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Ave

Maltrata mãe de 71 anos e parte-lhe os móveis de casa em Fafe

Violência doméstica

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Foto: DR

Um homem de 48 anos foi detido, na quinta-feira, por violência doméstica sobre a mãe, de 71, em Fafe, foi hoje anunciado.


Em comunicado, o comando territorial de Braga dá conta da detenção do homem na sequência de maus-tratos psicológicos e ameaças à progenitora, culminando com a destruição dos móveis em casa.

“Os militares da Guarda deslocaram-se ao local, intercetando o suspeito a 100 metros da habitação”, expõe a GNR.

Foi detido e será presente esta sexta-feira ao Tribunal Judicial de Guimarães.

Ainda na mesma data, também em Fafe, um homem de 40 anos foi detido por agredir e ameaçar a mulher, de 37, com uma arma de fogo, adaptada a calibre 6,35 mm, que foi apreendida.

O suspeito foi detido e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Guimarães.

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Ave

Empresa de Famalicão instala parque solar e vai poupar 35% na fatura energética

ACO Shoes

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Foto: Dr

A Fábrica de Calçado ACO, líder em Portugal na produção e exportação de calçado feminino de conforto, decidiu apostar na energia limpa, investindo 350 mil euros na instalação de um sistema de painéis solares que vai ser responsável pela produção energética de 35% das necessidades da empresa de Vila Nova de Famalicão.

Fonte da empresa adiantou a O MINHO que o novo parque de energia solar da ACO Shoes está situado num terreno com cinco mil metros quadrados, contíguo às instalações fabris, na freguesia de Mogege, concelho de Vila Nova de Famalicão.

Com este investimento, que deve começar a dar retorno daqui a cinco anos, a fábrica, que tem uma despesa anual com energia elétrica na ordem dos 200 mil euros, deve baixar a fatura em cerca de 35%, ou seja, poupa cerca de 70 mil euros anuais. Além de contribuir para a melhoria do ambiente.

“É um investimento que assume duas vertentes distintas: representa uma melhoria na eficiência financeira da empresa – com uma economia da fatura energética na ordem dos 35% – e representa uma aposta na energia limpa, que faz diminuir a pegada ecológica da ACO, sendo, portanto, uma decisão com consequências muito positivas para o meio ambiente”, explica Armindo Costa, fundador e presidente da fábrica famalicense e que foi presidente do Município famalicense durante três mandatos.
Fundada em 1975, a ACO Shoes emprega 400 pessoas, tendo duas unidades de apoio à produção de calçado suas participadas, a ECCO Conforto, no município de Ponte de Lima, distrito de Viana do Castelo, e a ICCO, na ilha de S. Vicente, em Cabo Verde, que contam com 150 e 260 trabalhadores, respetivamente.

Anualmente, saem da fábrica 1,5 milhões de pares de sapatos (mais de 5 mil pares por cada dia útil), que são vendidos em mais de 30 países dos vários continentes, gerando um volume de negócios que, no último exercício, foi superior a 30 milhões de euros.
Com estes números, a ACO Shoes é líder em Portugal no segmento do calçado feminino de conforto.

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Guimarães

Trabalhadores de pousada de Guimarães acusam Pestana de ilegalidades que o grupo nega

Conflito laboral

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Foto: Dr

Os trabalhadores da pousada de Guimarães acusam o grupo Pestana de transferir à força vários funcionários para outros hotéis por ter decidido fechar a pousada, mas o presidente da empresa nega, afirmando que as unidades estão a abrir progressivamente.

O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte (STIHTRSN) denuncia, em comunicado, que “a maioria dos trabalhadores estão a ser transferidos para a Pousada Monte Santa Luzia, em Viana do Castelo, mas também para as pousadas São Bento, na Caniçada, e Santa Maria do Bouro”.

Salienta ainda que “a decisão da empresa, além de ilegal, representa uma violência para os trabalhadores, já que a pousada de Viana do Castelo fica a mais 80 quilómetros da residência dos trabalhadores” e que o grupo Pestana Pousadas, que explora as Pousadas de Portugal, “decidiu encerrar a Pousada Santa Marinha da Costa de Guimarães, tendo transferido ‘à força’ 10 dos 32 trabalhadores e dado ordem de transferência a mais quatro”.

