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Braga

Makro de Braga passa a vender diretamente ao consumidor

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A Makro Portugal vai passar a partir de hoje a operar temporariamente como grossista e retalhista, de forma a garantir a continuidade da cadeia de distribuição de produtos a todos os consumidores, medida que incluí a loja situada em Lamaçães, Braga.


Em comunicado, a Makro diz que a decisão surgiu no seguimento da renovação do diploma do estado de emergência publicado em 02 de abril, onde expressamente vem prevista a possibilidade de emissão de uma autorização temporária para o exercício de comércio a retalho por estabelecimentos de comércio por grosso.

“A empresa encontra-se totalmente empenhada com o país, por isso, compromete-se a desenvolver os seus melhores esforços para garantir a segurança de todos os que frequentam os seus estabelecimentos neste período de saúde pública tão crítico”, refere.

De acordo com a empresa, as 10 lojas Makro a nível nacional passam a vender ao consumidor final em Braga, Vila Nova de Gaia, Matosinhos, Coimbra, Leiria, Alfragide, Cascais, Palmela, Faro e Albufeira.

Os produtos disponibilizados em todas as lojas da Makro Portugal encontram-se em formato profissional para profissionais e unidade para menores consumos, permitindo a compra de maiores ou menores quantidades.

A Makro é a filial portuguesa do grupo alemão METRO e está presente em Portugal desde 1989 e conta atualmente com cerca de 1.000 colaboradores.

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Braga

Uber lança novo serviço de entregas disponível em Braga

‘Uber Connect’

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Foto: DR / Arquivo

A Uber lançou hoje o serviço Uber Connect, uma solução de entrega que permite aos utilizadores enviarem os mais diferentes “itens e encomendas” a quem quiserem, através de um serviço seguro e sem contacto.


“Durante esta crise, procurámos novas formas de a nossa plataforma ajudar a movimentar os bens necessários para empresas e consumidores, além de oferecer novas oportunidades de rendimento para os motoristas”, refere a Uber em comunicado, adiantando que, a partir de agora, através do Uber Connect e à distância de uma aplicação, a empresa “adaptou rapidamente a tecnologia para atender às crescentes necessidades das comunidades”.

À medida que a realidade evolui a “um ritmo acelerado”, a Uber está a desenvolver as entregas, desde um pedido de bolo de aniversário até a outro artigo, para um familiar, amigo ou colega, usando a nova aplicação, podendo o serviço ser utilizado em Lisboa, Porto, Braga, Algarve, Coimbra, Aveiro, Évora e Funchal.

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Braga

Póvoa de Lanhoso pede apoio para agricultores afetados por tempestade

Temporal destruiu culturas

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Temporal na Póvoa de Lanhoso. Foto: Paula Ferreira / Moina na Estrada (Arquivo)

O presidente da Câmara da Póvoa de Lanhoso, Avelino Silva, pediu hoje o apoio do Estado para os agricultores da região afetados pelo mau tempo, registado no fim de semana, que “devastou” as suas produções.


Em comunicado, a autarquia refere que, estando em curso um levantamento dos estragos, a Câmara da Póvoa de Lanhoso já transmitiu ao Ministério da Agricultura, tutelado por Maria do Céu Albuquerque, as preocupações da autarquia e destes produtores do concelho.

“Como é do conhecimento público, desde o dia 29 de maio que a região tem sido fustigada por ventos fortes, chuva e granizo. Estas alterações repentinas e devastadoras provocaram danos substanciais nas explorações agrícolas do concelho da Póvoa de Lanhoso, com especial incidência na vinha e na fruticultura”, sublinha a autarquia.

Acrescenta ainda que “diversos agricultores que viram as suas produções devastadas e completamente perdidas já estão identificados” e que o levantamento dos estragos que ainda está a ser realizado “será posteriormente comunicado ao Ministério da Agricultura”.

Na terça-feira, o Governo comunicou que está a avaliar os estragos decorrentes do temporal de domingo, que afetou sobretudo as regiões Norte e Centro, ponderando ainda a possibilidade de criar uma linha de crédito para apoiar os produtores.

“O Ministério da Agricultura está a avaliar no terreno os efeitos provocados pelo temporal de domingo, dia 31 de maio, que afetaram sobretudo a região Norte e a região Centro, o que vai permitir identificar os prejuízos e as culturas afetadas”, indicou, em comunicado, o Governo.

Por outro lado, estão a ser avaliadas medidas para minimizar os prejuízos, como a criação de uma linha de crédito bonificada para os produtores que registaram uma “forte quebra” provocada pelas “condições meteorológicas adversas”.

De acordo com o mesmo documento, a ministra da Agricultura, Maria do Céu Albuquerque, admitiu ainda a possibilidade de utilizar uma medida de prevenção de calamidades e catástrofes naturais para apoiar investimentos “destinados a reduzir ou prevenir o impacto de catástrofes naturais, fenómenos climáticos adversos ou acontecimentos catastróficos”.

A medida em causa poderá permitir aos produtores das duas regiões instalar equipamentos como redes antigranizo, apontou.

Maria do Céu Albuquerque lembrou ainda que está agendada para 16 de junho uma reunião da comissão de acompanhamento do sistema dos seguros agrícolas, na qual está prevista a análise destas situações.

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Braga

GNR surpreende mais de 200 pessoas em festa e fecha bar em Vieira do Minho

Estado de Calamidade

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Foto: Instastories de Luma bar

A GNR de Vieira do Minho terminou com uma festa que decorria num espaço de diversão noturna, no passado sábado, em Vieira do Minho.


Fonte oficial do comando distrital de Braga da GNR disse a O MINHO que os militares do posto daquele concelho foram alertados perante uma denúncia, levando a que se deslocassem ao espaço Luma, onde puderam confirmar os factos.

“No local estavam mais de 200 pessoas, dentro de um bar, quando o mesmo ainda não tinha permissão para abrir”, explicou a fonte, referindo-se às limitações impostas durante o Estado de Emergência e renovados durante o Estado de Calamidade, ainda em vigor.

A mesma fonte reforçou que “proprietário e clientes acataram no imediato a ordem”, não havendo necessidade de proceder a detenções.

“Os factos foram remidos a tribunal”, acrescentou.

O MINHO falou com Marcelo Sousa, proprietário do espaço, que refuta o auto registado pela guarda, indicando que existe uma licença para funcionamento, dentro da lei.

“A parte do bar estava encerrada, apenas estávamos a funcionar como café e esplanada, para o qual temos permissão”, adiantou.

Marcelo refere ainda que o encerramento se deveu aos horários, uma vez que os cafés estão obrigados a fechar às 23:00, mas que a autarquia de Vieira do Minho terá dado autorização aos espaços comerciais para estarem abertos até às 02:00.

Mas, contactada novamente por O MINHO, a mesma fonte oficial da GNR indica que o encerramento se deveu ao incumprimento derivado da probição de abertura de bares durante o Estado de Calamidade em vigor.

“Aqui houve falha de comunicação entre a Câmara e a GNR, porque tínhamos autorização da autarquia para abrir como café e esplanada até às 02:00”, garante o proprietário.

O espaço celebrava uma festa de aniversário, divulgada nas redes sociais nos dias precedentes, e contou com música e lançamento de fogo de artifício, também “devidamente autorizado”, assegura Marcelo, acrescentando que já se deslocou ao posto da GNR de Vieira do Minho para esclarecer essa situação.

“Estamos de consciência tranquila, não somos nenhuns malucos que fazemos as coisas sem autorização para tal”, terminou.

(notícia atualizada às 11h05 com declarações do proprietário do estabelecimento)

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