprir a tradição.

A adesão costuma ser tanta que cria-se uma verdadeira multidão, com largos milhares de pessoas, de copo (de plástico) numa mão e uma banana amadurecida na outra.

A verdadeira história do Bananeiro de Braga. E de Viana

Manuel Jorge, o atual proprietário, não deixou morrer o hábito que já vinha do pai, Manuel Rio, fundador do atual bananeiro, criando, nos últimos anos, uma verdadeira tradição.

 

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