O grupo Pestana respondeu à acusação em carta enviada ao presidente do sindicato, a que a Lusa teve acesso, negando qualquer ilegalidade, e referindo que as pousadas têm vindo a reabrir gradualmente e que a de Guimarães “irá reabrir tão brevemente quanto seja possível”.

Na carta, o presidente da Grupo Pestana Pousadas, Luís Castanheira Lopes, começa por dizer que a “inatividade da pousada não se deve a qualquer intenção de provocar seja que situação for pois a partir de hoje mesmo a GPP (Pousadas de Portugal) já não se encontra em situação de ‘lay-off’ simplificado, nem vai recorrer ao incentivo à retoma progressiva”.

Referindo que “como, aliás, é do conhecimento do sindicato, as pousadas têm vindo a reabrir gradualmente, começando por Viana do Castelo, abrindo depois a Pousa do Gerês e a seguir a Pousada de Amares”, adianta que a de Guimar~es “irá reabir tão brevemente quanto seja possível” e que tudo estão “a fazer para o efeito”.

Enquanto a Pousada de Guimarães não reabre, “estamos a analisar com cada um dos trabalhadores a possibilidade da sua deslocação temporária para a prestação de serviço nas outras três pousadas mencionadas e estamos a fazer isso com a estrita observância da lei, Código do Trabalho, e do Acordo de Empresa, de que o senhor presidente [do sindicato] foi um dos subscritores e, por isso, sabe que o permite”, prossegue Luís Castanheira Lopes.

O presidente do Grupo Pestana Pousadas refere também que “está marcada para quarta-feira próxima uma reunião da GPP com a FESAHT, na qual esse sindicato se integra” e propõe “que se aproveite a oportunidade para analisar este assunto por forma a que possa ainda mais cabalmente ser evidenciada a plena regularidade dos procedimentos” que estão a ser adotados.

O sindicato aponta que o grupo Pestana “está a transferir todos os trabalhadores, incluindo mães solteiras com filhos de seis anos de idade e trabalhadores que têm a seu cargo idosos com mais de 90 anos”, acrescentando que a empresa “obriga os trabalhadores a pernoitarem na pousada para onde são transferidos durante toda a semana, pagando apenas os transportes no dia de folga dos trabalhadores”.

Os trabalhadores, reunidos na sexta-feira em plenário, decidiram não aceitar mais transferências e apresentarem-se hoje ao serviço, mas, segundo o sindicato, já encontraram a pousada encerrada.

Segundo adianta, o sindicato pediu a intervenção da Câmara de Guimarães, considerando que o grupo Pestana está a desvalorizar o turismo no concelho e na região, e pediu ao presidente da autarquia que interceda para acabar com pressão da empresa sobre os trabalhadores e para que “reabra de imediato” a pousada.

Além disso, acrescenta, o sindicato também solicitou a intervenção da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT), pedindo que “levante autos de notícia por encerramento ilícito” e peça ao Ministério Público a abertura de um processo crime.

O grupo Pestana “está a desviar os clientes desta pousada para outras e a transferir trabalhadores com o único objetivo de justificar prejuízos e recorrer a apoios do Estado”, acusa o sindicato.

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Guimarães

Hotel em Guimarães cobra 10 euros pela primeira noite para atrair turistas à cidade

Turismo

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Foto: DR

O grupo Stay Hotels anunciou hoje que vai investir cerca de 100.000 euros em duas campanhas promocionais, uma de verão e outra de inverno, sendo que o mote da primeira é “Venha turistar nas nossas cidades”.

Sobre a campanha de verão, que começa no dia 01 de agosto e termina a 30 de setembro, o grupo hoteleiro explica em comunicado que se traduz no pagamento de uma tarifa única de 10 euros na primeira noite em estadias mínimas de duas noites.

Com esta campanha, o grupo que detém dez hotéis em sete das principais cidades do país (Guimarães, Porto, Coimbra, Lisboa, Torres Vedras, Évora e Faro), quer dinamizar o turismo nacional e proporcionar aos portugueses umas férias inesquecíveis e ao melhor preço, lê-se no comunicado.

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