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Alto Minho

Mais de uma tonelada de amêijoa-japonesa apreendida em Valença

Valor estimado de 11.700 euros

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Foto: GNR

A Unidade de Controlo Costeiro (UCC) apreendeu, na quinta-feira, em Valença, 1.300 quilos de amêijoa-japonesa imatura, Ruditapes philippinarum, com o valor estimado de 11.700 euros, anunciou hoje a GNR.


Em comunicado, aquela força militar refere que, no âmbito de uma ação de fiscalização rodoviária levada a cabo na autoestrada Porto-Valença (A3), foi detetado um veículo que fazia o transporte de amêijoa-japonesa sem que tivesse o tamanho mínimo legal para a sua captura e comercialização, neste caso, de quatro centímetros.

Foi identificado um homem de 29 anos, apreendidos os bivalves e elaborado um auto de contraordenação por transporte de espécies bivalves em estado imaturo, infração punível com coima que pode atingir 37.500 euros.

A ação contou com o apoio do Destacamento de Trânsito (DT) de Viana do Castelo.

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Viana do Castelo

Viana aprova criação da Área de Paisagem Protegida Regional da Serra d’Arga

Decisão unânime

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Foto: CM Caminha / Arquivo

A Câmara de Viana do Castelo aprovou esta sexta-feira por unanimidade, em reunião camarária, a proposta de criação da Área de Paisagem Protegida Regional da Serra d’Arga, que inclui mais quatro concelhos do Alto Minho.

Com aquela decisão, o executivo municipal autorizou o município de Viana do Castelo a “constituir com [os concelhos de] Ponte de Lima, Caminha e Vila Nova de Cerveira, uma associação de municípios com fins específicos que garantirá a gestão futura Área de Paisagem Protegida Regional da Serra d’Arga”.

“Enquanto a nova associação não estiver constituída, será a Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho a dar cobertura do ponto de vista do chapéu jurídico”, especificou o presidente da Câmara de Viana do Castelo, durante a apresentação da proposta.

A criação da nova área protegida que “observa o disposto no Regime Jurídico da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, aprovado no Decreto-Lei n.º 142/2008, de 24 de julho”.

A serra d’Arga abrange uma área de 10 mil hectares nos concelhos de Caminha, Vila Nova de Cerveira, Paredes de Coura, Viana do Castelo e Ponte de Lima, dos quais 4.280 hectares se encontram classificados como Sítio de Importância Comunitária.

Segundo o Orçamento do Estado, o Governo quer criar em 2020 um ‘cluster’ do lítio e da indústria das baterias e vai lançar um concurso público para atribuição de direitos de prospeção de lítio e minerais associados em nove zonas do país.

A Serra d’Arga é uma das áreas que deve ser abrangida.

A proposta que o executivo de Viana do Castelo hoje aprovou, refere que “a Serra d’Arga constitui uma área emblemática, pela vastidão das paisagens agrestes do seu topo e também pela singularidade dos seus valores naturais”.

O documento enumera os “10 tipos de ‘habitat’ de importância comunitária, a extraordinária riqueza florística, com 546 espécies de plantas vasculares, incluindo 32 espécies raras ou ameaçadas de extinção, a presença confirmada de mais de 180 espécies de vertebrados selvagens, entre as quais espécies raras e emblemáticas como o lobo, a salamandra-lusitânica e o bufo-real”.

Segundo o documento, “a Serra d’Arga detém um património cultural singular pela sua situação geográfica, mas também pela forma como as atividades humanas foram desenvolvidas, de modo, ao longo do tempo, garantir a sustentabilidade das populações”.

Os cinco municípios envolvidos no processo de criação da área protegida “acreditam que, a exemplo da experiência obtida com a classificação e consequente gestão intermunicipal de outras áreas de Paisagem Protegida de Interesse Regional, a da Serra d’Arga, contribuirá para a conservação da natureza e da biodiversidade em presença na serra e por conseguinte no Noroeste Peninsular”.

A decisão foi tomada na sessão extraordinária convocada pela maioria socialista a pedido dos vereadores do PSD e CDU para discutir o abate de 20 árvores, na avenida do Cabedelo, em Darque, previsto nas obras de construção de uma rotunda de acesso ao porto de mar da cidade.

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Alto Minho

Caminha investe mais de 400 mil euros na reabilitação do centro histórico

Segunda fase da empreitada

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Foto: CM Caminha

A Câmara de Caminha iniciou a segunda fase da empreitada de reabilitação urbana do centro histórico, num investimento de mais de 400 mil euros, que deverá prolongar-se por cerca de 180 dias, foi hoje divulgado.

Em nota hoje enviada à imprensa, a autarquia realçou que o projeto visa a “qualificação do ambiente urbano, do espaço público e das vivências por ele proporcionadas, através da melhoria do desenho e do mobiliário urbano, da pavimentação de arruamentos e passeios, da introdução de elementos arbóreos, da eliminação de barreiras arquitetónicas e visuais e da renovação das infraestruturas no subsolo”.

A empreitada pretende ainda “intervir ao nível da organização da circulação automóvel de forma a permitir o alargamento de passeios, arborização, ou estacionamento, devolvendo-se a esta artéria a dinâmica comercial desejada e as ações de rua inerentes a um espaço com esta centralidade”.

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Alto Minho

Arcos de Valdevez dinamiza economia digital

Novas tecnologias

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Foto: DR / Arquivo

A Câmara de Arcos de Valdevez e a Associação Comercial e Industrial de Arcos de Valdevez e Ponte da Barca (ACIAB) vão avançar com uma parceria para promover e dinamizar a economia digital no concelho, informou hoje a autarquia.

Em comunicado enviado às redações, o município explicou que “o protocolo de parceria a estabelecer entre as partes visa a atribuição de um apoio financeiro, pelo município, no valor máximo de 12 mil euros”.

A parceria “prevê a utilização das novas tecnologias de informação para promover a economia local, através da promoção e dinamização das empresas, do apoio à retoma da economia local, do apoio à transição para a economia digital e do estímulo à inovação e criatividade”.

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